19/12/2009
Provas do IPHAN
15/12/2009
14/12/2009
Gabarito preliminar
12/12/2009
Google Museu
Da Redação
tecnologia@eband.com.br
Google vai digitalizar Museu Nacional de Bagdá
AFP Zoom Sophie Schmidt, colaboradora do Google, filma o Museu Nacional do Iraque para o YouTube
O Google começou nesta terça-feira (24) a fotografar o Museu Nacional do Iraque com o objetivo de publicar as imagens na internet. De acordo com o site do The New York Times, a publicação das fotografias deve ser feita no início do ano que vem.
Segundo o site, o presidente executivo da empresa, Eric Schmidt, defendeu a importância do conhecimento da herança cultural do país. Desde 2003 o local foi declarado reaberto três vezes, por causa das invasões de tropas americanas no país.
A confiança de Schmidt é tanta que ele levou a própria filha, Sophie, para ajudar na coleta de imagens, como colaboradora do Google. A jovem até filmou o local para incluir cenas no YouTube.
O executivo afirmou que a empresa tirou 14 mil fotografias dos artefatos e do prédio. Além do museu, universidades, hospitais e bibliotecas foram saqueados ou destruídos depois da derrubada do ditador Saddam Hussein.
Museu da Macumba
O repórter Edie Polo foi conhecer o Museu da Macumba, mantido pelo Padre Quevedo. Lá, itens para lá de assustadores fazem parte do acervo do religioso.
Video tosco demais, mas como somos um espaço democrático aberto a bizarrices
vale a pena conferir o video!
http://www.redetv.com.br/portal/Video.aspx?124,28,25266,Entretenimento,Manha-Maior,Museu-da-macumba-tem-pecas-que-dao-calafrios
08/12/2009
06/12/2009
Museu a Céu Aberto em Madureira
por Marquinhos de Oswaldo Cruz, compositor e idealizador do Trem do SamaProjeto de Nanda Eskes, arquiteta
O Rio de Janeiro foi a cidade do continente americano que mais recebeu negros para serem escravos. Em função das inúmeras reformas que ela sofreu, eles viveram uma "diáspora" constante, sendo "empurrados" para a periferia e para os morros. Assim, a ideia do Museu a Céu Aberto em Madureira nasce, entre outras coisas, da constatação de que vivemos numa cidade fragmentada, que não se comunica nem física nem simbolicamente e que tem sido pensada para dificultar esse trânsito.
Apesar de conhecedor da imensa herança cultural deixada em todos os cantos da cidade - como a região da Leopoldina, que teve como moradores Donga, João da Baiana e Pixinguinha, e abriga até hoje o bloco Cacique de Ramos -, restringi meu projeto ao local onde nasci e fui criado: a Grande Madureira.
Essa região, que já foi a maior arrecadadora de ICMS do estado, abriga em seus bairros um rico patrimônio cultural imaterial, com músicas, histórias, comidas e danças que fazem parte da cultura do Brasil. Talvez por não ter um patrimônio visível e material ela esteja tão abandonada pelos poderes públicos.
Nosso projeto é transformar lugares sagrados de nossa memória em pequenos museus a céu aberto. Dividimos essa região, que vai do Complexo da Serrinha, em Vaz Lobo, até Marechal Hermes, em quatro núcleos que estariam expostos à visitação, sempre com músicos locais executando canções dos compositores da região.
O primeiro núcleo fica na Serrinha, mapeando as casas de Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara e do Centro Cultural Jongo da Serrinha. Caminhando, lá conheceríamos as memórias desses compositores e ouviríamos jongo e samba. Passaríamos depois, em um transporte especial, como um microônibus, pelo Mercadão de Madureira e pela quadra do Império Serrano.
O segundo núcleo seria em Oswaldo Cruz, começando por um passeio pela quadra da Portela, que abriga o famoso Bar da Tia Vicentina. Depois, viriam o Centro Cultural Manacéia (em homenagem ao autor de "Quantas lágrimas"), o Bar do Chico Traidor (em homenagem ao autor de "Saco de feijão"), a Praça Paulo da Portela, o Botequim do Nozinho (irmão do lendário Natal da Portela, que recebia os antigos compositores da escola), o Barra Preta (terreno onde se firmou o primeiro núcleo de samba da região e que pode virar um teatro), a quadra da Portelinha (a primeira sede de escola de samba do país), o museu das mães de santo e festeiras dona Neném do Bambuzal e dona Ester, o Museu Paulo da Portela e o Museu Mestre Candeia. Quando falo em museu, me refiro a uma outra concepção, onde o público possa interagir com a produção material, mas principalmente com a produção simbólica. Por isso, nesses espaços, sempre haveria música e comida.
O terceiro núcleo estaria em Bento Ribeiro, mais ligado à musica instrumental, onde músicos tocariam instrumentos de sopro, cordas e percussão. Teríamos ainda, na terra do mestre Zé Kétti, um centro cultural com seu nome, e mais um outro no prédio da lendária Gafieira Cedofeita, onde, no passado, Pixinguinha improvisava. Além disso, reativaríamos o Cine Caiçara e construiríamos o Museu Ronaldo Fenômeno, que atrairia muitos turistas, principalmente no ano da Copa.
O quarto núcleo, dedicado ao choro, ficaria em Marechal Hermes. Os chorões sairiam da praça em frente à bela estação ferroviária caminhando para conhecer o Centro Cultural Lalau e Osmar do Cavaco e o Centro Cultural Luperce Miranda. Para realizarmos o projeto em sua totalidade, precisaríamos que os trens, tanto da Central como da Linha Auxiliar, funcionassem com intervalos menores. Sugiro também a criação de uma estação de trem entre Rocha Miranda e o Mercadão de Madureira, que teria em seu anexo um centro olímpico. Mais ainda: lá, os BRTs (proposta da prefeitura) seriam veículos leves sobre trilhos, trazendo de volta os velhos e românticos bondes, associando beleza e menos poluição.
Acreditamos que assim se produziria um grande fluxo de turistas internos e externos, que poderiam conhecer as riquezas desta cidade negra submersa no Rio. Mas mesmo sem o projeto vale conhecer a região: uma Nova Orleans carioca. (M.O.C.)
Link da matéria: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/12/04/rio-na-cabeca-museu-ceu-aberto-em-madureira-915055831.asp
Hotel desativado no centro de SP torna-se centro de artes multimídia
SÃO PAULO - Uma usina de arte contemporânea dá vida a um prédio histórico do centro antigo de São Paulo. Desde o dia 11 de novembro, dez artistas de sete nacionalidades diferentes instalaram seus ateliês em um hotel projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo em 1916, na Avenida São João, número 288, que está desativado desde 2005. Com a curadoria de Lucas Bambozzi e Maria Montero, a produção desses artistas, que inclui performances, instalações sonoras, escultura, videoarte e pintura, está sendo mostrada ao público até o próximo domingo, com entrada franca. Não apenas as obras criadas durante a residência ocuparão os quatro andares do antigo edifício. Serão preservados e apresentados aos visitantes os quartos onde os artistas trabalharam.
- Museus e galerias não dão conta de uma relação mais humana entre artistas e público. Acredito que não há outra maneira de o homem conhecer a si mesmo que não seja através da arte. O projeto é uma forma de abrir portas, derrubar o muro que divide artista e público - avalia a curadora Maria Montero.
Moradores de rua inspiram artista alemão
Pela primeira vez no Brasil, alemão El Bocho já deixou sua marca em alguns muros da capital paulista. Acostumado a criar grafites que dialogam com suas criações nas galerias, ele criou uma obra audaciosa: telas pintadas com pedaços de papelão e uma instalação formada por casulos interligados. A inspiração, segundo El Bocho, veio dos moradores de rua, que usam o papelão como casa, cobertor, guarda-chuva...
- Fiquei muito impressionado com as fachadas em ruínas de prédios antigos da cidade. Os moradores de rua também atraíram a minha atenção. E vi pela primeira vez um prédio sem janelas. Minha obra costuma tratar de pessoas que vivem em grandes cidades, seus sentimentos e problemas - explicou o artista, influenciado por suas caminhadas noturnas por São Paulo.
Já a videoartista argentina Gabriela Golber quer explorar a memória do hotel desativado. Ela convocou voluntários, artistas e escritores para ocuparem quartos vazios. Eles vão ler trechos de livros ou escritos inéditos sobre histórias de amor em quartos de hotel. Os diálogos se relacionam com imagens do hotel vazio captadas pela artista.
- É como se as paredes falassem e pudessem nos contar o que aconteceu aqui - imagina Gabriela.
A brasileira Alessandra Cestac, que desde 2005 espalha pelas ruas fotos suas nua, em tamanho real, resolveu inverter os papéis. Voluntários poderão se desnudar para ela em um dos quartos do hotel: Alessandra passa de fotografada a fotógrafa. Antes, as pessoas passarão por um quarto branco, chamado pela artista de clínica, e responderão a um questionário sobre nudez. Depois subirão a escadaria do hotel até um quarto no terceiro piso, onde poderão se desnudar e posar.
- Quis mudar o meu ponto de vista e fazer as pessoas entrarem em meu universo - explica Alessandra.
Pinturas a partir de imagens de câmeras de segurança
Já a pintora brasileira Regina Parra criou pinturas a óleo sobre papel a partir de cenas captadas por câmeras de segurança em fronteiras.
- Quis tratar de um lugar que é terra de ninguém e do estado de ser estrangeiro - adianta Regina.
O americano Grant Davis criou uma instalação interativa. São duas projeções: a silhueta de um homem na janela que observa uma mulher deitada na cama de um quarto do hotel. A mulher projetada na cama se movimenta conforme o toque do público. Ela está deitada em um lado da cama, como se convidasse um parceiro. Mas quando alguém tenta deitar-se ao seu lado, ela se levanta.
O português Rui Gato criou duas esculturas sonoras interativas. Uma delas é um pau de chuva, e a outra, uma sala com quatro redes. Ao lado delas, vasilhas cheias de água. O público poderá jogar objetos na água, gerando sons que, amplificados, ocuparão o espaço.
- Quero levar as pessoas a um estado contemplativo, diferente do ritmo acelerado de São Paulo - conta Gato.
O sul-africano Zander Bloom (instalação), o japonês Hiraku Suzuki (escultura e instalação) e os brasileiros Rodrigo Garcia Dutra (vídeo instalação) e Claudio Bueno (multimídia) também fazem parte da experiência.
Vídeo sobre a exposição: http://oglobo.globo.com/cultura/video/2009/15782/
Link da matéria: http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/12/04/hotel-desativado-no-centro-de-sp-torna-se-centro-de-artes-multimidia-915056038.asp
Destaquei em negrito uma fala da curadora... provocadora? reflexiva? ou só senso comum vindo até de uma "pessoa da área"???
05/12/2009
IBRAM...
Em seu primeiro concurso, a oferta será 294 vagas em cargos dos níveis médio e superior, com vencimentos de R$2.030 e R$2.841, respectivamente. Do total de oportunidades, 93 caberão ao Estado do Rio de Janeiro, sendo 15 para assistente técnico (médio) e 78 para cargos de nível superior, distribuídas por técnico em assuntos culturais (45), analista (18) e técnico em assuntos educacionais (15). Os demais requisitos das carreiras serão informados no edital. As vagas serão para os museus Nacional de Belas Artes, Villa-Lobos, da República e Histórico Nacional, além dos dois Castro Maya (Açude e Chácara do Céu, ambos na Tijuca) e o Museu Imperial (em Petrópolis).
Vai bombar mesmo em Brasília...
02/12/2009
Museus de Paris fecham em protesto contra cortes nas despesas
Por Sophie Hardach
PARIS (Reuters Life!) - Os museus mais importantes de Paris ficaram fechados nesta quarta-feira, e a Mona Lisa manteve seus fãs esperando, enquanto os funcionários dos museus fizeram greve em protesto contra cortes nos custos que veem como ameaça a obras de arte de valor inestimável.
Museus como o Louvre, que abriga a Mona Lisa como atração principal de um acervo que abrange milênios, ajudam a fazer da França o mais importante destino turístico do mundo. Mas seus funcionários dizem que cortes de vagas de trabalho e a redução de subsídios estão colocando esse status em perigo.
"Quanto menos funcionários, maior o risco de o museu abrir sob condições inaceitáveis em termos de segurança, quer seja para as obras de arte, para os visitantes ou para o prédio", disse Didier Alaime, porta-voz do departamento de cultura da confederação sindical CGT.
O Louvre abriu com mais de uma hora de atraso, depois de trabalhadores se reunirem sob sua famosa pirâmide de vidro para discutir as opções de greve. O Musée d'Orsay, que abriga a tela "Olympia", de Edouard Manet, algumas das mais belas paisagens de Vincent Van Gogh e sala após sala de pinturas impressionistas banhadas pelo sol, fechou para o dia inteiro.
Seus funcionários vão se reunir na manhã de quinta-feira para decidir sobre ações a tomar, depois de conversações marcadas para esta quarta-feira com o ministro da Cultura, Frederic Mitterrand.
O museu Rodin, com suas esculturas de amantes abraçados, e o futurista Centro Pompidou, que lidera o movimento de protesto e está fechado desde a semana passada, também ficaram fechados.
O governo francês está restruturando seu setor de cultura como parte de uma campanha mais ampla de cortes orçamentários, argumentando que está aprimorando a qualidade e ao mesmo tempo cortando custos, graças a auditorias e outras iniciativas.
Os funcionários sindicalizados estão especialmente revoltados pelo plano do governo de preencher apenas metade das vagas que eram de funcionários que se aposentaram. Eles também se queixam de que a ênfase crescente sobre custos e vendas de ingressos vem ganhando prioridade sobre o valor cultural como medida de sucesso.
"Hoje temos que nos indagar se é o caso de fazer apenas exposições comercialmente bem-sucedidas, em lugar de mostras que talvez sejam mais complicadas e atraiam uma faixa de público mais estreita", disse Alaime.
O turismo é responsável por cerca de 6 por cento do PIB francês. Mas as perspectivas para o turismo são fracas este ano, já que a crise vem levando europeus, americanos e japoneses a não deixar seus países.
Os museus franceses exercem papel crucial na atração de turistas. Cerca de 80 milhões de pessoas visitaram a França no ano passado; o Louvre, sozinho, recebe 6 milhões de visitantes por ano.
Sindicalistas vêm se queixando que, antes mesmo das novas medidas, muitos museus já estavam sendo obrigados a fechar salas e expor menos obras, devido à falta de pessoal.
(Reportagem adicional de Laurent Hamida)
http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/cultura_arte_museus_paris_greve
01/12/2009
Peladona no Museu
Do G1, em São Paulo, com agências
Kathleen Neill, de 26 anos, tinha sido detida no dia 26 de agosto.
Ensaio não autorizado fazia parte de projeto do fotógrafo Zach Hyman.
A Justiça americana rejeitou nesta semana a acusação de exposição indecente contra a modelo Kathleen Neill, de 26 anos, depois que ela posou nua para um fotógrafo em uma das salas do Museu Metropolitano de Arte de Nova York, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/New York Post
Kathleen Neill, de 26 anos, foi detida pouco depois que tirou a roupa na sala de armas e armaduras do museu. (Foto: Reprodução/New York Post)
Kathleen Neill, de 26 anos, tinha sido detida no dia 26 de agosto, pouco depois de tirar a roupa na sala de armas e armaduras do museu.
A sessão fotográfica não autorizada fazia parte do projeto do artista gráfico nova-iorquino Zach Hyman de retratar corpos nus em locais públicos da cidade, como Times Square, o bairro de Chinatown ou a estátua do touro de bronze de Wall Street.
"Tudo foi muito bem até o final, em que ocorreu o pior que podia acontecer", explicou, na época, o fotógrafo ao jornal "New York Post", dizendo que se mostrou surpreso pela rápida reação dos guardas de segurança do museu.
game no museu
Assista o video
29/11/2009
Polacas: mulheres do mangue

Destino do 'Cemitério das Polacas' provoca polêmica
Abandonado por muitos anos, o Cemitério Israelita de Inhaúma está hoje no centro de uma delicada discussão no seio da comunidade judaica do Rio. O campo-santo é atualmente administrado pela diretoria do Cemitério Comunal Israelita do Caju, que apresentou à Prefeitura um plano de recuperação da área. O projeto prevê a reconstrução de uma capela e de uma área de preparação dos corpos, entre outras intervenções que permitirão a realização de novos enterros no local, oferecendo uma alternativa à necrópole do Caju, que está lotada, enquanto a de Inhaúma ainda tem cerca de 50% de área ociosa.
A historiadora Beatriz Kushnir denuncia o projeto como uma tentativa de expurgo da memória das mulheres que constituíram a Associação Beneficente Funerária e Religiosa Israelita. Beatriz aponta que a reforma incluiria o cercamento dos túmulos já existentes, através de muros ou cercas-vivas. A historiadora atribui a medida às normas judaicas que estabelecem o isolamento de prostitutas e suicidas nos cemitérios.
— O que se quer fazer é, à força, colocar muretas, cercas-vivas, ou o nome que se der, no cemitério, e condená-las definitivamente como párias. Isso apagaria a memória do local, tiraria dele a ideia de sítio histórico — critica Beatriz.
O presidente do Cemitério Comunal Israelita do Caju e vice-presidente da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, Jayme Salomão, alega que o projeto não isolaria os túmulos. Segundo Salomão, não seriam construídos muros e as cercas-vivas apenas dividiriam o terreno em quadras: — Queremos preservar o legado deixado por nossas antepassadas. Mas a ideia não é transformar Inhaúma num museu, e sim reaproveitá-lo como um cemitério.
Salomão afirma que o objetivo do projeto é permitir que a venda de novos túmulos gere receita para bancar a manutenção do cemitério. O projeto para a construção de novas instalações está orçado em R$ 800 mil. A restauração das lápides depredadas teria um custo estimado de cerca de R$ $1,2 milhão, calcula. Segundo Salomão, o dinheiro para as reformas seria coletado entre a comunidade judaica, sem participação do município. Determinada a preservar o caráter de sítio histórico do cemitério, Beatriz propõe uma solução alternativa para o impasse. A pesquisadora lembra que a última presidente da associação, Rebecca Freedman, morta em 1984 aos 103 anos, foi enterrada no Cemitério Comunal Israelita do Caju ("sem cerca em volta da lápide", ironiza). Beatriz sugere que o corpo de Rebecca seja transferido para Inhaúma, junto das companheiras de associação, e que seu jazigo no Caju seja vendido. Mesmo reconhecendo as dificuldades colocadas pelas normas judaicas para a exumação de corpos, a historiadora acredita que o valor arrecadado seria suficiente para financiar a restauração das lápides de Inhaúma. Beatriz criou uma petição virtual em defesa da preservação do Cemitério Israelita de Inhaúma. A petição, que recebeu até hoje 528 assinaturas, pode ser acessada no blog da historiadora: http://polacas.blogspot.com
Fonte: http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/#245188
26/11/2009
concurso IPHAN
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=14702&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia
25/11/2009
Exp. BATMAN
Uma exposição em Belo Horizonte lembra os 70 anos de idade de um dos personagens mais populares das histórias em quadrinhos. Fãs falam sobre o justiceiro de Gotham City.
Assista o video
23/11/2009
Clima de Uma noite no museu
18/11/2009
A Turma do Didi no Museu
Eu acho que eu conheço essa enredo de algum lugar...
17/11/2009
16/11/2009
No Museu com a turma do Charlie Brown
texto No Museu com a Turma do Charlie Brown e o desenho Não há tempo pro mor Charlie Brown
09/11/2009
04/11/2009
Pichação ganha as galerias de arte
Assista o video: museologando
03/11/2009
Obras de arte ganham vida em exposição na China
Estátuas que se movem, pinturas que falam e até dão tchau. O que parece irreal é realidade em uma exposição na China. O investimento de 11 milhões de reais e 2 anos de trabalho surpreende o público.
Assista o video museologando

