17/06/2014

Gifs mostram como seria se mulheres de pinturas famosas passassem pelo Photoshop

O que mais se vê em capas de revista e em outdoors: modelos ou a ação do Photoshop? Seja nas fotos de uma festa ou em anúncios publicitários, o editor de imagens está sempre presente para esconder uma ruguinha, turbinar os seios e deixar mulheres e homens ainda mais perfeitos – dentro do padrão de beleza atual, claro. Mas e se o Photoshop existisse há 200 ou 500 anos, ele seria usado para aperfeiçoar obras de arte?
A artista Lauren Wade resolveu brincar com quadros e obras famosas e caprichou no Photoshop para tirar pneuzinhos e aumentar o seios de figuras femininas. De Botticelli a Gauguin, ninguém saiu ilesa dos poderosos pincéis e filtros do software. Veja nos GIFs abaixo como ficariam as antigas pinturas dentro do padrão de beleza que o Photoshop nos ajuda a formar:

A maja nua – Francisco Goya – 1797 – 1800
Obras de arte passam pelo Photoshop
O nascimento de Vênus – Sandro Botticelli – 1486
Obras de arte passam pelo Photoshop
Mulheres do Taiti- Paul Gauguin – 1899
Obras de arte passam pelo Photoshop
As três graças – Raphael – 1504-1505
Obras de arte passam pelo Photoshop
La toilette- Edgar Degas – 1884-1886
Obras de arte passam pelo Photoshop
As Danae – Ticiano – 1544
Obras de arte passam pelo Photoshop
Nu sentado no divã – Amedeo Mondigliani – 1917
lauren-wade8
Todas as imagens © Lauren Wade

http://www.hypeness.com.br/2014/05/e-se-obras-de-arte-fossem-photoshopadas/

Greve no Iphan impede envio de obras de arte para feira no exterior

 

Socorro, Iphan!

Quatro das principais galerias do Brasil não estão conseguindo enviar obras para a maior feira de arte do mundo, a Art Basel, na Suíça, que abre para convidados no dia 17 de junho. É que com a greve do Ministério da Cultura, o serviço do Iphan que autoriza a entrada e saída de obras de arte do país está paralisado.

Aliás e a propósito

Terça, dia 27, é a data limite para o envio das obras da Fortes Vilaça, Luiza Strina, A Gentil Carioca e Raquel Arnaud, únicas galerias brasileiras na feira. O Iphan diz que não há previsão para a retomada do serviço, que vai continuar suspenso até o fim da greve.

(Reuters/Arnd Wiegmann/09-06-2009)

http://oglobo.globo.com/blogs/blog_gente_boa/posts/2014/05/23/greve-no-iphan-impede-envio-de-obras-de-arte-para-feira-no-exterior-536777.asp

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(Rêverie - Robert Brackman)

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Artes Depressão

18 CURIOSIDADES SOBRE MUSEUS E CENTROS CULTURAIS DO RIO DE JANEIRO.

Dezoito fatos sobre as salas de exposição e centros de arte da cidade. Saiba mais sobre a história, as construções e os acervos dos principais museus do Rio
por Louise Peres | 16 de Maio de 2014.

CCBB Rio: em duas décadas, ele já figura entre os principais centros culturais do mundo


Nos últimos anos, os cariocas não têm do que reclamar: estão muito bem servidos quando se trata de programação cultural de museus. Além de construções interessantes, os centros de exposição cariocas são destino de exposições imperdíveis - como os expoentes do Impressionismo, que atraiu uma multidão de visitantes ao CCBB, ou as obras hiper-realistas de Ron Mueck, atualmente em cartaz no MAM. Para a nossa sorte, o que não faltam são museus na cidade – e sempre teremos algo a descobrir sobre eles. Na semana em que é celebrado o Dia Internacional de Museus (18 de maio), VEJA RIO listou dezoito curiosidades sobre alguns dos principais espaços de exposição do Rio - certamente você desconhece muitos desses fatos. Confira a lista abaixo e saiba mais sobre eles.

1 - Na famosa rotunda, o pregão da bolsa Inaugurado como sede da Associação Comercial do Rio de Janeiro, em 1906, o Centro Cultural Banco do Brasil abrigava em sua rotunda o pregão da Bolsa de Fundos Públicos. Na década de 1920 passou a pertencer ao Banco do Brasil, que o reformou para abertura de sua sede. 

Rotunda: espaço que hoje recebe obras interativas antes abrigava o pregão da bolsa.


2 - Sai o dinheiro, entra a arte: No final da década de 1980, resgatando o valor simbólico e arquitetônico do prédio, o Banco do Brasil decidiu pela sua preservação ao transformá-lo em um centro cultural. O projeto de adaptação preservou o requinte das colunas, dos ornamentos, do mármore que sobe do foyer pelas escadarias e retrabalhou a cúpula sobre a rotunda.
3 - Em duas décadas, referência para a cultura: Inaugurado em 12 de outubro de 1989, o CCBB transformou-se rapidamente em um dos centros culturais mais importantes do País. É o museu/centro cultural mais visitado do Brasil e o 17º no mundo, de acordo com o ranking da publicação inglesa The Art Newspaper (abril/2013).
4 - Quase 15 mil m² de arte: A construção possui uma área construída de 19.243m². O CCBB ocupa 15.046m² desse total.
5 - Jardim com a mão presidencial: As palmeiras, elementos marcantes dos jardins do Museu de Arte Moderna, tiveram o plantio inaugurado pelas mãos do então presidente Juscelino Kubitschek, em 1958. Ele foi o responsável por plantar a primeira de uma série de 48 mudas.
6 - Sede no Capanema: Antes de ocupar o prédio atual, no Aterro, o MAM foi instalado em 1952 no Palácio Gustavo Capanema, então sede do Ministério de Educação e Saúde. Em dezembro, a Câmara dos Vereadores aprova proposta de doação de terreno de 40 mil metros quadrados para a instituição.

MAM: instalação nos pilotis
7 - O prédio atual: A construção que hoje abriga o MAM teve o projeto desenhado por Affonso Eduardo Reidy em 1954. No mesmo ano, Roberto Burle Marx projetou os jardins. Somente em 58 foi concluída a construção do Bloco Escola, que passou a ser a sede do museu. A mostra inaugural apresentou trabalhos do pintor inglês Ben Nicholson e de nove escultores britânicos contemporâneos.
8 - Acervo destruído: Vinte anos depois, em 8 de julho de 1978, um incêndio destrói praticamente toda a coleção do Museu, provocando também graves danos ao Bloco de Exposições. Nenhuma das telas da mostra Arte Agora III – América Latina: Geometria sensível escapa ao fogo.
9 - Uma coleção portuguesa, com certeza: O acervo do Museu Nacional de Belas Artes teve origem no conjunto de obras de arte trazido por D. João VI de Portugal, em 1808. Alguns anos mais tarde, ele foi ampliado com a coleção reunida por Joachin Lebreton, que chefiou a chamada Missão Artística Francesa, formando a mais importante pinacoteca do país. Este núcleo original foi enriquecido com importantes incorporações ao longo do século XIX e início do século XX.

Museu Nacional de Belas Artes: acervo inicial trazido de Portugal.

10 - Cem anos depois: Com a construção da nova sede da Escola Nacional de Belas Artes, em 1908, um projeto do arquiteto Moralles de los Rios, a coleção passou a ocupar parte do novo prédio. O MNBA seria criado oficialmente somente em 13 de janeiro de 1937.
11 - Setenta mil itens: É o acervo estimado do MNBA. Compõem a coleção pinturas, esculturas, desenhos e gravuras brasileiras e estrangeiras dos séculos passados até a contemporaneidade, além de reunir um segmento significativo de arte decorativa, mobiliário, gliptíca, medalhística, arte popular e um conjunto de peças de arte africana.
12 - Hoje Museu da República, antes residência: Hoje um espaço destinado a preservar, investigar e comunicar a história da República Brasileira, o palácio do Catete serviu de residência para o Barão de Nova Friburgo e sua família, entre 1866 e 1890, e para os presidentes republicanos, entre 1897 e 1960.
13 - A República em 10 mil peças: O acervo é composto por coleções que reúnem cerca de 10 mil objetos relativos à história do período republicano no país, desde a sua idealização aos dias atuais: objetos pessoais de políticos e personalidades importantes da época; coleções com objetos pertences à família do barão de Nova Friburgo, primeiros moradores do palácio.
14- Quase três anos de obras : Foi o período necessário para que o Museu de Arte do Rio (MAR) abrisse as portas de seus dois prédios de perfis heterogêneos: o palacete tombado Dom João VI e um edifício de estilo modernista, que abrigava um terminal rodoviário. As duas construções que formam o museu, unidas por meio de uma passarela e uma cobertura em forma de onda, totalizam um complexo de 15 000 metros quadrados. 

Museu de Arte do Rio: quase três anos de obras.

15 – Marco da museologia no país: O Museu Histórico Nacional Abrigou o primeiro curso de museus do país, criado por Gustavo Barroso em 1932, atual Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO, primeira instituição de ensino superior em Museologia na América Latina.
16 – Política de preservação: O museu também foi o pioneiro na política de preservação do Patrimônio Nacional, abrigando, entre 1934 e 1937, a Inspetoria de Monumentos Nacionais.
17 – 350 mil itens: É o número estimado do acervo do MHN, criado na década de 1920. Dentre as peças está a maior coleção de numismática da América Latina.

Tela no MHN: um dos 350 mil itens que compõem o acervo.


18 – O prédio: A construção que abriga o MHN foi erguida pelos portugueses para servir de defesa da Baía da Guanabara, e a configuração de seu conjunto arquitetônico é um retrato da memória da ocupação e urbanização da cidade. O Forte de São Tiago da Misericórdia foi construído em 1603, na ponta do Calabouço, porção de terra estratégica que avançava sobre o mar entre as praias de Piaçaba e de Santa Luzia, desempenhava importante papel na proteção da cidade e na administração colonial.

http://acontecenosmuseus.blogspot.com.br/2014/05/18-curiosidades-sobre-museus-e-centros.html?spref=fb

18 de Maio Dia Internacional dos Museus

Vá a um museu e ganhe passaporte gratuito para todos os outros da cidade


O Dia Internacional dos Museus é comemorado em 18 de maio e quem ganha o presente é você. O público que passar, neste domingo, por qualquer um dos 13 equipamentos da Secretaria de Cultural do Estado de São Paulo listados abaixo ganha um livreto que garante uma entrada gratuita em cada instituição até maio de 2015.
 Esse é o “Passaporte dos Museus”, uma peça lúdica de divulgação que busca estimular o público paulista a visitar as instituições museológicas. A cada visita, o portador do passaporte recebe um carimbo na página do museu correspondente, a exemplo do que ocorre com um passaporte de verdade.

Confira abaixo todas as instituições participantes:

Casa das Rosas 
Endereço: Av. Paulista, 37 – Bela Vista – São Paulo-SP
Estação Brigadeiro do Metrô (850m)
Tel.: (11) 3285-6986 | 3288-9447
Funcionamento: de terça a sábado, das 10h às 22h | domingos e feriados, das 10h às 18h.
Grátis
www.casadasrosas.org.br

Casa Guilherme de Almeida
Endereço: R. Macapá, 187 – Pacaembu – São Paulo-SP
Metrô Sumaré (900m)
Tel.: (11) 3673-1883 | 3672-1391
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h.
Grátis
www.casaguilhermedealmeida.org.br

Catavento – Espaço Cultural da Criança 
Endereço: Palácio das Indústrias – Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP.
Estação Dom Pedro II (600m)
Tel: (11) 3315-0051
Funcionamento: terça a domingo, das 9h às 17h (bilheteria fecha às 16h).
Estacionamento: R$ 10 até 4 horas (para visitantes do museu). Adicional por hora: R$ 2,00 (capacidade para 200 carros). Ônibus e vans: R$20,00. 
R$ 6,00 | Grátis aos Sábados
www.cataventocultural.org.br/mapas.asp 
 
Memorial da Resistência
Endereço: Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo-SP
Metrô Luz (500m)/ CPTM Julio Prestes (240m)
Tel.: (11) 3335-4990
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h30
Grátis
Agendamento de visitas educativas 3324.0943 ou 0944
www.memorialdaresistenciasp.org.br

Museu Afro Brasil 
Endereço: R. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Pavilhão Manoel da Nóbrega – Parque do Ibirapuera, portão 10 – São Paulo-SP
Estacionamento pelo portão 3 (cartão Zona Azul)
Tel.: (11) 3320-8900
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h)
R$ 6,00 | Grátis às quintas-feiras e sábados
www.museuafrobrasil.org.br

Museu da Casa Brasileira 
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2,705 – Jardim Paulistano – São Paulo-SP
CPTM Cidade Jardim (850m)
Tel.: (11) 3032-3727 / 3032-2564
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h
R$ 4,00 | Grátis aos sábados, domingos e feriados
Entrada gratuita para crianças até 10 anos e idosos acima de 60 anos
www.mcb.org.br

Museu da Imagem e do Som – MIS
Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo-SP
Tel.: (11) 2117-4777
Funcionamento: de terça a sexta, das 12h às 22h | sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h
Entrada gratuita às terças-feiras. Aos sábados, acesso grátis às exposições do térreo e do acervo.
www.mis-sp.org.br

Museu da Língua Portuguesa
Endereço: Praça da Luz, s/nº – Luz – São Paulo-SP
Metrô e CPTM Luz (0m)
Tel.: (11) Tel.: (11) 3322-0080
Funcionamento: de terça a domingo das 10h às 18h. Aberto até 22h toda última terça-feira do mês (bilheteria fecha às 21h).
R$ 6,00 | Grátis aos sábados. Até o final de 2014, grátis também às terças-feiras.
Entrada gratuita para professores da rede pública com holerite e carteira de identidade; crianças até 10 anos e adultos a partir de 60 anos.
www.museulinguaportuguesa.org.br

Museu de Arte Sacra
Endereço: Av. Tiradentes, 676 – Luz – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3326.3336
Metrô Tiradentes (60m)
Funcionamento: de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 10 às 18h.
R$ 6,00 | Grátis aos sábados
Entrada gratuita para maiores de 60 anos, crianças até 7 anos, professores da rede pública (com identificação) e até 4 acompanhantes
www.museuartesacra.org.br

Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller, s/nº – Estádio Paulo Machado de Carvalho – Pacaembu – São Paulo-SP
Estação Cínicas do Metrô (1,5 km)
Tel.: (11) 3664-3848
Funcionamento: terça a domingo das 9h às 17h. De 13 de maio a 13 de julho, o museu abrirá das 9h às 22h (bilheteria até 21h).
R$ 6,00 | Grátis às quintas-feiras e aos sábados. Meia-entrada para estudantes com carteirinha, idosos, aposentados e professores da rede pública (estadual e municipal)
www.museudofutebol.org.br

Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66 – Luz – São Paulo/SP
Metrô Luz (500m)
CPTM Julio Prestes (240m)
Tel.: 11 3335-4990
Funcionamento: Terça a domingo das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)
R$ 6,00 | Grátis aos sábados.
O ingresso dá direito a uma visita à Pinacoteca.
Crianças com até 10 anos e idosos maiores de 60 anos não pagam.
www.pinacoteca.org.br

Paço das Artes
Endereço: Av. da Universidade, I – Cidade Universitária/USP – Butantã – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3814-4832
Funcionamento: de terça a sexta, das 11h30 às 19h | sábados, domingos e feriados, das 12h30 às 17h30
Visitas monitoradas: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h30
Grátis
www.pacodasartes.org.br

Pinacoteca
Endereço: Praça da Luz, 2 – Luz – São Paulo-SP
Tel.: (11) 3324-1000
Metrô e CPTM Luz
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h). Às quintas-feiras até às 22h.
R$ 6,00 | Grátis aos sábados (dia todo) e às quintas (após 17h).
O ingresso dá direito a uma visita à Estação Pinacoteca.
www.pinacoteca.org.br


https://catracalivre.com.br/sp/agenda/gratis/va-ao-museu-e-ganhe-passaporte-gratuito-para-todos-os-outros-da-cidade/?fb_action_ids=10203781211440492&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map={%2210203781211440492%22%3A907851129240610}&action_type_map={%2210203781211440492%22%3A%22og.likes%22}&action_ref_map=[]

Museu da Inconfidência em Greve

Museu Imperial em Greve

Arquitetura mesclada com grandes nomes da arte





Arquitetura mesclada com grandes nomes da arte

http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-92/cartuns/archist

 





























13/05/2014

12ª Semana de Museus EM GREVE!



Artesdepressão


Greve Museus Federais


ESTAMOS EM GREVE - Museu do Ouro

Os servidores em exercício no Museu do Ouro aderiram à GREVE NACIONAL DOS SERVIDORES FEDERAIS DA CULTURA a partir do dia 12 de maio de 2014, por tempo indeterminado, contra uma política nacional de desmanche e abandono do setor cultural  
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MANIFESTO DOS SERVIDORES DA CULTURA
Diz a Constituição Federal que o Estado deve garantir a todos o pleno exercício dos direitos culturais. Entre as atribuições do Estado, podemos destacar a defesa e a valorização do patrimônio cultural brasileiro, o fomento às manifestações artísticas, a promoção da diversidade cultural. No entanto, sabemos que a Cultura, em nosso país, não é tratada como prioridade. O governo federal destina apenas 0,6% de seu orçamento para o Ministério da Cultura, enquanto dedica quase 45% da arrecadação para o pagamento de juros e amortizações das dívidas interna e externa (fonte: Auditoria Cidadã da Dívida).Eis o resultado dessa política: por um lado, museus federais, bibliotecas, entre elas a Biblioteca Nacional, centros de documentação, teatros, e demais instituições culturais estão em péssimo estado de conservação, a infraestrutura está precarizada e não garante a segurança das pessoas e do patrimônio cultural bibliográfico, museológico, arqueológico e arquivísticosob a responsabilidade do MinC. Além disso, a política de fomento à cultura em suas diversas linguagens se revela concentradora de recursos, comprometendo o objetivo principal de garantir a plena expressão cultural e acesso à cultura por todos os brasileiros.A situação do quadro funcional do MinC é a outra face dessa mesma moeda. O governo simplesmente ignora os acordos sindicais assinados com os servidores da Cultura nos últimos 10 anos e se recusa a cumpri-los na íntegra! Os servidores da pasta estão entre os que recebem a pior remuneração do Poder Executivo Federal. O profissional da Cultura não recebe nenhum adicional de titulação ou qualificação, mesmo que tenha graduação (servidores de nível médio), especialização, mestrado ou doutorado, ao contrário do que ocorre em diversos outros Ministérios. Diante da falta de perspectiva como servidor da Cultura, grande parte dos servidores tem deixado seus cargos em busca de melhores salários. A evasão de servidores ingressos no Ministério nos últimos dez anos chega a 60%! Soma-se a isso o fato de que cerca de metade dos servidores poderá se aposentar em menos de cinco anos. Em breve, não sobrará ninguém!                                                                          
                                              POR TUDO ISSO, ESTAMOS NA RUA!
Nossas causas:
• Valorização da Cultura no conjunto das políticas do governo federal;
• Aumento da verba da Cultura no orçamento da União;
• Liberdade de manifestação cultural, artística e política;
• Formulação e execução de políticas de fomento mais inclusivas e descentralizadoras de recursos;
• Conservação adequada dos bens imóveis, equipamentos e acervos culturais mantidos pelo Poder Público Federal;
• Valorização dos servidores federais da cultura e adoção de uma política remuneratória condizente com suas responsabilidades e qualificações (incluindo aí o cumprimento de 10 anos de acordos firmados com a categoria).                           
               
                          Venha lutar pela Cultura que também é SUA!
                                         Valorize o SEU patrimônio!
                                      Fórum das Associações dos Servidores Federais da Cultura
 

Uma oportunidade para nossos museus


O MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE ITAIPÚ

A partir do dia 12 de Maio, os servidores federais vinculados ao Ministério da Cultura entrarão em greve por tempo indeterminado, com o intuito de chamar atenção para as demandas da categoria. O MUSEU DE ARQUEOLOGIA DE ITAIPÚ ficará, portanto, fechado para visitação desse dia em diante.
 
 
 
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TV Cultura abre suas portas para o público conhecer seu acervo e história

Visita faz parte do programa especial que a emissora preparou para a 12ª Semana Nacional de Museus, com exposição exclusiva do programa Castelo Rá-Tim-Bum

semana-museus
 
Entre 12 e 16 de maio, a TV Cultura participa da 12ª Semana de Museus, organizada pelo IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus) e realizada em diversas instituições culturais do Brasil. O tema escolhido pela Fundação Padre Anchieta – mantenedora da TV Cultura, Rádios Cultura AM e FM e TV Rá Tim Bum! – para esta edição é Cultura também é Museu: onde fantasias se tornam realidade. Durante cinco dias, a emissora abrirá as portas para aqueles que desejam conhecer sua história e saber como é o dia a dia de uma televisão.

O evento conta com duas exposições exclusivas. Uma dela é Castelo Rá-Tim-Bum 20 anos, composta por figurinos, material cenográfico e documentação da atração infanto-juvenil. A outra é Também sou cultura, formada pelo acervo de artes visuais. A TV Cultura também irá prestar homenagem aos seus funcionários e celebrar os 45 anos de sua trajetória.

O visitante também terá a oportunidade de conhecer não só as obras de arte que constituem o acervo Fundação como também diversas áreas da emissora, como as redações do jornalismo e da rádio, os estúdios, o prédio administrativo e as salas de controle de exibição.

A duração de cada visita é de aproximadamente duas horas. Serão realizadas em dois horários: 11h e 16h (com exceção da sexta-feira, dia 16, que terá visitação somente no período da manhã).

Para participar, os interessados devem encaminhar um e-mail para o endereço semanademuseus@tvcultura.com.br. Vagas e horários de visitação são limitados.

Serviço
TV Cultura – Semana Nacional de Museus
De 12 a 16 de maio de 2014 (no dia 16 haverá visita somente no período da manhã).
Horários: 11h e 16h
Inscrições: mandar um e-mail para: semanademuseus@tvcultura.com.br
Informações: 2182-3222

http://tvcultura.cmais.com.br/tv-cultura-abre-suas-portas-para-o-publico-conhecer-seu-acervo-e-historia

Rio recebe mostra com obras de estrelas da arte do século XX

Exposição no CCBB traz à cidade parte de valiosa coleção alemã, com trabalhos de artistas como Andy Warhol, Pablo Picasso e Jeff Koons

'Cabeça de criança', de 1991, é a pintura hiper-realista que recebe os visitantes da exposição 'Visões na coleção Ludwig', no Centro Cultural Banco do Brasil (RJ) Foto: Fábio Seixo / Agência O Globo


RIO - Na década de 1980, um já consagrado Andy Warhol adotou jovens pupilos em Nova York. Um deles foi Jean-Michel Basquiat, que, mais tarde, seria também consagrado no panteão da arte do século XX. Os dois fizeram juntos uma pintura em acrílico, em 1984. Trinta anos depois, a obra surge disposta numa sala no Centro do Rio de frente para dois querubins esculpidos em madeira pelo renomado Jeff Koons, no mesmo ambiente onde está uma pintura do mestre espanhol Pablo Picasso, outra de Roy Lichtenstein e mais uma de Warhol.
Como nesta sala, o segundo andar todo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio será ocupado por trabalhos de estrelas da História da arte, a partir desta terça-feira, às 19h30m, quando exposição “Visões na coleção Ludwig” tem abertura para convidados (e nesta quarta-feira, para o público). Trata-se de um valioso recorte — de valor estimado em R$ 500 milhões — do acervo de 20 mil obras formado ao longo de mais de meio século pelo casal alemão Peter e Irene Ludwig. Todas as peças agora no Brasil vieram da Rússia, do Museu Ludwig em São Petersburgo, para o qual os colecionadores doaram centenas das obras de arte que compraram.
Orçada em R$ 4 milhões, a mostra passou por São Paulo no início deste ano e cruzará a Copa do Mundo no CCBB carioca (até 21 de julho), ao lado da exposição de Salvador Dalí (esta no primeiro andar da instituição, com abertura marcada para 29 de maio). No final de agosto, “Visões na coleção Ludwig” deve ir a Belo Horizonte. Embora circulem pelo país mais de 70 obras do acervo alemão, no Rio serão vistas 56 delas — o tamanho da mostra vem sendo adaptado aos espaços expositivos; em São Paulo, por exemplo, o número de peças passou de 60.

Pintura ou foto?
Ainda assim, a sensação de que se está diante de uma coleção potente segue preservada. Já na rotunda do centro cultural do Rio, surge o monumental retrato — de mais de 6 metros de altura e 4 de largura — de uma criança muito pálida, de olhos fechados, minuciosamente representada pelo austríaco Gottfried Helnwein. A obra na entrada do CCBB serve como pista para um tema caro à exposição e também à toda coleção dos Ludwig: o do hiper-realismo, que deixa o espectador em dúvida sobre estar diante de uma pintura ou de uma fotografia (no caso do retrato na rotunda, uma pintura).
A voltagem hiper-realista é enfática numa das quatro salas da exposição (talvez a mais importante delas), com o imponente painel “48 retratos”, que o alemão Gerhard Richter (o artista vivo mais caro do mundo) criou para apresentar na Bienal de Veneza de 1972.
A partir de fotografias, ele refez com tinta a óleo o rosto de 48 intelectuais do século XX, como Oscar Wilde, Franz Kafka e Rainer Maria Rilke. O painel que veio ao Brasil é uma reprodução do original em fotografia (também feita por Richter), como se o artista brincasse com o trânsito entre os suportes.
— O público vai acabar usufruindo mais desta sala (onde está “48 retratos”), porque aqui trabalhamos o diálogo entre fotografia e pintura — diz a cubana Ania Rodríguez, uma das quatro curadoras da exposição. — Quando surgiu, nos anos 1970, a obra de Richter causou furor, foi um marco dessa pintura que dialoga com foto. É uma obra-prima do século XX.
Na parede exatamente oposta à dos 48 retratos do pintor alemão, estão outros 48 retratos — desta vez, só de mulheres. É o irônico trabalho criado por Gottfried Helnwein em 1991, como uma resposta ao painel exclusivamente masculino de Richter. Pina Bausch, Tina Turner e Marilyn Monroe estão retratadas nos “48 retratos” de Gottfried. Os dois painéis não foram apresentados na íntegra em São Paulo, onde acabaram “cortados” por falta de espaço.
Os curadores da mostra — além de Ania Rodríguez, assinam a exposição o brasileiro Rodolfo Athayde e os russos Evgenia Petrova e Joseph Kiblitsky (do Museu Ludwig, em São Petersburgo) — tiveram trabalho árduo para pinçar entre as milhares de obras do acervo particular aquelas que, finalmente, viriam ao país. Foram muitos anos de negociação e, segundo Kiblitsky, “era difícil fazer um recorte partindo de toda a coleção Ludwig, que é muito grande”.
— Um dos principais diferenciais de Peter Ludwig (1925-1996) como colecionador é que, para ele, o exercício de colecionar arte foi uma questão cotidiana até o ponto de se tornar um trabalho — diz Evgenia Petrova.

Diálogo com mostra no MAM
Esta, aliás, será a segunda exposição atualmente em cartaz no Rio dedicada ao olhar de um colecionador particular — o Museu de Arte Moderna (MAM) apresenta, até 25 de maio, a mostra “A inusitada coleção de Sylvio Perlstein”, com obras do colecionador belga que, assim como Peter e Irene Ludwig (1927-2010), conviveu com artistas, apostou em trabalhos que só mais tarde seriam reconhecidos e fez da arte de colecionar um mote para a vida.
Foi no convívio com Man Ray, por exemplo, que Perlstein formou uma poderosa coleção de fotos do surrealista, ou que Peter Ludwig acabou retratado por Andy Warhol numa serigrafia de 1980.
Mas se Perlstein (empresário do ramo da mineração diamante que conviveu não só com Man Ray, mas com Robert Ryman e Sol LeWitt, entre outros) guardou as obras no próprio apartamento em Paris (e as “revelou” em empréstimos para exposições públicas, como a do MAM), Peter e Irene Ludwig, donos de uma fábrica de chocolates em Colônia, na Alemanha, decidiram desde o final dos anos 1950 doar suas peças para instituições europeias por não poderem guardá-las, mas também com “a clara intenção de mostrar sua coleção ao público, de democratizar seu acervo privado”, nas palavras de Evgenia Petrova.
Os dois acabaram formando ao todo 14 museus Ludwig espalhados pelo mundo. O “coração” do acervo fica na Alemanha, mas o casal criou até uma fundação em Cuba, em 1995, e doou antiguidades para a construção de um museu em Basel, na Suíça.
— Um dos interesses de Peter era levar obras para preencher lacunas nos acervos de museus que visitavam. Para a Rússia, por exemplo, doaram obras da arte pop e do hiper-realismo, além de Picasso — conta Ania Rodríguez, lembrando que Peter Ludwig é dono da terceira maior coleção do mundo do artista espanhol.
Picasso é uma das três grandes potências da coleção, ao lado da arte pop e da vanguarda russa — esta ocupa espaço menor na mostra que chega ao CCBB do Rio, concentrada sobretudo na última sala da exposição.
— Sinto que uma das coisas que identificam Sylvio Perlstein e Peter Ludwig é o fato de gostarem de arte, de se verem envolvidos com o ambiente artístico não como um passo calculado para criar uma coleção valiosa ou uma rede de museus, como acabou acontecendo no caso dos Ludwig. Tanto que esses colecionadores adquiriram suas fortunas em outras áreas. O colecionismo nesses casos tinha mais sentido artístico, de preencher necessidades afetivas, e não materiais — avalia Ania Rodríguez. — A coleção Ludwig mostra que ele se guiou por contextos, por acreditar que, onde havia efervescência, havia uma arte efervescente, como a arte pop. E hoje vemos que ele acertou.

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Vik Muniz

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