29/07/2009
Museus e bibliotecas entram na era da digitalização
O especialista em cultura digital da Universidade de Madri, Arturo Castellary, fala sobre o novo movimento, indispensável para que instituições mantenham uma linguagem adequada às novas gerações.
21/07/2009
Jogo Patrimônios da Humanidade - UNESCO
This Traveler IQ challenge compares your geographical knowledge against the Web's First Travel Blog's other 4,373,898 travelers who have taken this challenge as of Friday, August 07, 2009 at 12:36AM GMT. (TravelPod is a member of the TripAdvisor Media Network)
16/07/2009
+ Museu
Notícias Quinta-Feira, 16 de julho de 2009
JC e-mail 3806, de 16 de Julho de 2009.
1. Museu da Amazônia trabalha para ser inaugurado em março
Protocolo de intenções assinado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e pelo governador do Amazonas, Eduardo Braga, na abertura da 61a Reunião Anual da SBPC, ajudará a formalizar cessão da área para dar início às obras
Vinicius Neder escreve de Manaus para o “JC e-mail”:
O Museu da Amazônia (Musa), a ser instalado na Reserva Ducke, área de 10 mil metros quadrados pertencente ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, segue seu trabalho para ser inaugurado em março de 2010.
Nesta quarta-feira, dia 15, foi assinado convênio entre o museu e a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas, no estande do Musa na ExpoT&C, feira de exposições paralela à Reunião Anual da SBPC. O convênio envolve cerca de R$ 200 mil, para manter a estrutura da exposição do museu apresentada no evento, que termina nesta sexta-feira.
Mais importante foi o protocolo de intenções de colaboração para instalação do museu, assinado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e o governador do Amazonas, Eduardo Braga. Segundo Rita Mesquita, diretora adjunta do Musa, embora o protocolo possa incluir aporte de recursos federais, seu ponto mais importante é a cessão da área pertencente ao Inpa para instalar o museu. Com a liberação da área, começam as obras.
A construção da primeira fase do projeto está garantida por dotação orçamentária de R$ 12 milhões repassada pelo governo do Amazonas. De acordo com Rita, o projeto prevê a inauguração e a abertura do Musa ao público logo após a primeira fase do projeto, que inclui um aquário de água doce.
Fundado em janeiro deste ano como uma associação civil de direito privado e sem fins lucrativos, o Musa se apresenta como um espaço “para estudar, representar, e conhecer a diversidade ambiental e cultural da Amazônia”. Além de ser voltado para divulgação científica e educação, ele terá também o papel de facilitar pesquisas, por meio de parcerias com universidades e institutos – o museu em si não terá pesquisadores.
“O museu quer ser um facilitador de pesquisas de outras instituições. É para isso que estamos estabelecendo parcerias com outras instituições. Por exemplo, se nós construirmos uma passarela no dossel da floresta e essa passarela for de interesse dos pesquisadores, será perfeito”, explicou Rita.
Enquanto as obras físicas do museu não começam, a associação civil segue seu rumo para consolidar-se institucionalmente. De 31 de julho a 10 de agosto, ocorrerão as eleições para sete vagas do Conselho de Administração do Musa – a votação será eletrônica, no site www.museudaamazonia.org.br. O conselho é formado por 11 membros, mas quatro são permanentes.
Depois de composto integralmente, o órgão dará posse à diretoria geral. Atualmente, ele é dirigido por uma diretoria pro tempore. Presidente de honra da SBPC, Ennio Candotti é o atual diretor executivo do Musa.
JC e-mail 3806, de 16 de Julho de 2009.
1. Museu da Amazônia trabalha para ser inaugurado em março
Protocolo de intenções assinado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e pelo governador do Amazonas, Eduardo Braga, na abertura da 61a Reunião Anual da SBPC, ajudará a formalizar cessão da área para dar início às obras
Vinicius Neder escreve de Manaus para o “JC e-mail”:
O Museu da Amazônia (Musa), a ser instalado na Reserva Ducke, área de 10 mil metros quadrados pertencente ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), em Manaus, segue seu trabalho para ser inaugurado em março de 2010.
Nesta quarta-feira, dia 15, foi assinado convênio entre o museu e a Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Amazonas, no estande do Musa na ExpoT&C, feira de exposições paralela à Reunião Anual da SBPC. O convênio envolve cerca de R$ 200 mil, para manter a estrutura da exposição do museu apresentada no evento, que termina nesta sexta-feira.
Mais importante foi o protocolo de intenções de colaboração para instalação do museu, assinado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, e o governador do Amazonas, Eduardo Braga. Segundo Rita Mesquita, diretora adjunta do Musa, embora o protocolo possa incluir aporte de recursos federais, seu ponto mais importante é a cessão da área pertencente ao Inpa para instalar o museu. Com a liberação da área, começam as obras.
A construção da primeira fase do projeto está garantida por dotação orçamentária de R$ 12 milhões repassada pelo governo do Amazonas. De acordo com Rita, o projeto prevê a inauguração e a abertura do Musa ao público logo após a primeira fase do projeto, que inclui um aquário de água doce.
Fundado em janeiro deste ano como uma associação civil de direito privado e sem fins lucrativos, o Musa se apresenta como um espaço “para estudar, representar, e conhecer a diversidade ambiental e cultural da Amazônia”. Além de ser voltado para divulgação científica e educação, ele terá também o papel de facilitar pesquisas, por meio de parcerias com universidades e institutos – o museu em si não terá pesquisadores.
“O museu quer ser um facilitador de pesquisas de outras instituições. É para isso que estamos estabelecendo parcerias com outras instituições. Por exemplo, se nós construirmos uma passarela no dossel da floresta e essa passarela for de interesse dos pesquisadores, será perfeito”, explicou Rita.
Enquanto as obras físicas do museu não começam, a associação civil segue seu rumo para consolidar-se institucionalmente. De 31 de julho a 10 de agosto, ocorrerão as eleições para sete vagas do Conselho de Administração do Musa – a votação será eletrônica, no site www.museudaamazonia.org.br. O conselho é formado por 11 membros, mas quatro são permanentes.
Depois de composto integralmente, o órgão dará posse à diretoria geral. Atualmente, ele é dirigido por uma diretoria pro tempore. Presidente de honra da SBPC, Ennio Candotti é o atual diretor executivo do Musa.
14/07/2009
exposição MNBA

Prezados(as) colegas,
O Museu Nacional de Belas Artes inaugura a exposição "O Louvre e seus visitantes - fotografias de Alécio de Andrade", na Sala Bernardelli do MNBA, dia 09 de julho, quinta-feira, às 12h.
Lembramos ainda que, paralelamente à exposição, haverá no dia 10 de julho às 16h, uma conferência de Jean Galard, diretor do serviço cultural do Museu do Louvre entre 1987 e 2002, com o tema "O Louvre e seus públicos: Uma política Cultural".
As senhas serão distribuidas uma hora antes da palestra que será realizada no Auditório Leandro Joaquim, localizado no 3º andar do MNBA, e estará sujeita à lotação da casa (70 lugares).
13/07/2009
08/07/2009
02/07/2009
CURSO PREPARATÓRIO - IPHAN e IBRAM
CURSO PREPARATÓRIO
PARA O CONCURSO PÚBLICO DO IPHAN e IBRAM
Autarquias do Ministério da Cultura
IPHAN - Instituto do Patrmônio Histórico e Artístico Nacional
IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus
Público-alvo:
O curso se destina a todos os profissionais, de nível médio e superior, que queiram ingressar nas diferentes vagas a serem ofertadas pelo IBRAM e IPHAN - nível médio e nível superior: Analista (administração, economia e áreas afins), Técnico: Museologia, Arqueologia, Arquitetura, Ciências Sociais, Arquivologia, Biblioteconomia, História da Arte, História e outras conforme os referidos editais a serem lançados.
As aulas serão em diferentes áreas de conhecimento das referidas autarquias do Ministério da Cultura (História, Arquitetura, Ciências Sociais, Museologia etc). Ressalta-se que serão abordados pontos das referidas áreas acima para os candidatos de todas as áreas.
POR EXEMPLO: Um candidato à vaga de Arquiteto pode fazer o módulo de Museologia ou Arqueologia por conta do conteúdo programático de conhecimentos gerais que poderá vir a ser cobrado no concurso do IBRAM e do IPHAN.
OBS: O concurso do IPHAN já foi autorizado pelo Ministério do Planejamento e o edital será lançado até outubro. O concurso do IBRAM deve ser autorizado em breve.
Local:
Será realizado na sede do SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal / Rio de Janeiro. Rua 13 de maio, 13 - 10º andar, Auditório (última sala a direita) -edifício do Bola Preta.
Período: quartas-feiras de 18:30 às 21:00 h. Confirmação da inscrição e pagamento: de 18:00h às 18:29h.
A frequência será semanal, preferencialmente às 4ªs feiras. Poderá haver troca do dia de aula por conta da solicitação de uso do auditório, que será informado antecipadamente. O horário SEMPRE permanecerá o mesmo.
Investimento:
Custará R$ 20,00 por módulo: 1 módulo = 1 aula de 18:30h às 21h.
Presença em 4 módulos de áreas distintas (História, Ciências Sociais, Arquitetura e Museologia) dará direito a certificado de participação.
Inscrições:
Pelo email da Associação Brasileira de Museologia abm@museologia.org.br dando as seguintes informações:
NOME COMPLETO:
TELEFONE FIXO:
TELEFONE CELULAR:
E-MAIL:
ENDEREÇO:
O pagamento será realizado no dia da aula escolhida, no período de 18:00 h às 18:29 h. As aulas começam às 18:30 h.
As pessoas participantes dos primeiros módulos, terão preferância nos módulos subsequentes. Quem fizer a inscrição e não comparecer, perderá a preferência de inscrição nos demais módulos.
Informações:
Caso ocorra alguma dúvida, solicitar esclarecimento via e-mail: abm@museologia.org.br
Realização:
ABM - Associação Brasileira de Museologia
ASBRAM - Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus
SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal/RJ
OBS: Associados da ABM (Associação Brasileira de Museologia), do SINTRASEF RJ e da ASBRAM (Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus) tem 50% de desconto, mas se sujeitam às mesmas condições elencadas no ítem Inscrições.
Primeira Aula:
15 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Silvia Campos de Pinho
História - Módulo I - Criação do IPHAN: antecedentes e contexto histórico
- Conceito de patrimônio
- Décadas de 1920 e 1930: contexto histórico
- Intelectuais, idéias de nação, busca do que é o Brasil
- Modernistas, viagem à Ouro Preto, brasilidade
- Barroco e moderno
- Gabinete Gustavo Capanema
Professora: Silvia Campos de Pinho
Segunda aula:
22 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Raquel da Costa Nery
Arquitetura - Módulo 1 – Introdução ao Patrimônio Cultural
- O que é Bem Cultural
- Origens do Patrimônio Cultural
- Instrumentos de preservação e conservação
- A ação de Inventário
- A ação de Salvaguarda (Proteção)
- O Tombamento
- A Conservação Preventiva
- O Restauro
Terceira aula:
29 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Jeanne Crespo
Módulo I - Introdução à Arqueologia Brasileira
- Teoria e Métodos em Arqueologia;
- A arqueologia brasileira pré-histórica e histórica: povoamento e processo de colonização do Brasil;
- Tipos de sítios arqueológicos e cultura material associada;
- Histórico da Arqueologia Brasileira e a constituição do campo da arqueologia no Brasil.
Quarta aula:
02 de agosto de 2009 quarta-feira
Professor: Andre Andion Angulo
Módulo I: Política Nacional de Museus (PNM)
- Construção da PNM
- Os 7 eixos estruturantes da PNM
- Sistema Brasileiro de Museus (SBM)
- Comitê gestor do SBM
- Editais e prêmios no âmbito do DEMU (Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN) e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus)
- relatórios DEMU-IPHAN
Em breve: Agendamento das próximas aulas.
PROGRAMA DO CURSO
História
Silvia Campos de Pinho
Graduada em Economia - UFMG
Graduada em História - UFMG
Mestre em História - UFMG
Historiadora do Museu da República - IBRAM - Ministério da Cultura
Aprovada no concurso público do IPHAN de 2005
Módulo I - Criação do IPHAN: antecedentes e contexto histórico
- Conceito de patrimônio
- Décadas de 1920 e 1930: contexto histórico
- Intelectuais, idéias de nação, busca do que é o Brasil
- Modernistas, viagem à Ouro Preto, brasilidade
- Barroco e moderno
- Gabinete Gustavo Capanema
Módulo II - Momento “fundador”: Os “pioneiros” e a Gestão Rodrigo Mello Franco de Andrade
- Ante-projeto de Mário de Andrade
- Criação do SPHAN
- Principais diretrizes, critérios: o SPHAN de “pedra e cal”
- Principais ações, políticas e instrumentos
- Relações com a comunidade
Módulo III - O IPHAN pós- Rodrigo Mello Franco de Andrade
- Gestões seguintes, com destaque para Aloísio Magalhães
- Momento “renovador”
- Gestão Aloísio Magalhães: o IPHAN ganha um outro olhar
- O IPHAN e a chamada “pós-modernidade”
- Novas orientações
Módulo IV - Orientações do IPHAN nos últimos anos e na atualidade
- Principais princípios norteadores
- Noção de patrimônio material e o instrumento de registro
- Relações com a(s) comunidade(s) e cidadania
- Ações e políticas, objetivos e projetos,
- Revisão detalhada de algumas questões da prova de 2005
Ciências Sociais
Jeanne Crespo
Bacharel e Licenciada em História pela UFRJ;
Especialista em Relações Internacionais pela Cândido Mendes;
Mestre em História com área de concentração em Arqueologia pela UFF;
Arqueóloga do Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico Nacional desde 2006, com experiência tanto na Área Central quanto nas Superintendências Regionais deste Instituto;
Professora da área de Memória, História e Patrimônio Cultural da UNISUAM;
Aprovada no Concurso do IPHAN de 2005.
Módulo I - Introdução à Arqueologia Brasileira
- Teoria e Métodos em Arqueologia;
- A arqueologia brasileira pré-histórica e histórica: povoamento e processo de colonização do Brasil;
- Tipos de sítios arqueológicos e cultura material associada;
- Histórico da Arqueologia Brasileira e a constituição do campo da arqueologia no Brasil.
Módulo II - A Arqueologia na Legislação Brasileira
- O Patrimônio Cultural na Constituição Brasileira e a Lei 3924/1961;
- Portarias SPHAN no. 07/88, IPHAN no. 230/02, IPHAN no.28 /03;
- Legislação referente à arqueologia subaquática;
- Questões referentes à arqueologia histórica e à arqueologia para restauração de bens.
Módulo III - Gestão do Patrimônio Arqueológico no Brasil
- As Cartas e Convenções Internacionais;
- Ficha de Registro e Ficha de Cadastro/CNSA;
- Inventário Nacional de Coleções Arqueológicas;
- Medidas de proteção para os sítios arqueológicos brasileiros: registro e tombamento.
Módulo IV - Patrimônio Natural, Arqueológico e Ambiental
- Relação entre Patrimônio Cultural e Patrimônio Natural ;
- Resolução CONAMA no. 001 de 1986 e suas implicações;
- Processo de licenciamento ambiental e sua relação com a "arqueologia de contrato";
- Legislação referente aos danos causados ao Patrimônio Cultural.
Arquitetura
Raquel da Costa Nery
Graduada em Arquitetura - Universidade Mackenzie, São Paulo.
Mestranda em Patrimônio Cultural- USP
Arquiteta da Superintendência do IPHAN no Rio de Janeiro- IPHAN - Ministério da Cultura
Aprovada no concurso público do IPHAN de 2005.
Módulo 1 – Introdução ao Patrimônio Cultural
- O que é Bem Cultural
- Origens do Patrimônio Cultural
- Instrumentos de preservação e conservação
- A ação de Inventário
- A ação de Salvaguarda (Proteção)
- O Tombamento
- A Conservação Preventiva
- O Restauro
Módulo 2 – Legislação
- Constituição Brasileira - Capítulo sobre o uso do solo urbano, função social da propriedade e patrimônio (20, 23, 24, 30, 215, 216);
- Decreto-lei n.º 25/37;
- Lei n° 10.257/2001 - Patrimônio Histórico no Estatuto da Cidade;
- Lei 9.605/98 (artigos 62, 63, 64 e 65) – de Crimes Ambientais;
- Normas brasileiras referentes à arquitetura;
- Normas e legislação sobre segurança no trabalho;
- Cartas Patrimoniais referentes ao patrimônio arquitetônico, urbanístico e paisagístico.
Módulo 3 – Arquitetura e Urbanismo na Prática Patrimonial
- Projetos e conceitos básicos de Restauração;
- Levantamento arquitetônico;
- Diagnóstico do estado de conservação;
- Proposta: metodologia, justificativa conceitual, especificações técnicas.
- Fiscalização e análise de projetos;
- Obras de restauração, conservação e adaptação em edifícios e em conjuntos urbanos tombados e seus entornos;
- Identificação de bens imóveis ou sítios urbanos visando sua preservação enquanto patrimônio cultural.
Módulo 4 - História e Teoria
- Teoria e história da arquitetura e do urbanismo;
- História da Arquitetura, do Urbanismo e das cidades no Brasil;
- História e Teoria da Preservação e da Restauração;
- Desenvolvimento urbano e preservação: instrumentos de controle urbanístico;
- O edifício, o sítio urbano e a paisagem como patrimônio cultural;
- Técnicas e Sistemas Construtivos Tradicionais.
Módulo 5 - Práticas de preservação e conservação no IPHAN
- Ações que antecedem uma obra de restauro: Inventário de BMI e Arqueologia
- A fiscalização da obra de restauro
- Inventários no IPHAN:
- Bens imóveis e Integrados - INBMI
- Bens Imóveis: INBI SU
- Entrada e saída de obras de arte
- Processo de tombamento: critérios e instrução
Museologia
Andre Andion Angulo
Bacharel em Museologia - Uni-Rio
Mestre em Arquitetura e Urbanismo - UFF
Museólogo do Museu da República - IBRAM - Ministério da Cultura
Aprovado no concurso público do IPHAN de 2005]
Módulo I: Política Nacional de Museus (PNM)
- Construção da PNM
- Os 7 eixos estruturantes da PNM
- Sistema Brasileiro de Museus (SBM)
- Comitê gestor do SBM
- Editais e prêmios no âmbito do DEMU (Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN) e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus)
- relatórios DEMU-IPHAN
Módulo II: Plano Museológico
- Planejamento e gestão em museus
- Portaria do IPHAN de estabelecimento do Plano Museológico nos Museus do IPHAN
- Programas do instrumento: institucional, acervos, segurança, arquitetônico, exposições, pesquisa, gestão de pessoas etc
- Missão, objetivos e diagnóstico participativo
- Instituições que adotaram e que estão com os Planos Museológicos em construção
Módulo III: Estatuto dos Museus LEI Nº 11.904, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
- Construção participativa do Estatuto dos Museus
- Debate público no Congresso Nacional - governos estaduais e agentes prós e contras a Lei.
- princípios fundamentais dos museus
- Museu X Coleção Visitável
- Penalidades
Módulo IV: Criação do IBRAM re-estruturação do IPHAN
- Plano Especial de cargos da Cultura
- Sistema Minc. Ministério da Cultura e institutições vinculadas
- Nova estrutura do IPHAN
- Estrutura do IBRAM
Módulo V: Museologia - funções museológicas
- Pesquisa, conservação e comunicação em museus
- Conceitos e terminologias em museus
- Conservação em museus: acondicionamento, transporte, reserva técnica e segurança.
- Registro de bens museológicos
- Comunicação em espaços museológicos: programas educativos, exposições e turismo
PARA O CONCURSO PÚBLICO DO IPHAN e IBRAM
Autarquias do Ministério da Cultura
IPHAN - Instituto do Patrmônio Histórico e Artístico Nacional
IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus
Público-alvo:
O curso se destina a todos os profissionais, de nível médio e superior, que queiram ingressar nas diferentes vagas a serem ofertadas pelo IBRAM e IPHAN - nível médio e nível superior: Analista (administração, economia e áreas afins), Técnico: Museologia, Arqueologia, Arquitetura, Ciências Sociais, Arquivologia, Biblioteconomia, História da Arte, História e outras conforme os referidos editais a serem lançados.
As aulas serão em diferentes áreas de conhecimento das referidas autarquias do Ministério da Cultura (História, Arquitetura, Ciências Sociais, Museologia etc). Ressalta-se que serão abordados pontos das referidas áreas acima para os candidatos de todas as áreas.
POR EXEMPLO: Um candidato à vaga de Arquiteto pode fazer o módulo de Museologia ou Arqueologia por conta do conteúdo programático de conhecimentos gerais que poderá vir a ser cobrado no concurso do IBRAM e do IPHAN.
OBS: O concurso do IPHAN já foi autorizado pelo Ministério do Planejamento e o edital será lançado até outubro. O concurso do IBRAM deve ser autorizado em breve.
Local:
Será realizado na sede do SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal / Rio de Janeiro. Rua 13 de maio, 13 - 10º andar, Auditório (última sala a direita) -edifício do Bola Preta.
Período: quartas-feiras de 18:30 às 21:00 h. Confirmação da inscrição e pagamento: de 18:00h às 18:29h.
A frequência será semanal, preferencialmente às 4ªs feiras. Poderá haver troca do dia de aula por conta da solicitação de uso do auditório, que será informado antecipadamente. O horário SEMPRE permanecerá o mesmo.
Investimento:
Custará R$ 20,00 por módulo: 1 módulo = 1 aula de 18:30h às 21h.
Presença em 4 módulos de áreas distintas (História, Ciências Sociais, Arquitetura e Museologia) dará direito a certificado de participação.
Inscrições:
Pelo email da Associação Brasileira de Museologia abm@museologia.org.br dando as seguintes informações:
NOME COMPLETO:
TELEFONE FIXO:
TELEFONE CELULAR:
E-MAIL:
ENDEREÇO:
O pagamento será realizado no dia da aula escolhida, no período de 18:00 h às 18:29 h. As aulas começam às 18:30 h.
As pessoas participantes dos primeiros módulos, terão preferância nos módulos subsequentes. Quem fizer a inscrição e não comparecer, perderá a preferência de inscrição nos demais módulos.
Informações:
Caso ocorra alguma dúvida, solicitar esclarecimento via e-mail: abm@museologia.org.br
Realização:
ABM - Associação Brasileira de Museologia
ASBRAM - Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus
SINTRASEF RJ - Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal/RJ
OBS: Associados da ABM (Associação Brasileira de Museologia), do SINTRASEF RJ e da ASBRAM (Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Museus) tem 50% de desconto, mas se sujeitam às mesmas condições elencadas no ítem Inscrições.
Primeira Aula:
15 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Silvia Campos de Pinho
História - Módulo I - Criação do IPHAN: antecedentes e contexto histórico
- Conceito de patrimônio
- Décadas de 1920 e 1930: contexto histórico
- Intelectuais, idéias de nação, busca do que é o Brasil
- Modernistas, viagem à Ouro Preto, brasilidade
- Barroco e moderno
- Gabinete Gustavo Capanema
Professora: Silvia Campos de Pinho
Segunda aula:
22 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Raquel da Costa Nery
Arquitetura - Módulo 1 – Introdução ao Patrimônio Cultural
- O que é Bem Cultural
- Origens do Patrimônio Cultural
- Instrumentos de preservação e conservação
- A ação de Inventário
- A ação de Salvaguarda (Proteção)
- O Tombamento
- A Conservação Preventiva
- O Restauro
Terceira aula:
29 de julho de 2009 quarta-feira
Professora: Jeanne Crespo
Módulo I - Introdução à Arqueologia Brasileira
- Teoria e Métodos em Arqueologia;
- A arqueologia brasileira pré-histórica e histórica: povoamento e processo de colonização do Brasil;
- Tipos de sítios arqueológicos e cultura material associada;
- Histórico da Arqueologia Brasileira e a constituição do campo da arqueologia no Brasil.
Quarta aula:
02 de agosto de 2009 quarta-feira
Professor: Andre Andion Angulo
Módulo I: Política Nacional de Museus (PNM)
- Construção da PNM
- Os 7 eixos estruturantes da PNM
- Sistema Brasileiro de Museus (SBM)
- Comitê gestor do SBM
- Editais e prêmios no âmbito do DEMU (Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN) e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus)
- relatórios DEMU-IPHAN
Em breve: Agendamento das próximas aulas.
PROGRAMA DO CURSO
História
Silvia Campos de Pinho
Graduada em Economia - UFMG
Graduada em História - UFMG
Mestre em História - UFMG
Historiadora do Museu da República - IBRAM - Ministério da Cultura
Aprovada no concurso público do IPHAN de 2005
Módulo I - Criação do IPHAN: antecedentes e contexto histórico
- Conceito de patrimônio
- Décadas de 1920 e 1930: contexto histórico
- Intelectuais, idéias de nação, busca do que é o Brasil
- Modernistas, viagem à Ouro Preto, brasilidade
- Barroco e moderno
- Gabinete Gustavo Capanema
Módulo II - Momento “fundador”: Os “pioneiros” e a Gestão Rodrigo Mello Franco de Andrade
- Ante-projeto de Mário de Andrade
- Criação do SPHAN
- Principais diretrizes, critérios: o SPHAN de “pedra e cal”
- Principais ações, políticas e instrumentos
- Relações com a comunidade
Módulo III - O IPHAN pós- Rodrigo Mello Franco de Andrade
- Gestões seguintes, com destaque para Aloísio Magalhães
- Momento “renovador”
- Gestão Aloísio Magalhães: o IPHAN ganha um outro olhar
- O IPHAN e a chamada “pós-modernidade”
- Novas orientações
Módulo IV - Orientações do IPHAN nos últimos anos e na atualidade
- Principais princípios norteadores
- Noção de patrimônio material e o instrumento de registro
- Relações com a(s) comunidade(s) e cidadania
- Ações e políticas, objetivos e projetos,
- Revisão detalhada de algumas questões da prova de 2005
Ciências Sociais
Jeanne Crespo
Bacharel e Licenciada em História pela UFRJ;
Especialista em Relações Internacionais pela Cândido Mendes;
Mestre em História com área de concentração em Arqueologia pela UFF;
Arqueóloga do Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico Nacional desde 2006, com experiência tanto na Área Central quanto nas Superintendências Regionais deste Instituto;
Professora da área de Memória, História e Patrimônio Cultural da UNISUAM;
Aprovada no Concurso do IPHAN de 2005.
Módulo I - Introdução à Arqueologia Brasileira
- Teoria e Métodos em Arqueologia;
- A arqueologia brasileira pré-histórica e histórica: povoamento e processo de colonização do Brasil;
- Tipos de sítios arqueológicos e cultura material associada;
- Histórico da Arqueologia Brasileira e a constituição do campo da arqueologia no Brasil.
Módulo II - A Arqueologia na Legislação Brasileira
- O Patrimônio Cultural na Constituição Brasileira e a Lei 3924/1961;
- Portarias SPHAN no. 07/88, IPHAN no. 230/02, IPHAN no.28 /03;
- Legislação referente à arqueologia subaquática;
- Questões referentes à arqueologia histórica e à arqueologia para restauração de bens.
Módulo III - Gestão do Patrimônio Arqueológico no Brasil
- As Cartas e Convenções Internacionais;
- Ficha de Registro e Ficha de Cadastro/CNSA;
- Inventário Nacional de Coleções Arqueológicas;
- Medidas de proteção para os sítios arqueológicos brasileiros: registro e tombamento.
Módulo IV - Patrimônio Natural, Arqueológico e Ambiental
- Relação entre Patrimônio Cultural e Patrimônio Natural ;
- Resolução CONAMA no. 001 de 1986 e suas implicações;
- Processo de licenciamento ambiental e sua relação com a "arqueologia de contrato";
- Legislação referente aos danos causados ao Patrimônio Cultural.
Arquitetura
Raquel da Costa Nery
Graduada em Arquitetura - Universidade Mackenzie, São Paulo.
Mestranda em Patrimônio Cultural- USP
Arquiteta da Superintendência do IPHAN no Rio de Janeiro- IPHAN - Ministério da Cultura
Aprovada no concurso público do IPHAN de 2005.
Módulo 1 – Introdução ao Patrimônio Cultural
- O que é Bem Cultural
- Origens do Patrimônio Cultural
- Instrumentos de preservação e conservação
- A ação de Inventário
- A ação de Salvaguarda (Proteção)
- O Tombamento
- A Conservação Preventiva
- O Restauro
Módulo 2 – Legislação
- Constituição Brasileira - Capítulo sobre o uso do solo urbano, função social da propriedade e patrimônio (20, 23, 24, 30, 215, 216);
- Decreto-lei n.º 25/37;
- Lei n° 10.257/2001 - Patrimônio Histórico no Estatuto da Cidade;
- Lei 9.605/98 (artigos 62, 63, 64 e 65) – de Crimes Ambientais;
- Normas brasileiras referentes à arquitetura;
- Normas e legislação sobre segurança no trabalho;
- Cartas Patrimoniais referentes ao patrimônio arquitetônico, urbanístico e paisagístico.
Módulo 3 – Arquitetura e Urbanismo na Prática Patrimonial
- Projetos e conceitos básicos de Restauração;
- Levantamento arquitetônico;
- Diagnóstico do estado de conservação;
- Proposta: metodologia, justificativa conceitual, especificações técnicas.
- Fiscalização e análise de projetos;
- Obras de restauração, conservação e adaptação em edifícios e em conjuntos urbanos tombados e seus entornos;
- Identificação de bens imóveis ou sítios urbanos visando sua preservação enquanto patrimônio cultural.
Módulo 4 - História e Teoria
- Teoria e história da arquitetura e do urbanismo;
- História da Arquitetura, do Urbanismo e das cidades no Brasil;
- História e Teoria da Preservação e da Restauração;
- Desenvolvimento urbano e preservação: instrumentos de controle urbanístico;
- O edifício, o sítio urbano e a paisagem como patrimônio cultural;
- Técnicas e Sistemas Construtivos Tradicionais.
Módulo 5 - Práticas de preservação e conservação no IPHAN
- Ações que antecedem uma obra de restauro: Inventário de BMI e Arqueologia
- A fiscalização da obra de restauro
- Inventários no IPHAN:
- Bens imóveis e Integrados - INBMI
- Bens Imóveis: INBI SU
- Entrada e saída de obras de arte
- Processo de tombamento: critérios e instrução
Museologia
Andre Andion Angulo
Bacharel em Museologia - Uni-Rio
Mestre em Arquitetura e Urbanismo - UFF
Museólogo do Museu da República - IBRAM - Ministério da Cultura
Aprovado no concurso público do IPHAN de 2005]
Módulo I: Política Nacional de Museus (PNM)
- Construção da PNM
- Os 7 eixos estruturantes da PNM
- Sistema Brasileiro de Museus (SBM)
- Comitê gestor do SBM
- Editais e prêmios no âmbito do DEMU (Departamento de Museus e Centros Culturais do IPHAN) e IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus)
- relatórios DEMU-IPHAN
Módulo II: Plano Museológico
- Planejamento e gestão em museus
- Portaria do IPHAN de estabelecimento do Plano Museológico nos Museus do IPHAN
- Programas do instrumento: institucional, acervos, segurança, arquitetônico, exposições, pesquisa, gestão de pessoas etc
- Missão, objetivos e diagnóstico participativo
- Instituições que adotaram e que estão com os Planos Museológicos em construção
Módulo III: Estatuto dos Museus LEI Nº 11.904, DE 14 DE JANEIRO DE 2009
- Construção participativa do Estatuto dos Museus
- Debate público no Congresso Nacional - governos estaduais e agentes prós e contras a Lei.
- princípios fundamentais dos museus
- Museu X Coleção Visitável
- Penalidades
Módulo IV: Criação do IBRAM re-estruturação do IPHAN
- Plano Especial de cargos da Cultura
- Sistema Minc. Ministério da Cultura e institutições vinculadas
- Nova estrutura do IPHAN
- Estrutura do IBRAM
Módulo V: Museologia - funções museológicas
- Pesquisa, conservação e comunicação em museus
- Conceitos e terminologias em museus
- Conservação em museus: acondicionamento, transporte, reserva técnica e segurança.
- Registro de bens museológicos
- Comunicação em espaços museológicos: programas educativos, exposições e turismo
29/06/2009
Michael Jackson
Museu de Cera de Madri leva para a rua escultura de Michael Jackson
Estátua foi posta na entrada para que admiradores façam homenagens.
Hard Rock Cafe, que exibe os sapatos do rei do pop, deve reunir fãs.

O Museu de Cera de Madri levou sua escultura de Michael Jackson para o pátio situado na entrada do recinto para que os admiradores do "Rei do Pop" possam render-lhe homenagem, após sua repentina morte.
A estátua, que representa o cantor com óculos de sol, luvas e uma camiseta branca com sua imagem, pode ser vista na praça de Colón, no centro de Madri, onde os responsáveis do museu colocaram um ramo de flores aos pés do Michael de cera.
A poucos metros, na praça onde fica o Hard Rock Café, os fãs do artista foram convocados a se reunir, através de mensagens de internet, levando flores e fotografias.
O Hard Rock Cafe Madri exibe os sapatos que
Michael usou em seu videoclipe "Bad" de 1987, além do convite dirigido ao cantor para assistir à festa do Music Awards de 1984, e a cédula na qual figurava seu nome como ganhador do prêmio de Melhor Cantor Masculino de Pop-Rock.
Estátua foi posta na entrada para que admiradores façam homenagens.
Hard Rock Cafe, que exibe os sapatos do rei do pop, deve reunir fãs.

O Museu de Cera de Madri levou sua escultura de Michael Jackson para o pátio situado na entrada do recinto para que os admiradores do "Rei do Pop" possam render-lhe homenagem, após sua repentina morte.
A estátua, que representa o cantor com óculos de sol, luvas e uma camiseta branca com sua imagem, pode ser vista na praça de Colón, no centro de Madri, onde os responsáveis do museu colocaram um ramo de flores aos pés do Michael de cera.
A poucos metros, na praça onde fica o Hard Rock Café, os fãs do artista foram convocados a se reunir, através de mensagens de internet, levando flores e fotografias.
O Hard Rock Cafe Madri exibe os sapatos que
Michael usou em seu videoclipe "Bad" de 1987, além do convite dirigido ao cantor para assistir à festa do Music Awards de 1984, e a cédula na qual figurava seu nome como ganhador do prêmio de Melhor Cantor Masculino de Pop-Rock.
25/06/2009
Museu Afro Brasil fecha em São Paulo
G1O Portal de Notícias da Globo
24/06/09 - 10h10 - Atualizado em 24/06/09 - 10h10
Em crise, Museu Afro Brasil fecha em São Paulo
Desde sábado, o Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, está fechado para visitação. O motivo, segundo seus administradores, é financeiro: por trás da placa “temporariamente fechado” fica uma instituição que há dois meses não consegue pagar os funcionários da limpeza, a manutenção do ar-condicionado, nem mesmo os 15 educadores que atendem visitas escolares - e que, na última semana, já estavam deixando de aparecer. A dívida chega a R$ 200 mil.
Os problemas financeiros acompanham a instituição desde a fundação, em 2004. A instituição, administrada pela Associação Museu Afro Brasil, era mantida pela Prefeitura até anteontem, em contrato com valor anual de cerca de R$ 1,8 milhão, assinado com a Secretaria Municipal da Cultura. Agora, com a assinatura de um convênio com o governo do Estado, a verba destinada ao museu aumentará mais de 15 vezes - até 2012, a instituição receberá um total de R$ 28 milhões, para reformar sua estrutura, ampliar a reserva técnica e restaurar o acervo, que conta hoje com cerca de 3 mil obras.
Para sanar os problemas mais urgentes, principalmente o pagamento dos 80 funcionários, a verba prevista para 2009 é de cerca de R$ 4 milhões. Mesmo assim, não há previsão de reabertura, segundo o diretor financeiro do museu, Luiz Henrique Neves. “Podemos dizer que até sexta-feira ele fica fechado. Mas haverá uma reunião da diretoria para definir quando reabriremos.” Mensalmente, entre 13 mil e 16 mil pessoas visitam o Museu Afro Brasil - por causa do fechamento das portas, no sábado, pelo menos 10 escolas públicas tiveram de desmarcar visitas.
Para entidades de defesa do movimento negro, o principal desafio na nova fase do museu - que se dedica, segundo definição própria, a “preservar o legado do negro na formação cultural do País” - é incluí-lo na agenda cultural da cidade. “É um absurdo ter chegado aonde chegou. Isso é reflexo do valor que a administração municipal, e a própria sociedade, dava a ele”, avalia Edna Roland, coordenadora, entre 2003 e 2005, da Área de Combate ao Racismo e Discriminação da Unesco no Brasil. “Que isso mude a partir de agora.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
24/06/09 - 10h10 - Atualizado em 24/06/09 - 10h10
Em crise, Museu Afro Brasil fecha em São Paulo
Desde sábado, o Museu Afro Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, está fechado para visitação. O motivo, segundo seus administradores, é financeiro: por trás da placa “temporariamente fechado” fica uma instituição que há dois meses não consegue pagar os funcionários da limpeza, a manutenção do ar-condicionado, nem mesmo os 15 educadores que atendem visitas escolares - e que, na última semana, já estavam deixando de aparecer. A dívida chega a R$ 200 mil.
Os problemas financeiros acompanham a instituição desde a fundação, em 2004. A instituição, administrada pela Associação Museu Afro Brasil, era mantida pela Prefeitura até anteontem, em contrato com valor anual de cerca de R$ 1,8 milhão, assinado com a Secretaria Municipal da Cultura. Agora, com a assinatura de um convênio com o governo do Estado, a verba destinada ao museu aumentará mais de 15 vezes - até 2012, a instituição receberá um total de R$ 28 milhões, para reformar sua estrutura, ampliar a reserva técnica e restaurar o acervo, que conta hoje com cerca de 3 mil obras.
Para sanar os problemas mais urgentes, principalmente o pagamento dos 80 funcionários, a verba prevista para 2009 é de cerca de R$ 4 milhões. Mesmo assim, não há previsão de reabertura, segundo o diretor financeiro do museu, Luiz Henrique Neves. “Podemos dizer que até sexta-feira ele fica fechado. Mas haverá uma reunião da diretoria para definir quando reabriremos.” Mensalmente, entre 13 mil e 16 mil pessoas visitam o Museu Afro Brasil - por causa do fechamento das portas, no sábado, pelo menos 10 escolas públicas tiveram de desmarcar visitas.
Para entidades de defesa do movimento negro, o principal desafio na nova fase do museu - que se dedica, segundo definição própria, a “preservar o legado do negro na formação cultural do País” - é incluí-lo na agenda cultural da cidade. “É um absurdo ter chegado aonde chegou. Isso é reflexo do valor que a administração municipal, e a própria sociedade, dava a ele”, avalia Edna Roland, coordenadora, entre 2003 e 2005, da Área de Combate ao Racismo e Discriminação da Unesco no Brasil. “Que isso mude a partir de agora.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
24/06/2009
23/06/2009
18/06/2009
11/06/2009
TIROS no MUSEU
Tiroteio no Museu do Holocausto, em Washington, um homem abriu fogo e feriu um guarda, que morreu no hospital. Saudade do tempo em que os únicos tiros dentro dos museus eram os do poema do Mario Chagas
"TIROS, TIROS
ME ATIREM BEIJOS,
BEIJOS, BEIJOS,
POIS QUERO MORRER DE AMOR..."
03/06/2009
02/06/2009
30/05/2009
Uma Noite no Museu Nacional
Notícias Sábado, 30 de maio de 2009
JC e-mail 3770, de 27 de Maio de 2009.
20. Uma “verdadeira” noite no museu
O Museu Nacional/UFRJ abre suas portas, no dia 30 de maio, para 20 crianças de 9 e 10 anos que irão passar uma noite na companhia de esqueletos de dinossauros e múmias egípcias
As crianças, alunos do Cap-UERJ, serão recepcionadas por atores caracterizados de personagens da Família Real, como D. João VI, D. Carlota Joaquina e Dona Maria.
Depois, percorrerão o museu, participando de atividades educativas e montarão seus acampamentos na hora de dormir. A idéia é contar de forma descontraída um pouco da história do Palácio de São Cristóvão e das pesquisas realizadas na instituição. Esta iniciativa tem patrocínio da Faperj e acontecerá também nos dias 27 de junho e 25 de julho.
Monitores realizarão oficinas com os estudantes, explicando o conteúdo de algumas salas e demonstrando as diversas áreas de atuação científica do museu. Esquetes com atores caracterizados de personagens da Família Real e outras atrações surpreendentes prometem divertir a criançada durante a noite.
O grupo vai poder dormir na sala onde fica a nova exposição do Museu Nacional/UFRJ: “Dinossauros no Sertão”, ao lado do Angaturama limai, um esqueleto de dinossauro com seis metros de comprimento. É a oportunidade de conviver com a maior réplica de um dinossauro carnívoro já montado no país.
Os alunos do CAp-UERJ foram selecionados pelo próprio colégio. O grupo chegará ao museu às 17h e sairá no dia seguinte, às 10h, após um café da manhã com os pais. As crianças só precisarão trazer seu pijama, travesseiro, roupa de cama e material para higiene pessoal.
O projeto “De Pijama no Museu” foi idealizado pelo setor de Paleovertebrados do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Com patrocínio da Faperj, serão realizadas três edições. O museu espera conseguir outros patrocínios para dar continuidade ao evento ao longo do ano.
O Museu Nacional/UFRJ fica na Quinta da Boa Vista, s/n, São Cristóvão. Informações pelo fone: (21) 2562-6042.
(Assessoria de Comunicação do Museu Nacional)
JC e-mail 3770, de 27 de Maio de 2009.
20. Uma “verdadeira” noite no museu
O Museu Nacional/UFRJ abre suas portas, no dia 30 de maio, para 20 crianças de 9 e 10 anos que irão passar uma noite na companhia de esqueletos de dinossauros e múmias egípcias
As crianças, alunos do Cap-UERJ, serão recepcionadas por atores caracterizados de personagens da Família Real, como D. João VI, D. Carlota Joaquina e Dona Maria.
Depois, percorrerão o museu, participando de atividades educativas e montarão seus acampamentos na hora de dormir. A idéia é contar de forma descontraída um pouco da história do Palácio de São Cristóvão e das pesquisas realizadas na instituição. Esta iniciativa tem patrocínio da Faperj e acontecerá também nos dias 27 de junho e 25 de julho.
Monitores realizarão oficinas com os estudantes, explicando o conteúdo de algumas salas e demonstrando as diversas áreas de atuação científica do museu. Esquetes com atores caracterizados de personagens da Família Real e outras atrações surpreendentes prometem divertir a criançada durante a noite.
O grupo vai poder dormir na sala onde fica a nova exposição do Museu Nacional/UFRJ: “Dinossauros no Sertão”, ao lado do Angaturama limai, um esqueleto de dinossauro com seis metros de comprimento. É a oportunidade de conviver com a maior réplica de um dinossauro carnívoro já montado no país.
Os alunos do CAp-UERJ foram selecionados pelo próprio colégio. O grupo chegará ao museu às 17h e sairá no dia seguinte, às 10h, após um café da manhã com os pais. As crianças só precisarão trazer seu pijama, travesseiro, roupa de cama e material para higiene pessoal.
O projeto “De Pijama no Museu” foi idealizado pelo setor de Paleovertebrados do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional/UFRJ. Com patrocínio da Faperj, serão realizadas três edições. O museu espera conseguir outros patrocínios para dar continuidade ao evento ao longo do ano.
O Museu Nacional/UFRJ fica na Quinta da Boa Vista, s/n, São Cristóvão. Informações pelo fone: (21) 2562-6042.
(Assessoria de Comunicação do Museu Nacional)
26/05/2009
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