05/03/2013

'Patrimônio restaura o sentido da normalidade', diz especialista em gestão de risco cultural


  • - A italiana Cristina Meneggazzi, que há 20 anos acompanha a devastação de bens culturais mundo afora e que trabalha na Unesco, participará de um seminário no Museu Nacional de Belas Artes
  • - Para ela, o primeiro passo da preservação é ter no país um inventário de todos os bens culturais

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Para Cristina Menegazzi, cuidado do Brasil com seu patrimônio cultural é “satisfatório” em relação a outros países, mas pode melhorar
Foto: Divulgação
    Para Cristina Menegazzi, cuidado do Brasil com seu patrimônio cultural é “satisfatório” em relação a outros países, mas pode melhorarDIVULGAÇÃO

    RIO - No próximo dia 12, desembarca no Rio uma das maiores especialistas em gestão de risco ao patrimônio cultural que trabalha na Unesco. A italiana Cristina Menegazzi, que há 20 anos acompanha a devastação cultural deixada por catástrofes naturais e guerras, participará do seminário “Preservação e Segurança em Museus”, no Museu Nacional de Belas Artes. Na pauta, formas para tornar o Brasil culturalmente mais seguro.

    Que patrimônios culturais correm risco hoje em dia?

    Muitos. Todos aqueles que estão nas zonas de conflito armado do Oriente Médio e da África, nas zonas que registram terremotos, com especial destaque para a Europa, e todos que estão em áreas comumente inundadas, como é o caso da Ásia e da América Latina. Vale lembrar ainda que o aquecimento global só aumenta a intensidade e a frequência das catástrofes naturais.

    O que pode ser feito para proteger esse patrimônio?

    Eu sempre digo o seguinte: se você não sabe o que tem, não sabe quanto pode perder. Então fazer um bom inventário dos bens culturais de um país é o primeiro passo. Depois, o ideal é que cada item desse patrimônio receba uma nota (relacionada a seu grau de importância, valor ou interesse). Isso tem que ser feito por uma equipe multidisciplinar. Assim, em caso de catástrofe, fica mais fácil saber o que resgatar primeiro. Depois, deve-se criar e treinar uma equipe responsável por salvar esse patrimônio e, com ela, definir opções de armazenamento.

    Qual é o tamanho da devastação cultural na última década?

    É impossível medir. Não só pela enormidade do número, mas também porque, infelizmente, as estatísticas relativas às catástrofes, sejam elas naturais ou provocadas pelo homem, quase nunca consideram a devastação do patrimônio cultural. Ficamos sem saber.

    Mas alguns casos poderiam ter sido evitados, certo?

    Sem dúvida. Hoje há nos países afetados pela tsunami do Oceano Índico alertas que avisam sobre terremotos e possíveis ondas gigantes. O sistema permite que as pessoas evacuem as áreas de risco e que também salvem o patrimônio cultural móvel, ou seja, coleções de museu, bibliotecas, arquivos públicos... Foi um avanço importante.

    Quais foram os casos de devastação mais graves dos últimos dez anos?

    Na última década, os meios de comunicação passaram a se interessar mais por esse assunto e a acompanhar de perto a perda de patrimônio. Então, ganharam destaque a destruição dos budas de Bamiyan (implodidos pelos talibãs, no Afeganistão, em março de 2001), os terremotos do Haiti, em janeiro de 2010, e do Japão, no ano seguinte, e a destruição de Timbuktu, no Mali (por rebeldes islâmicos, em janeiro deste ano).

    Como você classifica o cuidado que o Brasil tem com seu patrimônio?

    Estive em Petrópolis em novembro do ano passado e visitei o Museu Imperial. A impressão que tenho é que o Brasil aprecia muito seu patrimônio e lhe dá muita importância. Vocês têm um dos cursos universitários de museologia mais antigos do mundo. Vão sediar o Conselho Internacional de Museus (ICOM, na sigla em inglês) em junho. É o único país que conheço que dispõe de uma estratégia escrita para gestão de riscos em museus (do Instituto Brasileiro de Museus, Ibram) e, no dia 12, oferecerá um curso de capacitação sobre o assunto. Isso mostra que a preocupação do Brasil com o assunto é muito satisfatória frente à de outros países. Ainda assim, há muito a ser feito.

    Qual é a instituição ou país mais bem preparado? A referência?

    Eu não poderia responder. Mas os maiores esforços para a proteção de patrimônio cultural estão sendo feitos hoje em dia na Holanda, França, Coreia do Sul, Austrália, nos Estados Unidos e no Chile.

    E o que você pretende ensinar no seminário do dia 12, no Rio?

    Entre outros pontos, que há métodos tradicionais de preservação, normalmente mais baratos e ecológicos, que podem ser aplicados em museus e arquivos.

    Quais, por exemplo?

    No Camboja, usam tabaco umedecido para evitar pragas em objetos feitos de madeira. Na Índia, para evitar que ratos ataquem material orgânico que precisa ser preservado, usam sementes de papaia. No Sri Lanka, borrifam óleo de canela no ar para livrar livros e manuscritos de fungos e pragas. Tenho certeza de que há muitos caminhos como esses no Brasil. A proposta é redescobrir esses métodos e materiais.

    E por que um governo deve investir nessa área?

    Porque a cultura é uma necessidade básica do ser humano. Porque o patrimônio cultural é a referência de valores de cada sociedade. Porque isso ajuda a restaurar o sentido de normalidade diante de uma catástrofe. É o que permite que as pessoas sigam em frente. O patrimônio é, enfim, fundamental na reconstrução da identidade, da dignidade e da esperança.

    http://oglobo.globo.com/cultura/patrimonio-restaura-sentido-da-normalidade-diz-especialista-em-gestao-de-risco-cultural-7712355

    Imagens da Semana




    26/02/2013

    Exposição Arquivos do Brasil, Memória do Mundo



    O Arquivo Nacional realiza, de 26 de fevereiro a 07 de junho de 2013, em sua sede no Rio de Janeiro, exposição em homenagem aos 20 anos do Programa Memória do Mundo da UNESCO/Memory of the World – MOW e aos 5 anos de instalação do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo.
    O Programa foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO com o propósito de preservar e facilitar o acesso ao patrimônio documental que integra a memória coletiva dos povos, estimulando a consciência mundial sobre a sua importância.
    Entre os anos de 2007 e 2011, foram nominados cinquenta e cinco acervos brasileiros expressivos de uma enorme diversidade cronológica e de tipologias documentais, custodiados pelas mais diferentes instituições e assim distribuídos: 1 acervo na região Norte; 11 acervos na região Nordeste; 39 acervos na região Sudeste; 1 acervo na região Sul; e 3 acervos na região Centro-Oeste.
    O filme Limite, de Mário Peixoto (Fundação Cinemateca Brasileira); a Lei Áurea (Arquivo Nacional); os manuscritos musicais de Carlos Gomes (Fundação Biblioteca Nacional); o diário de viagens do Imperador d. Pedro II pelo Brasil e pelo mundo (Museu Imperial) são alguns exemplos de acervos agora reconhecidos como Memória do Mundo.
    A exposição tem como objetivo: tornar conhecido o Programa Memória do Mundo da UNESCO e suas ações; difundir os cinquenta e cinco acervos brasileiros nominados no Programa Memória do Mundo; promover a consciência sobre a importância da preservação do patrimônio documental da humanidade; e incentivar a candidatura de novos acervos em diferentes regiões geográficas brasileiras.
    A mostra, composta por cerca de 400 imagens, está dividida em módulos que tratam dos seguintes temas:
    1. Programa Memória do Mundo da UNESCO/internacional, apresentando acervos nominados na categoria internacional.
    2. Programa Memória do Mundo da UNESCO/América Latina e Caribe, com imagens dos acervos nominados na categoria regional.
    3. Descobrimentos, sociedade colonial e Independência
    4. Escravidão e movimento abolicionista
    5. Imigração para o Brasil
    6. Conflitos armados
    7. Censura e repressão às lutas políticas no Brasil e na América do Sul
    8. Povos indígenas e política indigenista
    9. Literatura, cinema, música e tradições populares
    10. História da ciência
    11. Cartografia
    12. Evolução urbana, arquitetura e urbanismo.
    A exposição contará com monitores, folders sobre os acervos nominados e um catálogo.
    São parceiros do Arquivo Nacional, neste projeto, a UNESCO e as instituições custodiadoras dos acervos nominados.
    Contato:
    Arquivo Nacional – Praça da República, 173, Centro, Rio de Janeiro-RJ
    Tel: (21) 2179-1349

    20/02/2013

    Sérgio Cabral anuncia museu do COB em área da Aldeia Maracanã


    Sérgio Cabral (PMDB) anunciou o museu do COB
     em área da Aldeia Maracanã
    Foto: José Cruz / Agência Brasil

    O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou nesta quarta-feira que a área do antigo Museu do Índio, ocupada atualmente por indígenas de diversas etnias que formam a Aldeia Maracanã, ao lado do estádio que será sede das finais da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, será revitalizado e vai se tornar um museu do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
    Segundo Cabral, a responsabilidade pela reforma da área ficará a cargo da concessionária que assumirá as obras de entorno do estádio, após a inauguração do Maracanã, prevista para junho, com o amistoso entre Brasil e Inglaterra.
    O edital com as regras para a licitação, ainda de acordo com o governador, será publicado no Diário Oficial até a próxima segunda-feira.
    "A concessionária se responsabilizará sobre o restauro, recuperação, e preparo do prédio. E todo o conteúdo do museu será de responsabilidade do COB", explicou Cabral.

    O grupo de índios que vive no local querem permanecer
     morando na Aldeia Maracanã durante as obras
    Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
    Além do novo museu do COB, a empresa que vencer a licitação do Maracanã terá ainda a responsabilidade da criação de estacionamentos e de toda a área que envolve ainda o Parque Aquático Julio De Lamare e a pista de atletismo, Célio de Barros.
    A proposta, que o Estado considera definitiva, vai totalmente contra as pretensões dos índios que ocupam o local. No último dia 8, as lideranças enviaram uma carta ao governo reivindicando que o Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas seja criado no próprio local, após a revitalização realizada pela concessionária.
    "Reivindicamos que o Centro de Referência da Cultura Indígena seja mantido no imóvel existente a rua Mata Machado, 126, Maracanã, antigo Museu do índio, e que seu tombamento sob responsabilidade das Instituições Públicas e sua anunciada restauração contemple um ante Projeto em parceria com a comunidade indígena e organizações parceiras competentes para servir exclusivamente como uma Casa da Cultura Indígena Viva dirigida por índios", diz a carta enviada à Casa Civil estadual e à secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos.
    Além de se recusarem a deixar o local sem uma resposta concreta por parte do Estado, que já ventilou a possibilidade de levar o centro de referência para a Quinta da Boa Vista, próximo ao Maracanã, que a conclusão das obras seja num prazo de até um ano e meio e que mão de obra indígena seja empregada durante a restauração.
    "A construção do museu é uma decisão tomada a partir de uma sugestão do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, que nós achamos sensacional", completou o governador, que disse ainda que a administração do local ficará a cargo do comitê olímpico, que terá a renda obtida por meios das visitações.
    Defensoria Pública critica Cabral
    Em nota, a Defensoria Publica da União informou que não foi comunicada oficialmente da decisão de Cabral e questionou o político. “O Governo do Rio sempre se mostrou contraditório no trato da questão. A princípio, queria demolir; depois, tombar o prédio pela importância histórica indígena; e agora quer transformá-lo em um museu com finalidade totalmente destoante da memória indígena”, opinou Daniel Macedo, titular do 2º Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da DPU/RJ e responsável pelas ações relacionadas ao caso.

    Macedo ainda reiterou a importância de o prédio onde está a Aldeia Maracanã ser tombada. "A construção de um museu olímpico vai na contramão da destinação natural que surgiria com o tombamento. Esse projeto repentino deixa claro o posicionamento do governo de fulminar com tudo que aquele prédio representa. Qualquer tentativa de descaracterizar o patrimônio imaterial que se quer proteger será objeto de Ação Civil Pública”, concluiu. 


    Museu de Viena aceita visitantes sem roupa em exposição sobre nus


    Exposição na Áustria debate 'tabu' da nudez masculina.
    300 obras mostram evolução da representação do corpo do homem na arte.


    Do G1, em São Paulo

    O Museu Leopold de Viena autorizou a entrada de pessoas nuas nesta segunda-feira (18) para visitar a exposição 'Naked men' ('Homens Nus')  sobre a história da representação do corpo masculino na arte.

    Visitantes nus observam obras da mostra em Viena (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

    Após ter recebido várias solicitações para que a exposição fosse vista bem à vontade por parte de associações nudistas, o museu abriu no final desta segunda-feira um período para os visitantes sem roupa.
    A exposição 'Homens Nus' foi motivo de polêmica e até autocensura em outubro por conta de um cartaz promocional com um nu frontal de três homens.

    Homem observa quadros expostos no Museu Leopold (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

    A foto foi motivo de ligações de protesto, tanto de mulheres como de homens, e o museu decidiu cobrir os genitais com uma chamativa faixa vermelha em muitas das cópias distribuídas pela cidade. A exposição, aberta até o dia 4 de março, reúne mais de 300 quadros, fotos e esculturas.
    Em 2005, o mesmo museu ofereceu a entrada gratuita às pessoas que visitassem nuas a exposição 'A Verdade Nua: Klimt, Schiele, Kokoschka e outros escândalos'.


    19/02/2013

    Museu de Arqueologia de Itaipu vai abrigar oca Guarani a partir de abril

    O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), localizado em Niterói (RJ), vai abrigar, a partir de abril, uma oca Guarani em seu espaço expositivo.
    Oca também servirá como espaço para projetos
    eductativos desenvolvidos pelo MAI/Ibram


    O projeto, em parceria com a aldeia Tekoa Mboy-Ty, trata da construção de uma edificação tradicional Guarani Mbyá que simbolizará a relação da instituição museológica com a aldeia, bem como o esforço da equipe para com a divulgação e a preservação da memória das comunidades em seu entorno.
    A oca será acompanhada de painéis expositivos que tratam de diversos aspectos do cotidiano dos Guarani Mbyá. Os visitantes poderão acompanhar o processo de construção a partir do dia 25 de fevereiro. A inauguração está marcada para o dia 19 de abril.
    Pedro Colares Heringuer, diretor interino do MAI, explica que a proposta do novo espaço é que também seja utilizado como sala para os trabalhos educativos desenvolvidos pelos programas Caniço e Samburá e Educação Ambiental – voltado para estudantes que visitam o museu.
    O museu
    O MAI está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada no começo do século XVIII. O acervo do museu é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500.
    São artefatos líticos e ósseos, concreções, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas. Outras informações pelo telefone (21) 3701.2994 ou pelo e-mail mai@museus.gov.br.
    Texto e foto: Divulgação MAI

    14/02/2013

    País tem boom de cursos de museologia

    SILAS MARTÍ
    DE SÃO PAULO



    Desde que o Ministério da Cultura criou uma política nacional para museus, há dez anos, universidades do país vêm abrindo cursos de museologia para acompanhar o que gestores e acadêmicos veem como "demanda represada" por profissionais da área.
    É um fenômeno que fez multiplicar os dois cursos disponíveis em 2004, restritos a Rio e Salvador, para os atuais 14 cursos espalhados por todas as regiões do Brasil.
    Apenas 5% dos 20 mil profissionais dos 3.200 museus do país têm formação em museologia. Neste ano, chegarão ao mercado os primeiros formandos dessa nova leva de cursos, vindos de 600 vagas criadas em universidades federais nos últimos anos.
    Será a primeira geração de profissionais com formação específica no país, o que começa a mudar uma realidade de autodidatas que há décadas estão à frente das maiores instituições do país.
    "Programas [acadêmicos] estão aparecendo um pouco mais tarde do que explodiram em várias partes do mundo. Mas é a profissionalização do nosso circuito", diz Ivo Mesquita, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
    "É a demanda de um circuito que vai se consolidando como segmento econômico importante."
    Essa expansão acadêmica também ganhou fôlego com a criação, em 2009, dentro do MinC, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), órgão com maior autonomia para monitorar esse setor.
    "Nós ajudamos a estruturar e pensar currículos", diz José do Nascimento Júnior, presidente do Ibram. "Entendemos que não tem como fazer política pública sem conhecimento formal na área."
    O Conselho Federal de Museologia estabeleceu, no ano passado, o piso salarial de R$ 5.026 para recém-formados em jornadas de 40 horas semanais de trabalho.
    O profissional com mestrado, ou que tenha entre oito e 16 anos de formado, ganha R$ 7.487. Doutorado ou mais de 16 anos de experiência pós-formatura elevam o piso para R$ 8.978.
    Embora o governo tenha reagido com rapidez na expansão da oferta, os cursos criados a toque de caixa nem sempre dão conta do recado.
    Um deles, o da Universidade Federal de Santa Catarina, teve problemas com o Ministério da Educação, que considerou irregular o uso quase exclusivo de professores de antropologia como docentes do curso de museologia.
    Quase todos os cursos disponíveis no país tomam como base o modelo criado em 1931 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que se baseou no currículo da Escola do Louvre, em Paris, mesclando disciplinas de ciências sociais, arqueologia e antropologia.
    Outro problema é a dificuldade na absorção dos novos profissionais pelo mercado, o que exigiria a abertura mais rápida de concursos para contratação em museus públicos, entrave para a renovação que o governo pretende.
    "A maioria dos museus do país tem profissionais que não estão aptos. No interior do país, isso se agrava", diz Ivan Coelho de Sá, coordenador de museologia da Unirio. "Há uma tendência discreta de mudança, mas o governo tem feito muito pouco."
    PATRIMÔNIO
    Enquanto a máquina do governo é lenta demais para incorporar esses profissionais à esfera pública, empresas privadas, como Oi e Globo, viraram destino para novos museólogos ao implantar projetos de preservação da memória e do patrimônio.
    "Há hoje no país uma escassez enorme de museólogos formados", afirma Amaro Lins, secretário de educação superior do Ministério da Educação, que investiu R$ 10 bilhões na ampliação de cursos das federais desde 2008.
    "Precisaremos de um bom tempo para atender à demanda", completa ele.
    Editoria de Arte/Folhapress


    MUSEUS NA UNIVERSIDADE Os cursos de museologia hoje no país

    http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1230154-pais-tem-boom-de-cursos-de-museologia.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1230154-pais-tem-boom-de-cursos-de-museologia.shtml

    08/02/2013

    Nota de Repúdio dos alunos da UFRB

    Nota de Repúdio

    O Diretório Acadêmico Recôvexando a Museologia, na condição de representante do corpo Discente do Curso de Graduação em Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) vem, por meio desta, manifestar a indignação com relação a total falta de respeito aos profissionais Museólogos e Museólogas do estado da Bahia apresentada em 25 de janeiro de 2013 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) ao lançar o edital nº 001/2013 para Processo Seletivo Simplificado, para contratação de pessoal, por tempo determinado, em Regime Especial de Direito Administrativo – REDA, para as Funções Temporárias de Técnico de Nível Médio e Técnico de Nível Superior e Museólogo para atuarem nas áreas Administrativas e Operacionais deste Instituto. É claro a prática de discriminação institucional, uma vez que o referido edital não compreende o profissional museólogo e museólogo como profissão de nível superior, e diferencia a remuneração de forma absurda quando comparada a outros profissionais como jornalistas, antropólogos, advogados e contadores presentes nesse mesmo edital.
    Enquanto os profissionais advogados, contador, antropólogos, conforme o citado edital, trabalhando 40 horas semanas, terão a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 991,80 (novecentos noventa um reais e oitenta centavos), acrescido de uma Gratificação de Função de no valor de R$ 1.296,59 (Hum mil duzentos e noventa e seis reais e cinquenta e nove centavos), e de auxílio alimentação e de transporte por dias úteis trabalhados totalizando R$2.288,39. O Profissional Museólogo, também trabalhando 40 horas semanais, terá a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 796,17 (setecentos e noventa e seis reais e dezessete centavos), acrescido de uma Gratificação de Função no valor de R$ 847,13 (oitocentos e quarenta e sete reais e treze centavos) totalizando R$1.643,30.
    Apoiamos o Conselho Regional de Museologia 1ª região, que dada a ausência de respostas do IPAC e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, protocolou Pedido de Suspensão para retificação do Edital 001/2013 - IPAC junto ao Ministério Público do Estado da Bahia, Número 003.0.21454/2013 em 05/02/2012 às 11:16h. E esperamos que todos os colegas e todas as colegas profissionais e estudantes da área se junte nesta luta que é de todos nós em busca do respeito e reconhecimento dos profissionais, e na busca pela equiparação salarial imediata neste concurso. Por uma Sociomuseologia além da teoria!
     
    Att,

    Diretório Acadêmico Recônvexando a Museologia – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
    (enviado por Janaína Miranda)

    06/02/2013

    Nota Pública do COREM 1R

    Aqueles que acompanham as redes sociais museais já devem estar a par da discriminação com a nossa classe por parte do IPAC da Bahia através de um edital onde os museólogos recebem menos que outros cargos de nível superior (http://www.ipac.ba.gov.br/noticias/ipac-lanca-edital-reda-2013 ). O Corem 1R lançou nota pública sobre o assunto, explicando sua ação neste caso:

    NOTA PÚBLICA

    O Conselho Regional de Museologia 1ª Região vem denunciar a ação discriminatória realizada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC aos Profissionais Museólogos. Em 25 de janeiro de 2013, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia - IPAC lançou o edital 001/2013 para Processo Seletivo Simplificado, para contratação de pessoal, por tempo determinado, em Regime Especial de Direito Administrativo – REDA, para as Funções Temporárias de Técnico de Nível Médio e Técnico de Nível Superior e Museólogo para atuarem nas áreas Administrativas e Operacionais deste Instituto. Para espanto da Sociedade, este edital pratica discriminação institucional, pois não compreende o Museólogo como profissão de nível superior e para complicar ainda mais hierarquiza, por meio de salários diferenciados, as profissões de nível superior. Enquanto os profissionais advogados, contador, antropólogos, conforme o citado edital, trabalhando 40 horas semanas, terão a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 991,80 (novecentos noventa um reais e oitenta centavos), acrescido de uma Gratificação de Função de no valor de R$ 1.296,59 (Hum mil duzentos e noventa e seis reais e cinquenta e nove centavos), e de auxílio alimentação e de transporte por dias úteis trabalhados totalizando R$2.288,39. O Profissional Museólogo, também trabalhando 40 horas semanais, terá a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 796,17 (setecentos e noventa e seis reais e dezessete centavos), acrescido de uma Gratificação de Função no valor de R$ 847,13 (oitocentos e quarenta e sete reais e treze centavos) totalizando R$1.643,30. Na data de 28 de janeiro de 2013, o Conselho Regional de Museologia 1ª Região, protocolou o oficio 003/2013 na sede do IPAC, endereçado ao Diretor deste órgão Sr. Frederico Mendonça, entretanto não obteve resposta deste oficio por nenhum meio. Novamente, no dia 30 de janeiro de 2013, foi enviado ao email institucional do Diretor do IPAC, assim como à Chefe de Gabinete a Sra. Lícia Maria Cardoso e a Assessoria de Comunicação na pessoa do Sr. Geraldo Muniz, o ofício 004/2013, solicitando a retificação do salário de Museólogo no Edital 001/2013 para equiparar ao valor dos demais profissionais de nível superior. Na data do dia 1º de fevereiro de 2013 foi enviado, via ouvidoria da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, ao Secretário de Cultura Prof. Dr. Albino Rubim, solicitação para intervir junto à Direção do IPAC para resolução deste grave processo de discriminação, que ofende a Classe Museológica de todo o Brasil. Na data de 05 de fevereiro de 2013, o Conselho Regional de Museologia 1ª região, dado a ausência de respostas dos referidos órgãos, protocolou Pedido de Suspensão para retificação do Edital 001/2013 - IPAC junto ao Ministério Público do Estado da Bahia, Número 003.0.21454/2013 em 05/02/2012 às 11:16h. A Classe aguarda, o mais breve possível, a ação do Ministério Público e a retificação do citado Edital, pois não é admissível que uma profissão criada pela Lei nº 7.287 em 1984, Regulamentada pelo Decreto nº 91.775 de 1985 e com vasta produção intelectual seja tratada por instituições públicas como o IPAC – BA, que desrespeita a história e memória desta profissão e seus profissionais, com salários abaixo das demais profissões de nível superior. Logo, o Conselho Regional de Museologia 1ª Região convoca todos os colegas, os estudantes e professores dos Cursos de Museologia de todas as Universidades (UFBA, UFRB, UFS, UFPE e as demais do país), a Secretária de Cultura do Estado da Bahia, militantes da cultura, mídia impressa e digital para que também se manifestem junto ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia com intuito de equiparação salarial imediata para os profissionais Museólogos neste concurso, junto aos Profissionais Museólogos da ativa ligados ao IPAC e nos futuros concursos públicos. Basta de Discriminação! *

    CONSELHO REGIONAL DE MUSEOLOGIA 1ª REGIÃO  
    Email. corem1r@gmail.com

    28/01/2013

    Governo do Rio desiste da demolição do antigo Museu do Índio

    Grupo de indígenas chegou a se instalou no antigo Museu do Índio para resistir à demolição
    Foto: Mauro Pimentel / Terra

    André NaddeoGiuliander CarpesDireto do Rio de Janeiro

    O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em informação confirmada por sua assessoria de imprensa, desistiu oficialmente de demolir o prédio onde funcionou o Museu do Índio, no Maracanã . Alvo de polêmica envolvendo tribos de diversas etnias, que ocupam o local desde 2006, Cabral voltou atrás em sua decisão e optou pela revitalização do local, após o índios se retirarem do local. Os indígenas devem sair ainda nesta segunda-feira.

    No último sábado, a Justiça já havia concedido liminar que proibia o Estado de executar a demolição do local, que seria, de acordo com o governo estadual, uma exigência da Fifa tendo em vista os preparativos para a disputa da Copa do Mundo de 2014 – o Maracanã será o palco da grande final.

    Em nota oficial, o governo do Estado diz que, agora, “o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes vão agora tomar a iniciativa de fazer o tombamento do imóvel. O Governo está tomando as devidas providências para que o local seja desocupado dos seus invasores. O Governo do Estado comprou em 2012 da Conab o imóvel, composto por esse e outros prédios, pelo preço de RS 60 milhões. O Ministério da Agricultura já está desocupando os demais prédios existentes no local, que serão demolidos para garantir o fluxo de pessoas no entorno do estádio”.

    Ficou decidido ainda que a empresa que vencer a licitação para a concessão, prevista para fevereiro, do estádio do Maracanã, que passa por reformas e tem inauguração ainda com data incerta, será a responsável pela revitalização da área. O complexo de atletismo Célio de Barros, o parque aquático Júlio De Lamare, além da escola municipal Friedenreich, continuam, ao menos por enquanto, no cronograma de demolição.

    O prédio vizinho ao Maracanã foi construído muito antes do que o estádio, em 1862, e abrigou a sede do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), predecessor da Fundação Nacional do Índio (Funai). De 1953 a 1957, o Museu do Índio, criado pelo antropólogo Darcy Ribeiro, funcionou ali antes de ser transferido para um prédio no bairro de Botafogo.

    Cerca de 20 índios ocuparam o prédio abandonado em 2006 e criaram ali a “aldeia Maracanã”, onde realizam atividades culturais, educativas e venda de artesanato. Apoiados pela Defensoria Pública da União e pela comissão de direitos humanos da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), os índios buscavam a permanência no local, considerado por eles como um ponto de encontro de todas as tribos que passavam pelo Rio de Janeiro.

    http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/governo-do-rio-desiste-da-demolicao-do-antigo-museu-do-indio,68e005e8ef18c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

    21/01/2013

    Monster Corp

    Monster Corp Cientistas descobriram, em todo o mundo, fósseis de criaturas mitológicas e, depois de diversas pesquisas, a humanidade conseguiu recriar tais seres em laboratório. Sendo assim, inaugure o primeiro museu de monstros da mitologia, ganhando dinheiro para bancar expedições, contratar funcionários e expandir seus negócios. 2 MB

    Jogue Agora!

    http://clickjogos.uol.com.br/jogos/monster-corp/

    IBRAM - 4 ANOS


    17/01/2013

    MHN - PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2013

    MINISTÉRIO DA CULTURA
    INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS
    MUSEU HISTÓRICO NACIONAL

    PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2013

    De Abril a Novembro de 2013, serão realizados no Museu Histórico Nacional dezessete cursos voltados para profissionais, estudantes e interessados nas áreas de Arquitetura, Arquivologia, Belas Artes, Biblioteconomia, Educação, Fotografia, História, História da Arte e Museologia. Amigos do Museu Histórico Nacional e estudantes têm desconto em todos os cursos. Têm direito aos certificados aqueles que obtiveram presença mínima de 80% (oitenta por cento). Garanta já sua vaga, pois a quantidade de alunos por turma foi reduzida. As informações sobre as reservas seguem no final do texto.

    ABRIL

    MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES
    Cristiane João Ramos e Luiz Antonelli
    De 29 de abril a 03 de maio, das 14h às 18h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 24

    MAIO

    INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE CULTURA MATERIAL NOS MUSEUS
    José Neves Bittencourt
    Dias 06 e 07 de maio, das 09h às 17h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 25

    AZULEJO, UMA EXPRESSÃO DE ARTE LUSO-BRASILEIRA
    Dora Monteiro e Silva de Alcântara
    De 13 a 17 de maio, das 14h às 17h
    Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
    Vagas: 20

    EDUCAÇÃO EM MUSEUS
    Carina Martins Costa e Francisco Régis Lopes Ramos
    De 20 a 22 de maio, das 10h às 17h
    Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
    Vagas: 25

    JUNHO

    OS JESUÍTAS NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE ARQUITETÔNICA E ARTÍSTICA DO BRASIL DO SÉCULOS XVI AO XVIII
    Myriam Ribeiro de Andrade
    De 03 a 07 de junho, das 14h às 17h
    Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
    Vagas: 30

    DO AMOR À VAIDADE, DO LUXO AO PODER: A JOALHARIA NO MUNDO ATRAVÉS DOS MILÊNIOS
    Gonçalo de Vasconcelos e Sousa (Universidade Católica de Portugal)
    De 10 a 14 de junho, das 14h às 17h
    Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
    Vagas: 25

    JULHO

    RESTAURAÇÃO E PINTURA EM IMAGENS DE GESSO
    Rosa Maria Campos Lopes
    De 01 a 05 de julho, das 10h às 18h
    Profissionais: R$ 630,00 (5X R$ 126,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 580,00 (5X R$ 116,00)
    Vagas: 15

    EMBALAGEM E MANUSEIO DE OBRAS DE ARTE
    Claudia Calaça e Veronica Cavalcanti
    De 08 a 10 de julho, das 13h às 18h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 25

    INTRODUÇÃO À CONSERVAÇÃO DE TÊXTEIS
    Teresa Cristina Toledo de Paula
    De 15 a 17 de julho, das 09h às 18h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 22

    ILUMINAÇÃO DE MUSEUS
    Mariangela de Moura
    De 29 de julho a 02 de agosto, das 14h às 18h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 25

    AGOSTO

    ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS FOTOGRÁFICOS
    Aline Lopes de Lacerda
    De 12 a 16 de agosto, das 10h às 13h
    Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
    Vagas: 26

    CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÃO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS [LISTA DE ESPERA]
    Sandra Baruki e convidados
    De 19 a 23 de agosto, das 14h às 18h (dia 20, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
    Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
    Vagas: 20

    DIGITALIZAÇÃO E ARQUIVAMENTO DE IMAGENS DIGITAIS
    Millard Wesley Long Schisler
    De 26 a 28 de agosto, das 09h às 18h
    Profissionais: R$ 452,00 (4X R$ 113,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 412,00 (4X R$ 103,00)
    Vagas: 35

    SETEMBRO

    GERENCIAMENTO DE RISCOS PARA O PATRIMÔNIO CULTURAL
    José Luiz Pedersoli
    De 09 a 11 de setembro, das 09h às 18h
    Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
    Vagas: 24

    SEGURANÇA DE BENS CULTURAIS
    Solange Rocha
    De 16 a 18 de setembro, das 10h às 17h
    Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
    Vagas: 30

    OUTUBRO

    CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÂO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS (turma extra)
    Sandra Baruki e convidados
    De 7 a 11 de outubro, das 14h às 18h (dia 8, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
    Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
    Vagas: 20

    NOVEMBRO:

    PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO EDIFICADO: HISTÓRIA, PRINCÍPIOS E PRÁTICA
    Claudia Suely de Carvalho
    De 4 a 8 de novembro, das 10h às 13h
    Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
    Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
    Vagas: 22

    PARA RESERVAR SUA VAGA:
    · Envie email para makaraeducativo.mhncursos@gmail.com, com seu nome completo, telefone para contato e o(s) curso(s) desejado(s)

    INFORMAÇÕES:
    · makaraeducativo.mhncursos@gmail.com
    · (21)2550-9257/ (21)8614-2005 [Gustavo]

    PARA ALUNOS DE OUTROS ESTADOS QUE BUSCAM HOSPEDAGEM:
    · Clube da Aeronáutica - (21)2210-3212
    · Ibis Hotel - (21)3506-4501
    · Aeroporto Othon Hotel - (21)3575-7200
    · Itajubá Hotel - (21)2212-0011
    --
    Atenciosamente,
    Divisão Educativa
    Museu Histórico Nacional
    2550-9261/62
    Pça Marechal Âncora, s/nº - Centro
    Rio de Janeiro/ RJ
    www.museuhistóriconacional.com.br

    CCBB - RJ


    14/01/2013

    IPHAN e UNESCO oferecem curso a distância de Patrimônio Imaterial

    Estão abertas as inscrições, até o dia 8 de fevereiro, para o curso Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional, uma realização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da UNESCO no Brasil por meio do Projeto Difusão da Política do Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil, e com coordenação técnica da Inspire | Gestão Cultural. Com aulas ministradas a distância, pela internet, o curso acontece entre os dias 1º de março e 4 de maio de 2013. Serão oferecidas 200 vagas para profissionais de todo o Brasil. A iniciativa faz parte das comemorações dos 10 anos da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, de 2003. Será feita seleção das inscrições enviadas e o resultado será divulgado a partir do dia 20 de fevereiro.

    O curso, gratuito, estruturado em oito disciplinas, tem como objetivo fortalecer as capacidades locais para implementação e execução de políticas de patrimônio imaterial nos estados e municípios brasileiros, por meio da capacitação de gestores culturais para atuarem na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial – legislação, identificação, reconhecimento, apoio e fomento à sustentabilidade. Pretende-se, assim, fomentar o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. Será possível ainda analisar e discutir os principais conceitos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro em suas diferentes dimensões e interações com aspectos de identidade, território e meio ambiente.

    O público-alvo é formado por profissionais que já atuam no campo da cultura e estão interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de mapeamento, inventários, pesquisas e ações de reconhecimento de bens culturais como patrimônio, assim como sobre a política federal de salvaguarda do patrimônio imaterial e demais ações desenvolvidas nessa área.

    No início do curso será ministrada a disciplina ”Ambientação em EAD”, que tem como objetivo promover uma boa relação com a aprendizagem virtual, otimizar a utilização dos recursos da plataforma do curso e explicitar a metodologia adotada.
    Também serão oferecidas as disciplinas “Tratando de Conceitos”, que discute Referências Culturais e patrimônio; “Comunidade e Gestão do Patrimônio”, que apresenta e discute metodologias de fomento à participação; “Convenção 2003 da UNESCO”, sobre a estrutura geral da UNESCO e da Convenção, além de objetivos e órgãos; “Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)”, sobre a institucionalização do patrimônio como campo de estudo e ação política no Brasil; “Instrumentos de gestão e políticas de fomento”, “Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento” e “Instrumentos e práticas de salvaguarda”, que discutem os instrumentos de Inventário, Registro, Planos de Salvaguarda, Políticas de Incentivos Fiscais, Educação Patrimonial e Tutela Penal do Patrimônio Cultural.
    O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por Patrícia Faria, Mônia Silvestrin, Letícia Vianna, Lucas dos Santos Roque, Mário Pragmacio, Juliana Santilli, Maria Elizabeth Costa e Márcia Sant’Anna.

    SERVIÇO

    Curso: Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional - EAD
    Inscrições: até 08 de fevereiro, pelo site www.inspirebr.com.br
    Seleção: até 20 de Fevereiro
    Período do curso: de 1º de março a 4 de maio de 2013
    Número de vagas: 200
    Custo: Gratuito
    Carga horária: 65 horas total

    Contatos para a imprensa:
    Inspire Gestão Cultural - Maria Helena Cunha, lenacunha@inspirebr.com.br, 31-3274 4953
    IPHAN - Núbia Selen Lira Silva, nubia.selen@iphan.gov.br , 61- 20245525
    UNESCO no Brasil - Ana Lúcia Guimarães, ana.guimaraes@unesco.org.br , 61-2106 3536
    Isabel de Paula, isabel.paula@unesco.org.br , 61-2106 3538
    Conheça, abaixo, o perfil dos professores participantes:

    • Prof. Patrícia Faria (Ambientação em EAD)
    Graduada em Psicologia pela UFMG, é especialista em Planejamento e Gestão Cultural pelo IEC/PUC-Minas. Desde 1992 é Coordenadora da Escola Livre COMUNA S.A., que em 2007 tornou-se um Pontão de Cultura com o projeto "Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura" de todo Brasil.

    • Prof. Mônia Silvestrin (Tratando de Conceitos)
    Possui graduação em Historia pela Universidade Federal do Paraná e mestrado em História pela USP. Atualmente é Coordenadora de Identificação do Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN. Atua como docente no Ensino Superior desde 2003 e, como pesquisadora, estuda temas como literatos, história das idéias, história cultural e patrimônio cultural.


    • Prof. Letícia Vianna (Comunidade e Gestão do Patrimônio)
    Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (1993) e doutora em Antropologia Social no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Desde 2007 é consultora no Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN, e pesquisadora do Laboratório Transdisciplinar de Estudos da Performance da UNB.

    • Prof. Lucas dos Santos Roque (Convenção 2003 da UNESCO)
    Mestre em Antropologia. Atualmente trabalha como consultor autônomo. Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente em meio ambiente, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável. É consultor da UNESCO para fortalecimento das capacidades para a implantação da Convenção de 2003.

    • Prof. Mário Pragmacio (Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)
    Atualmente é assessor jurídico do gabinete da vereadora Sonia Rabello (PV/RJ), e atua nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, cidade e educação. É professor do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense – UFF, lecionando as disciplinas “Legislações de Incentivo à Cultura e Direitos Autorais”, “História do Patrimônio Cultural” e “Projeto Cultural IV”.

    • Prof. Elisabeth Costa (Instrumentos de gestão e políticas de fomento)
    Graduada em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da UFRJ em 1974, Mestre em Psicolinguística, pela UFRJ em 1996 e Doutora em Antropologia Cultural, pela UFRJ em 2005. Desde 2010 é chefe da Divisão de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.

    • Prof. Juliana Santilli (Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento)
    Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), mestre em Direito e Estado pela Universidade de Brasília (2004), e doutora em Direito (área de concentração: Direito Socioambiental) pela PUC-PR (2009). É promotora de justiça do Ministério Público do Distrito Federal, já tendo atuado nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, criminal e direitos humanos.

    • Prof. Márcia Sant’Anna (Instrumentos e práticas de salvaguarda)
    Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (2004). Até março de 2011 trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) onde exerceu diversos cargos, entre os quais o de Diretora do antigo Departamento de Proteção (1998-1999) e Diretora do atual Departamento de Patrimônio Imaterial (2004-2011).

    Fonte: Ascom

    http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17130&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

    11/01/2013

    A Primeira Missa no Brasil -Ibram adquire tela de Cândido Portinari


    A Primeira Missa no Brasil

    Ibram adquire a famosa tela de Cândido Portinari, um dos ícones da Arte Moderna brasileira


    O Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura (Ibram/MinC) adquiriu a obra de arte A Primeira Missa no Brasil, de autoria de Cândido Portinari. O quadro fará parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes (Ibram/RJ), que já conta com a obra A Primeira Missa no Brasil de Victor Meirelles.

    A obra de Portinari, um painel datado de 1948, com dimensões de 271 cm X 501 cm e realizado em têmpera sobre tela, representa a primeira missa realizada no Brasil. Foi encomendada a Portinari pelo terceiro Barão de Saavedra, Thomaz Oscar Pinto da Cunha Saavedra (Lisboa/Portugal-1890/1956), para compor a então sede do Banco Boavista (RJ), cujo prédio foi projetado por Oscar Niemeyer em 1946.

    A tela encontra-se ainda hoje no mesmo prédio, onde atualmente funciona o Banco

    Bradesco, tendo sido tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) em março de 1992. O Ibram utilizou o direito de preferência na aquisição de bens culturais móveis, disposto na lei nº 11.906/2009, Artigo 4º, inciso XVII.

    O processo de compra começou em setembro de 2012, desde então foram realizadas vistorias técnicas de peritos do Museu Nacional de Belas Artes para a elaboração de Notas Técnicas sobre o estado de conservação da tela e para a avaliação do valor artístico e importância da obra. Também foram solicitados pareceres-avaliações de especialistas com larga experiência no mercado de arte. O valor da compra foi estimado em R$ 5 milhões.

    Dessa forma, seguindo todas as orientações legais e procedimentos técnicos, foi concluído o processo de aquisição do quadro. A compra teve o objetivo de integrar ao acervo público brasileiro esta obra importante, representativa da Arte Moderna brasileira, referencia nacional e internacional, ampliando o acesso do público brasileiro à obra de Cândido Portinari.

    Exposição

    A previsão é que o publico possa ver a tela a partir de março de 2013. Será feita uma exposição das obras A Primeira Missa no Brasil, de Portinari e A Primeira Missa no Brasil de Victor Meirelles, junto com os estudos realizados pelos artistas na criação e execução das telas. A Primeira Missa, de autoria de Victor Meirelles, encontra-se em exposição no MNBA. A obra, datada de 1860, é um óleo sobre tela de 268 X 356 cm.

    (Texto: Ascom,Ibran/MinC)
    (Foto: Divulgação, Ibram/MinC)

    http://www.cultura.gov.br/site/2013/01/10/a-primeira-missa-no-brasil-4/

    10/01/2013

    Visita à esposição "Múltiplo Leminski" (em 3D no youtube)

    Pra quem gostaria de ir na exposição "Múltiplo Leminski" no MON de Curitiba, fica uma pequena amostra: um vídeo da Série Viagens de Cronópios visita a exposição com Estrela Leminski como guia.

    O vídeo pode ser assistido em 3D(!) e com alta resolução.

    Link do portal Cronópios:
    http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5598
    (onde ensina como deixar o vídeo em 2D)


    08/01/2013

    Quadro de Matisse roubado há 25 anos é encontrado em Londres

    ‘Le jardin’ foi levado do Museu de Arte Moderna de Estocolmo em 1987

    Pintura a óleo do artista impressionista francês está avaliada em US$ 1 milhão

    RIO - O quadro “Le jardin”, de Henri Matisse, roubado do Museu de Arte Moderna de Estocolmo, há 25 anos foi encontrado nesta segunda, em Essex, ao norte de Londres, na Inglaterra. A pintura a óleo feita em 1920, avaliada em US$ 1 milhão, foi levada no dia 11 de maio de 1987 por um ladrão que escapou pouco antes de a segurança chegar ao local, segundo o The Independent.

    De acordo com notícias da época, foram feitas algumas tentativas de vender a pintura do artista impressionista francês ao museu de origem por uma grande quantia de dinheiro. Apesar disso, o destino de “Le jardin”
    A tela ‘Le Jardin’ (1920), de Henri Matisse,
    recuperada em Londres após 25 anos
    desaparecida Reprodução

    permaneceu desconhecido por mais de duas décadas. No fim de 2012, o quadro foi oferecido ao marchand Charles Roberts por um colecionador polonês. Roberts fez uma pesquisa no French Impressionist in the Art Loss Register (ARL), um banco de dados que fornece informações sobre obras de arte roubadas.

    Assim que a pintura foi atribuída a Matisse e identificada, Christopher A. Marinello, diretor da instituição, negociou a recuperação da obra. No momento, “Le jardin” está mantida a sete chaves no escritório do ARL, enquanto o transporte para Suécia é planejado.

    “A obra foi oferecida a Roberts e ele esperava vendê-la. Ele se tornou uma marchand há pouco tempo. Infelizmente uma das primeiras obras pela qual ele se interessou é roubada”, disse Marinello ao site do The Independent. “Sabemos que a peça veio da Polônia, mas não acreditamos que o colecionador nem Roberts tenham culpa neste caso. Informamos a polícia sobre a recuperação do quadro, mas eles não parecem interessados no caso, porque já se passou muito tempo”.

    http://oglobo.globo.com/cultura/quadro-de-matisse-roubado-ha-25-anos-encontrado-em-londres-7213909


    07/01/2013

    Homens que vão a museus e galerias são menos estressados

    Homens que vão a museus e galerias são menos estressados
    Pesquisa foi realizada com mais de 50 mil pessoas


    Da Redação / Foto: Thinkstock
    redacao@arcauniversal.com

    A correria do dia a dia, as preocupações e o estresse são problemas que dificultam a vida, e o homem, geralmente, está sempre buscando uma forma de manter sua saúde equilibrada. Há opções como malhar, correr, caminhar, andar de bicicleta ou viajar, mas, agora, uma pesquisa aponta que fazer programas culturais é uma forma eficaz de melhorar a saúde.

    O estudo foi realizado, recentemente, com 51 mil pessoas, na Noruega e na Suécia, e aponta que homens que costumam frequentar museus e galerias, além de outras atividades culturais, tendem a possuir melhor forma física e mental e ainda sofrem menos de depressão e ansiedade.

    A pesquisa foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health. A conclusão foi baseada nos níveis de satisfação com a vida, ansiedade e depressão em adultos voluntários, que responderam a questionários sobre seus estados de saúde e hábitos de vida.

    Aqueles que costumam frequentar eventos culturais, pelo menos três vezes por mês, mostraram-se em melhor forma em vários aspectos, afirmando serem mais felizes com a vida. Os pesquisadores dizem que esse tipo de atividade cultural pode ajudar a aliviar o estresse e a reduzir seus impactos no corpo, trazendo efeitos como o equilíbrio da pressão sanguínea e dos hormônios associados a ele.

    http://www.arcauniversal.com/comportamento/homem/noticias/homens-que-vao-a-museus-e-galerias-sao-menos-estressados--16294.html

    02/01/2013

    As melhores exposições de 2012

    Impressionismo: Paris e a mordenidade. De Renoir e Manet a Van Gogh, a exposição trouxe ao Brasil 85 obras do Museu d’Orsay, de Paris, entre elas “O tocador de pífano” (1866), de Manet. Inaugurada em outubro no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio, já ultrapassou a marca dos 350 mil visitantes. E uma boa notícia: ainda é possível visitar, já que a mostra segue em cartaz por aqui até o dia 13 . / Daniela Dacorso / Agência O Globo


    Alberto Giacometti. O escultor suíço que criou “retratos de todos os homens”, como definiu Sartre, teve sua primeira retrospectiva na América do Sul — no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em julho, e na Pinacoteca de São Paulo antes, em março. Foram 280 peças, entre desenhos, pinturas, gravuras e, claro, esculturas, como a obra em bronze “L'homme qui marche I”, de 1960. / Daniela Dacorso / Agência O Globo


    William Kentridge: Fortuna. Primeira grande exposição do sul-africano na América do Sul, a mostra tem o mérito de apresentar um arco denso da produção de Kentridge, um dos artistas fundamentais da arte contemporânea. São 38 desenhos, 27 filmes e animações, 184 gravuras e dez esculturas reunidos no Instituto Moreira Salles (IMS), onde foi inaugurada em outubro e segue até fevereiro. Do Rio, vai para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e depois para a Pinacoteca de São Paulo. Rhinoceros [Rinoceronte], de 2007, é uma das obras da exposição. / Marian Goodman Gallery / Divulgação


    Angelo Venosa. Um dos principais escultores brasileiros, Venosa fez sua primeira retrospectiva no MAM do Rio, em julho, e mostrou trabalhos produzidos desde 1985 até os dias atuais. / Divulgação


    O Globo da Morte de Tudo. Nuno Ramos e Eduardo Climachauska instalaram dois globos da morte (e os fizeram girar) na galeria Anita Schwartz, em novembro. / Divulgação


    Heartbeat. A exposição da aclamada fotógrafa americana Nan Goldin que causou polêmica em 2011 (ao ser retirada da programação do Oi Futuro) chegou ao MAM do Rio em fevereiro com três slideshows históricos, entre eles “A balada da dependência sexual”. A obra, que tornou a artista conhecida internacionalmente, é composta de 720 fotografias feitas entre 1978 e 1986 e compiladas entre 1981 e 1996. / Divulgação


    Amor. Luiz Zerbini mostrou pela primeira vez juntas, no MAM, em outubro, 60 telas de grandes dimensões (de até seis metros), produzidas na última década. Foi a maior individual da carreira do artista. / Divulgação


    Corpos Presentes — Still Beings. Homens de ferro pendurados pelos pés, homens de ferro no alto dos prédios do Centro da cidade. Foi o feito de Antony Gormley, que ganhou individual no Centro Cultural Banco do Brasil (em São Paulo, em maio, e no Rio, em agosto). O escultor inglês fez o espectador prestar atenção no espaço público ao espalhar pela cidade 27 esculturas que imitam o corpo humano. Gormley questionou a condição humana também ao pendurar 60 “homens de ferro” na rotunda do CCBB. A mostra reuniu ainda outras obras, como uma instalação com 24 mil esculturas em terracota. / Alexandre Loureiro / Getty Images


    Modigliani: imagens de uma vida. Doze pinturas, cinco esculturas, fotos e documentos do artista foram expostos no Museu Nacional de Belas Artes em janeiro. Recentemente, seu brilho foi ofuscado: o curador Christian Parisot teve a prisão decretada, sob acusação de falsificar obras. / Divulgação


    Obicho SusPenso, NaPaisaGeM. Feita a princípio para o Faena Art Center, em Buenos Aires, a instalação de Ernesto Neto chegou à Estação Leopoldina em setembro. Com mais de 40 metros de extensão e 12 metros de largura, a obra fazia um convite à experiência do público / Marcos Ramos


    http://oglobo.globo.com/cultura/as-melhores-exposicoes-de-2012-7162846