Grupo de indígenas chegou a se instalou no antigo Museu do Índio para resistir à demolição
Foto: Mauro Pimentel / Terra
André NaddeoGiuliander CarpesDireto do Rio de Janeiro
O governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, em informação confirmada por sua assessoria de imprensa, desistiu oficialmente de demolir o prédio onde funcionou o Museu do Índio, no Maracanã . Alvo de polêmica envolvendo tribos de diversas etnias, que ocupam o local desde 2006, Cabral voltou atrás em sua decisão e optou pela revitalização do local, após o índios se retirarem do local. Os indígenas devem sair ainda nesta segunda-feira.
No último sábado, a Justiça já havia concedido liminar que proibia o Estado de executar a demolição do local, que seria, de acordo com o governo estadual, uma exigência da Fifa tendo em vista os preparativos para a disputa da Copa do Mundo de 2014 – o Maracanã será o palco da grande final.
Em nota oficial, o governo do Estado diz que, agora, “o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes vão agora tomar a iniciativa de fazer o tombamento do imóvel. O Governo está tomando as devidas providências para que o local seja desocupado dos seus invasores. O Governo do Estado comprou em 2012 da Conab o imóvel, composto por esse e outros prédios, pelo preço de RS 60 milhões. O Ministério da Agricultura já está desocupando os demais prédios existentes no local, que serão demolidos para garantir o fluxo de pessoas no entorno do estádio”.
Ficou decidido ainda que a empresa que vencer a licitação para a concessão, prevista para fevereiro, do estádio do Maracanã, que passa por reformas e tem inauguração ainda com data incerta, será a responsável pela revitalização da área. O complexo de atletismo Célio de Barros, o parque aquático Júlio De Lamare, além da escola municipal Friedenreich, continuam, ao menos por enquanto, no cronograma de demolição.
O prédio vizinho ao Maracanã foi construído muito antes do que o estádio, em 1862, e abrigou a sede do Serviço de Proteção ao Índio (SPI), predecessor da Fundação Nacional do Índio (Funai). De 1953 a 1957, o Museu do Índio, criado pelo antropólogo Darcy Ribeiro, funcionou ali antes de ser transferido para um prédio no bairro de Botafogo.
Cerca de 20 índios ocuparam o prédio abandonado em 2006 e criaram ali a “aldeia Maracanã”, onde realizam atividades culturais, educativas e venda de artesanato. Apoiados pela Defensoria Pública da União e pela comissão de direitos humanos da Assembleia Legislativa do Estado (Alerj), os índios buscavam a permanência no local, considerado por eles como um ponto de encontro de todas as tribos que passavam pelo Rio de Janeiro.
http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/governo-do-rio-desiste-da-demolicao-do-antigo-museu-do-indio,68e005e8ef18c310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html
28/01/2013
21/01/2013
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Monster Corp Cientistas descobriram, em todo o mundo, fósseis de criaturas mitológicas e, depois de diversas pesquisas, a humanidade conseguiu recriar tais seres em laboratório. Sendo assim, inaugure o primeiro museu de monstros da mitologia, ganhando dinheiro para bancar expedições, contratar funcionários e expandir seus negócios. 2 MB
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17/01/2013
MHN - PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2013
MINISTÉRIO DA CULTURA
INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS
MUSEU HISTÓRICO NACIONAL
PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2013
De Abril a Novembro de 2013, serão realizados no Museu Histórico Nacional dezessete cursos voltados para profissionais, estudantes e interessados nas áreas de Arquitetura, Arquivologia, Belas Artes, Biblioteconomia, Educação, Fotografia, História, História da Arte e Museologia. Amigos do Museu Histórico Nacional e estudantes têm desconto em todos os cursos. Têm direito aos certificados aqueles que obtiveram presença mínima de 80% (oitenta por cento). Garanta já sua vaga, pois a quantidade de alunos por turma foi reduzida. As informações sobre as reservas seguem no final do texto.
ABRIL
MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES
Cristiane João Ramos e Luiz Antonelli
De 29 de abril a 03 de maio, das 14h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 24
MAIO
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE CULTURA MATERIAL NOS MUSEUS
José Neves Bittencourt
Dias 06 e 07 de maio, das 09h às 17h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
AZULEJO, UMA EXPRESSÃO DE ARTE LUSO-BRASILEIRA
Dora Monteiro e Silva de Alcântara
De 13 a 17 de maio, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 20
EDUCAÇÃO EM MUSEUS
Carina Martins Costa e Francisco Régis Lopes Ramos
De 20 a 22 de maio, das 10h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 25
JUNHO
OS JESUÍTAS NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE ARQUITETÔNICA E ARTÍSTICA DO BRASIL DO SÉCULOS XVI AO XVIII
Myriam Ribeiro de Andrade
De 03 a 07 de junho, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 30
DO AMOR À VAIDADE, DO LUXO AO PODER: A JOALHARIA NO MUNDO ATRAVÉS DOS MILÊNIOS
Gonçalo de Vasconcelos e Sousa (Universidade Católica de Portugal)
De 10 a 14 de junho, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 25
JULHO
RESTAURAÇÃO E PINTURA EM IMAGENS DE GESSO
Rosa Maria Campos Lopes
De 01 a 05 de julho, das 10h às 18h
Profissionais: R$ 630,00 (5X R$ 126,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 580,00 (5X R$ 116,00)
Vagas: 15
EMBALAGEM E MANUSEIO DE OBRAS DE ARTE
Claudia Calaça e Veronica Cavalcanti
De 08 a 10 de julho, das 13h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
INTRODUÇÃO À CONSERVAÇÃO DE TÊXTEIS
Teresa Cristina Toledo de Paula
De 15 a 17 de julho, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 22
ILUMINAÇÃO DE MUSEUS
Mariangela de Moura
De 29 de julho a 02 de agosto, das 14h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
AGOSTO
ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS FOTOGRÁFICOS
Aline Lopes de Lacerda
De 12 a 16 de agosto, das 10h às 13h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 26
CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÃO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS [LISTA DE ESPERA]
Sandra Baruki e convidados
De 19 a 23 de agosto, das 14h às 18h (dia 20, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 20
DIGITALIZAÇÃO E ARQUIVAMENTO DE IMAGENS DIGITAIS
Millard Wesley Long Schisler
De 26 a 28 de agosto, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 452,00 (4X R$ 113,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 412,00 (4X R$ 103,00)
Vagas: 35
SETEMBRO
GERENCIAMENTO DE RISCOS PARA O PATRIMÔNIO CULTURAL
José Luiz Pedersoli
De 09 a 11 de setembro, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 24
SEGURANÇA DE BENS CULTURAIS
Solange Rocha
De 16 a 18 de setembro, das 10h às 17h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 30
OUTUBRO
CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÂO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS (turma extra)
Sandra Baruki e convidados
De 7 a 11 de outubro, das 14h às 18h (dia 8, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 20
NOVEMBRO:
PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO EDIFICADO: HISTÓRIA, PRINCÍPIOS E PRÁTICA
Claudia Suely de Carvalho
De 4 a 8 de novembro, das 10h às 13h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 22
PARA RESERVAR SUA VAGA:
· Envie email para makaraeducativo.mhncursos@gmail.com, com seu nome completo, telefone para contato e o(s) curso(s) desejado(s)
INFORMAÇÕES:
· makaraeducativo.mhncursos@gmail.com
· (21)2550-9257/ (21)8614-2005 [Gustavo]
PARA ALUNOS DE OUTROS ESTADOS QUE BUSCAM HOSPEDAGEM:
· Clube da Aeronáutica - (21)2210-3212
· Ibis Hotel - (21)3506-4501
· Aeroporto Othon Hotel - (21)3575-7200
· Itajubá Hotel - (21)2212-0011
--
Atenciosamente,
Divisão Educativa
Museu Histórico Nacional
2550-9261/62
Pça Marechal Âncora, s/nº - Centro
Rio de Janeiro/ RJ
www.museuhistóriconacional.com.br
INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS
MUSEU HISTÓRICO NACIONAL
PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2013
De Abril a Novembro de 2013, serão realizados no Museu Histórico Nacional dezessete cursos voltados para profissionais, estudantes e interessados nas áreas de Arquitetura, Arquivologia, Belas Artes, Biblioteconomia, Educação, Fotografia, História, História da Arte e Museologia. Amigos do Museu Histórico Nacional e estudantes têm desconto em todos os cursos. Têm direito aos certificados aqueles que obtiveram presença mínima de 80% (oitenta por cento). Garanta já sua vaga, pois a quantidade de alunos por turma foi reduzida. As informações sobre as reservas seguem no final do texto.
ABRIL
MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES
Cristiane João Ramos e Luiz Antonelli
De 29 de abril a 03 de maio, das 14h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 24
MAIO
INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS DE CULTURA MATERIAL NOS MUSEUS
José Neves Bittencourt
Dias 06 e 07 de maio, das 09h às 17h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
AZULEJO, UMA EXPRESSÃO DE ARTE LUSO-BRASILEIRA
Dora Monteiro e Silva de Alcântara
De 13 a 17 de maio, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 20
EDUCAÇÃO EM MUSEUS
Carina Martins Costa e Francisco Régis Lopes Ramos
De 20 a 22 de maio, das 10h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 25
JUNHO
OS JESUÍTAS NA FORMAÇÃO DA IDENTIDADE ARQUITETÔNICA E ARTÍSTICA DO BRASIL DO SÉCULOS XVI AO XVIII
Myriam Ribeiro de Andrade
De 03 a 07 de junho, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 30
DO AMOR À VAIDADE, DO LUXO AO PODER: A JOALHARIA NO MUNDO ATRAVÉS DOS MILÊNIOS
Gonçalo de Vasconcelos e Sousa (Universidade Católica de Portugal)
De 10 a 14 de junho, das 14h às 17h
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 25
JULHO
RESTAURAÇÃO E PINTURA EM IMAGENS DE GESSO
Rosa Maria Campos Lopes
De 01 a 05 de julho, das 10h às 18h
Profissionais: R$ 630,00 (5X R$ 126,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 580,00 (5X R$ 116,00)
Vagas: 15
EMBALAGEM E MANUSEIO DE OBRAS DE ARTE
Claudia Calaça e Veronica Cavalcanti
De 08 a 10 de julho, das 13h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
INTRODUÇÃO À CONSERVAÇÃO DE TÊXTEIS
Teresa Cristina Toledo de Paula
De 15 a 17 de julho, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 22
ILUMINAÇÃO DE MUSEUS
Mariangela de Moura
De 29 de julho a 02 de agosto, das 14h às 18h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 25
AGOSTO
ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS FOTOGRÁFICOS
Aline Lopes de Lacerda
De 12 a 16 de agosto, das 10h às 13h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 26
CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÃO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS [LISTA DE ESPERA]
Sandra Baruki e convidados
De 19 a 23 de agosto, das 14h às 18h (dia 20, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 20
DIGITALIZAÇÃO E ARQUIVAMENTO DE IMAGENS DIGITAIS
Millard Wesley Long Schisler
De 26 a 28 de agosto, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 452,00 (4X R$ 113,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 412,00 (4X R$ 103,00)
Vagas: 35
SETEMBRO
GERENCIAMENTO DE RISCOS PARA O PATRIMÔNIO CULTURAL
José Luiz Pedersoli
De 09 a 11 de setembro, das 09h às 18h
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
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SEGURANÇA DE BENS CULTURAIS
Solange Rocha
De 16 a 18 de setembro, das 10h às 17h
Profissionais: R$ 252,00 (3X R$ 84,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 216,00 (3X R$ 72,00)
Vagas: 30
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CONSERVAÇÃO FOTOGRÁFICA - IDENTIFICAÇÂO E PROCEDIMENTOS BÁSICOS (turma extra)
Sandra Baruki e convidados
De 7 a 11 de outubro, das 14h às 18h (dia 8, de 9h30 às 12h30 e das 14h às 18h)
Profissionais: R$ 315,00 (3X R$ 105,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 288,00 (3X R$ 96,00)
Vagas: 20
NOVEMBRO:
PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO EDIFICADO: HISTÓRIA, PRINCÍPIOS E PRÁTICA
Claudia Suely de Carvalho
De 4 a 8 de novembro, das 10h às 13h
Profissionais: R$ 201,00 (3X R$ 67,00)
Estudantes/ associados MHN: R$ 177,00 (3X R$ 59,00)
Vagas: 22
PARA RESERVAR SUA VAGA:
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Atenciosamente,
Divisão Educativa
Museu Histórico Nacional
2550-9261/62
Pça Marechal Âncora, s/nº - Centro
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14/01/2013
IPHAN e UNESCO oferecem curso a distância de Patrimônio Imaterial
Estão abertas as inscrições, até o dia 8 de fevereiro, para o curso Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional, uma realização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da UNESCO no Brasil por meio do Projeto Difusão da Política do Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil, e com coordenação técnica da Inspire | Gestão Cultural. Com aulas ministradas a distância, pela internet, o curso acontece entre os dias 1º de março e 4 de maio de 2013. Serão oferecidas 200 vagas para profissionais de todo o Brasil. A iniciativa faz parte das comemorações dos 10 anos da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, de 2003. Será feita seleção das inscrições enviadas e o resultado será divulgado a partir do dia 20 de fevereiro.
O curso, gratuito, estruturado em oito disciplinas, tem como objetivo fortalecer as capacidades locais para implementação e execução de políticas de patrimônio imaterial nos estados e municípios brasileiros, por meio da capacitação de gestores culturais para atuarem na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial – legislação, identificação, reconhecimento, apoio e fomento à sustentabilidade. Pretende-se, assim, fomentar o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. Será possível ainda analisar e discutir os principais conceitos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro em suas diferentes dimensões e interações com aspectos de identidade, território e meio ambiente.
O público-alvo é formado por profissionais que já atuam no campo da cultura e estão interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de mapeamento, inventários, pesquisas e ações de reconhecimento de bens culturais como patrimônio, assim como sobre a política federal de salvaguarda do patrimônio imaterial e demais ações desenvolvidas nessa área.
No início do curso será ministrada a disciplina ”Ambientação em EAD”, que tem como objetivo promover uma boa relação com a aprendizagem virtual, otimizar a utilização dos recursos da plataforma do curso e explicitar a metodologia adotada.
Também serão oferecidas as disciplinas “Tratando de Conceitos”, que discute Referências Culturais e patrimônio; “Comunidade e Gestão do Patrimônio”, que apresenta e discute metodologias de fomento à participação; “Convenção 2003 da UNESCO”, sobre a estrutura geral da UNESCO e da Convenção, além de objetivos e órgãos; “Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)”, sobre a institucionalização do patrimônio como campo de estudo e ação política no Brasil; “Instrumentos de gestão e políticas de fomento”, “Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento” e “Instrumentos e práticas de salvaguarda”, que discutem os instrumentos de Inventário, Registro, Planos de Salvaguarda, Políticas de Incentivos Fiscais, Educação Patrimonial e Tutela Penal do Patrimônio Cultural.
O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por Patrícia Faria, Mônia Silvestrin, Letícia Vianna, Lucas dos Santos Roque, Mário Pragmacio, Juliana Santilli, Maria Elizabeth Costa e Márcia Sant’Anna.
SERVIÇO
Curso: Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional - EAD
Inscrições: até 08 de fevereiro, pelo site www.inspirebr.com.br
Seleção: até 20 de Fevereiro
Período do curso: de 1º de março a 4 de maio de 2013
Número de vagas: 200
Custo: Gratuito
Carga horária: 65 horas total
Contatos para a imprensa:
Inspire Gestão Cultural - Maria Helena Cunha, lenacunha@inspirebr.com.br, 31-3274 4953
IPHAN - Núbia Selen Lira Silva, nubia.selen@iphan.gov.br , 61- 20245525
UNESCO no Brasil - Ana Lúcia Guimarães, ana.guimaraes@unesco.org.br , 61-2106 3536
Isabel de Paula, isabel.paula@unesco.org.br , 61-2106 3538
Conheça, abaixo, o perfil dos professores participantes:
• Prof. Patrícia Faria (Ambientação em EAD)
Graduada em Psicologia pela UFMG, é especialista em Planejamento e Gestão Cultural pelo IEC/PUC-Minas. Desde 1992 é Coordenadora da Escola Livre COMUNA S.A., que em 2007 tornou-se um Pontão de Cultura com o projeto "Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura" de todo Brasil.
• Prof. Mônia Silvestrin (Tratando de Conceitos)
Possui graduação em Historia pela Universidade Federal do Paraná e mestrado em História pela USP. Atualmente é Coordenadora de Identificação do Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN. Atua como docente no Ensino Superior desde 2003 e, como pesquisadora, estuda temas como literatos, história das idéias, história cultural e patrimônio cultural.
• Prof. Letícia Vianna (Comunidade e Gestão do Patrimônio)
Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (1993) e doutora em Antropologia Social no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Desde 2007 é consultora no Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN, e pesquisadora do Laboratório Transdisciplinar de Estudos da Performance da UNB.
• Prof. Lucas dos Santos Roque (Convenção 2003 da UNESCO)
Mestre em Antropologia. Atualmente trabalha como consultor autônomo. Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente em meio ambiente, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável. É consultor da UNESCO para fortalecimento das capacidades para a implantação da Convenção de 2003.
• Prof. Mário Pragmacio (Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)
Atualmente é assessor jurídico do gabinete da vereadora Sonia Rabello (PV/RJ), e atua nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, cidade e educação. É professor do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense – UFF, lecionando as disciplinas “Legislações de Incentivo à Cultura e Direitos Autorais”, “História do Patrimônio Cultural” e “Projeto Cultural IV”.
• Prof. Elisabeth Costa (Instrumentos de gestão e políticas de fomento)
Graduada em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da UFRJ em 1974, Mestre em Psicolinguística, pela UFRJ em 1996 e Doutora em Antropologia Cultural, pela UFRJ em 2005. Desde 2010 é chefe da Divisão de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.
• Prof. Juliana Santilli (Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento)
Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), mestre em Direito e Estado pela Universidade de Brasília (2004), e doutora em Direito (área de concentração: Direito Socioambiental) pela PUC-PR (2009). É promotora de justiça do Ministério Público do Distrito Federal, já tendo atuado nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, criminal e direitos humanos.
• Prof. Márcia Sant’Anna (Instrumentos e práticas de salvaguarda)
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (2004). Até março de 2011 trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) onde exerceu diversos cargos, entre os quais o de Diretora do antigo Departamento de Proteção (1998-1999) e Diretora do atual Departamento de Patrimônio Imaterial (2004-2011).
Fonte: Ascom
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17130&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia
O curso, gratuito, estruturado em oito disciplinas, tem como objetivo fortalecer as capacidades locais para implementação e execução de políticas de patrimônio imaterial nos estados e municípios brasileiros, por meio da capacitação de gestores culturais para atuarem na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial – legislação, identificação, reconhecimento, apoio e fomento à sustentabilidade. Pretende-se, assim, fomentar o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. Será possível ainda analisar e discutir os principais conceitos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro em suas diferentes dimensões e interações com aspectos de identidade, território e meio ambiente.
O público-alvo é formado por profissionais que já atuam no campo da cultura e estão interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de mapeamento, inventários, pesquisas e ações de reconhecimento de bens culturais como patrimônio, assim como sobre a política federal de salvaguarda do patrimônio imaterial e demais ações desenvolvidas nessa área.
No início do curso será ministrada a disciplina ”Ambientação em EAD”, que tem como objetivo promover uma boa relação com a aprendizagem virtual, otimizar a utilização dos recursos da plataforma do curso e explicitar a metodologia adotada.
Também serão oferecidas as disciplinas “Tratando de Conceitos”, que discute Referências Culturais e patrimônio; “Comunidade e Gestão do Patrimônio”, que apresenta e discute metodologias de fomento à participação; “Convenção 2003 da UNESCO”, sobre a estrutura geral da UNESCO e da Convenção, além de objetivos e órgãos; “Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)”, sobre a institucionalização do patrimônio como campo de estudo e ação política no Brasil; “Instrumentos de gestão e políticas de fomento”, “Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento” e “Instrumentos e práticas de salvaguarda”, que discutem os instrumentos de Inventário, Registro, Planos de Salvaguarda, Políticas de Incentivos Fiscais, Educação Patrimonial e Tutela Penal do Patrimônio Cultural.
O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por Patrícia Faria, Mônia Silvestrin, Letícia Vianna, Lucas dos Santos Roque, Mário Pragmacio, Juliana Santilli, Maria Elizabeth Costa e Márcia Sant’Anna.
SERVIÇO
Curso: Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional - EAD
Inscrições: até 08 de fevereiro, pelo site www.inspirebr.com.br
Seleção: até 20 de Fevereiro
Período do curso: de 1º de março a 4 de maio de 2013
Número de vagas: 200
Custo: Gratuito
Carga horária: 65 horas total
Contatos para a imprensa:
Inspire Gestão Cultural - Maria Helena Cunha, lenacunha@inspirebr.com.br, 31-3274 4953
IPHAN - Núbia Selen Lira Silva, nubia.selen@iphan.gov.br , 61- 20245525
UNESCO no Brasil - Ana Lúcia Guimarães, ana.guimaraes@unesco.org.br , 61-2106 3536
Isabel de Paula, isabel.paula@unesco.org.br , 61-2106 3538
Conheça, abaixo, o perfil dos professores participantes:
• Prof. Patrícia Faria (Ambientação em EAD)
Graduada em Psicologia pela UFMG, é especialista em Planejamento e Gestão Cultural pelo IEC/PUC-Minas. Desde 1992 é Coordenadora da Escola Livre COMUNA S.A., que em 2007 tornou-se um Pontão de Cultura com o projeto "Formação em Gestão Cultural para os Pontos de Cultura" de todo Brasil.
• Prof. Mônia Silvestrin (Tratando de Conceitos)
Possui graduação em Historia pela Universidade Federal do Paraná e mestrado em História pela USP. Atualmente é Coordenadora de Identificação do Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN. Atua como docente no Ensino Superior desde 2003 e, como pesquisadora, estuda temas como literatos, história das idéias, história cultural e patrimônio cultural.
• Prof. Letícia Vianna (Comunidade e Gestão do Patrimônio)
Mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília (1993) e doutora em Antropologia Social no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Desde 2007 é consultora no Departamento de Patrimônio Imaterial do IPHAN, e pesquisadora do Laboratório Transdisciplinar de Estudos da Performance da UNB.
• Prof. Lucas dos Santos Roque (Convenção 2003 da UNESCO)
Mestre em Antropologia. Atualmente trabalha como consultor autônomo. Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente em meio ambiente, patrimônio imaterial e desenvolvimento sustentável. É consultor da UNESCO para fortalecimento das capacidades para a implantação da Convenção de 2003.
• Prof. Mário Pragmacio (Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)
Atualmente é assessor jurídico do gabinete da vereadora Sonia Rabello (PV/RJ), e atua nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, cidade e educação. É professor do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense – UFF, lecionando as disciplinas “Legislações de Incentivo à Cultura e Direitos Autorais”, “História do Patrimônio Cultural” e “Projeto Cultural IV”.
• Prof. Elisabeth Costa (Instrumentos de gestão e políticas de fomento)
Graduada em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da UFRJ em 1974, Mestre em Psicolinguística, pela UFRJ em 1996 e Doutora em Antropologia Cultural, pela UFRJ em 2005. Desde 2010 é chefe da Divisão de Pesquisa do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular.
• Prof. Juliana Santilli (Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento)
Graduada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1987), mestre em Direito e Estado pela Universidade de Brasília (2004), e doutora em Direito (área de concentração: Direito Socioambiental) pela PUC-PR (2009). É promotora de justiça do Ministério Público do Distrito Federal, já tendo atuado nas áreas de meio ambiente, patrimônio cultural, criminal e direitos humanos.
• Prof. Márcia Sant’Anna (Instrumentos e práticas de salvaguarda)
Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília, mestre em Arquitetura e Urbanismo pela UFBA e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia (2004). Até março de 2011 trabalhou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) onde exerceu diversos cargos, entre os quais o de Diretora do antigo Departamento de Proteção (1998-1999) e Diretora do atual Departamento de Patrimônio Imaterial (2004-2011).
Fonte: Ascom
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17130&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia
11/01/2013
A Primeira Missa no Brasil -Ibram adquire tela de Cândido Portinari
A Primeira Missa no Brasil
Ibram adquire a famosa tela de Cândido Portinari, um dos ícones da Arte Moderna brasileira
O Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura (Ibram/MinC) adquiriu a obra de arte A Primeira Missa no Brasil, de autoria de Cândido Portinari. O quadro fará parte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes (Ibram/RJ), que já conta com a obra A Primeira Missa no Brasil de Victor Meirelles.
A obra de Portinari, um painel datado de 1948, com dimensões de 271 cm X 501 cm e realizado em têmpera sobre tela, representa a primeira missa realizada no Brasil. Foi encomendada a Portinari pelo terceiro Barão de Saavedra, Thomaz Oscar Pinto da Cunha Saavedra (Lisboa/Portugal-1890/1956), para compor a então sede do Banco Boavista (RJ), cujo prédio foi projetado por Oscar Niemeyer em 1946.
A tela encontra-se ainda hoje no mesmo prédio, onde atualmente funciona o Banco
Bradesco, tendo sido tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC) em março de 1992. O Ibram utilizou o direito de preferência na aquisição de bens culturais móveis, disposto na lei nº 11.906/2009, Artigo 4º, inciso XVII.
O processo de compra começou em setembro de 2012, desde então foram realizadas vistorias técnicas de peritos do Museu Nacional de Belas Artes para a elaboração de Notas Técnicas sobre o estado de conservação da tela e para a avaliação do valor artístico e importância da obra. Também foram solicitados pareceres-avaliações de especialistas com larga experiência no mercado de arte. O valor da compra foi estimado em R$ 5 milhões.
Dessa forma, seguindo todas as orientações legais e procedimentos técnicos, foi concluído o processo de aquisição do quadro. A compra teve o objetivo de integrar ao acervo público brasileiro esta obra importante, representativa da Arte Moderna brasileira, referencia nacional e internacional, ampliando o acesso do público brasileiro à obra de Cândido Portinari.
Exposição
A previsão é que o publico possa ver a tela a partir de março de 2013. Será feita uma exposição das obras A Primeira Missa no Brasil, de Portinari e A Primeira Missa no Brasil de Victor Meirelles, junto com os estudos realizados pelos artistas na criação e execução das telas. A Primeira Missa, de autoria de Victor Meirelles, encontra-se em exposição no MNBA. A obra, datada de 1860, é um óleo sobre tela de 268 X 356 cm.
(Texto: Ascom,Ibran/MinC)
(Foto: Divulgação, Ibram/MinC)
http://www.cultura.gov.br/site/2013/01/10/a-primeira-missa-no-brasil-4/
10/01/2013
Visita à esposição "Múltiplo Leminski" (em 3D no youtube)
Pra quem gostaria de ir na exposição "Múltiplo Leminski" no MON de Curitiba, fica uma pequena amostra: um vídeo da Série Viagens de Cronópios visita a exposição com Estrela Leminski como guia.
O vídeo pode ser assistido em 3D(!) e com alta resolução.
Link do portal Cronópios:
http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5598
(onde ensina como deixar o vídeo em 2D)
O vídeo pode ser assistido em 3D(!) e com alta resolução.
Link do portal Cronópios:
http://www.cronopios.com.br/site/artigos.asp?id=5598
(onde ensina como deixar o vídeo em 2D)
08/01/2013
Quadro de Matisse roubado há 25 anos é encontrado em Londres
‘Le jardin’ foi levado do Museu de Arte Moderna de Estocolmo em 1987
Pintura a óleo do artista impressionista francês está avaliada em US$ 1 milhão
RIO - O quadro “Le jardin”, de Henri Matisse, roubado do Museu de Arte Moderna de Estocolmo, há 25 anos foi encontrado nesta segunda, em Essex, ao norte de Londres, na Inglaterra. A pintura a óleo feita em 1920, avaliada em US$ 1 milhão, foi levada no dia 11 de maio de 1987 por um ladrão que escapou pouco antes de a segurança chegar ao local, segundo o The Independent.
De acordo com notícias da época, foram feitas algumas tentativas de vender a pintura do artista impressionista francês ao museu de origem por uma grande quantia de dinheiro. Apesar disso, o destino de “Le jardin”
A tela ‘Le Jardin’ (1920), de Henri Matisse,
recuperada em Londres após 25 anos
desaparecida Reprodução
permaneceu desconhecido por mais de duas décadas. No fim de 2012, o quadro foi oferecido ao marchand Charles Roberts por um colecionador polonês. Roberts fez uma pesquisa no French Impressionist in the Art Loss Register (ARL), um banco de dados que fornece informações sobre obras de arte roubadas.
Assim que a pintura foi atribuída a Matisse e identificada, Christopher A. Marinello, diretor da instituição, negociou a recuperação da obra. No momento, “Le jardin” está mantida a sete chaves no escritório do ARL, enquanto o transporte para Suécia é planejado.
“A obra foi oferecida a Roberts e ele esperava vendê-la. Ele se tornou uma marchand há pouco tempo. Infelizmente uma das primeiras obras pela qual ele se interessou é roubada”, disse Marinello ao site do The Independent. “Sabemos que a peça veio da Polônia, mas não acreditamos que o colecionador nem Roberts tenham culpa neste caso. Informamos a polícia sobre a recuperação do quadro, mas eles não parecem interessados no caso, porque já se passou muito tempo”.
http://oglobo.globo.com/cultura/quadro-de-matisse-roubado-ha-25-anos-encontrado-em-londres-7213909
Pintura a óleo do artista impressionista francês está avaliada em US$ 1 milhão
RIO - O quadro “Le jardin”, de Henri Matisse, roubado do Museu de Arte Moderna de Estocolmo, há 25 anos foi encontrado nesta segunda, em Essex, ao norte de Londres, na Inglaterra. A pintura a óleo feita em 1920, avaliada em US$ 1 milhão, foi levada no dia 11 de maio de 1987 por um ladrão que escapou pouco antes de a segurança chegar ao local, segundo o The Independent.
De acordo com notícias da época, foram feitas algumas tentativas de vender a pintura do artista impressionista francês ao museu de origem por uma grande quantia de dinheiro. Apesar disso, o destino de “Le jardin”
A tela ‘Le Jardin’ (1920), de Henri Matisse,
recuperada em Londres após 25 anos
desaparecida Reprodução
permaneceu desconhecido por mais de duas décadas. No fim de 2012, o quadro foi oferecido ao marchand Charles Roberts por um colecionador polonês. Roberts fez uma pesquisa no French Impressionist in the Art Loss Register (ARL), um banco de dados que fornece informações sobre obras de arte roubadas.
Assim que a pintura foi atribuída a Matisse e identificada, Christopher A. Marinello, diretor da instituição, negociou a recuperação da obra. No momento, “Le jardin” está mantida a sete chaves no escritório do ARL, enquanto o transporte para Suécia é planejado.
“A obra foi oferecida a Roberts e ele esperava vendê-la. Ele se tornou uma marchand há pouco tempo. Infelizmente uma das primeiras obras pela qual ele se interessou é roubada”, disse Marinello ao site do The Independent. “Sabemos que a peça veio da Polônia, mas não acreditamos que o colecionador nem Roberts tenham culpa neste caso. Informamos a polícia sobre a recuperação do quadro, mas eles não parecem interessados no caso, porque já se passou muito tempo”.
http://oglobo.globo.com/cultura/quadro-de-matisse-roubado-ha-25-anos-encontrado-em-londres-7213909
07/01/2013
Homens que vão a museus e galerias são menos estressados
Homens que vão a museus e galerias são menos estressados
Pesquisa foi realizada com mais de 50 mil pessoas
Da Redação / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
A correria do dia a dia, as preocupações e o estresse são problemas que dificultam a vida, e o homem, geralmente, está sempre buscando uma forma de manter sua saúde equilibrada. Há opções como malhar, correr, caminhar, andar de bicicleta ou viajar, mas, agora, uma pesquisa aponta que fazer programas culturais é uma forma eficaz de melhorar a saúde.
O estudo foi realizado, recentemente, com 51 mil pessoas, na Noruega e na Suécia, e aponta que homens que costumam frequentar museus e galerias, além de outras atividades culturais, tendem a possuir melhor forma física e mental e ainda sofrem menos de depressão e ansiedade.
A pesquisa foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health. A conclusão foi baseada nos níveis de satisfação com a vida, ansiedade e depressão em adultos voluntários, que responderam a questionários sobre seus estados de saúde e hábitos de vida.
Aqueles que costumam frequentar eventos culturais, pelo menos três vezes por mês, mostraram-se em melhor forma em vários aspectos, afirmando serem mais felizes com a vida. Os pesquisadores dizem que esse tipo de atividade cultural pode ajudar a aliviar o estresse e a reduzir seus impactos no corpo, trazendo efeitos como o equilíbrio da pressão sanguínea e dos hormônios associados a ele.
http://www.arcauniversal.com/comportamento/homem/noticias/homens-que-vao-a-museus-e-galerias-sao-menos-estressados--16294.html
Pesquisa foi realizada com mais de 50 mil pessoas
Da Redação / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com
A correria do dia a dia, as preocupações e o estresse são problemas que dificultam a vida, e o homem, geralmente, está sempre buscando uma forma de manter sua saúde equilibrada. Há opções como malhar, correr, caminhar, andar de bicicleta ou viajar, mas, agora, uma pesquisa aponta que fazer programas culturais é uma forma eficaz de melhorar a saúde.
O estudo foi realizado, recentemente, com 51 mil pessoas, na Noruega e na Suécia, e aponta que homens que costumam frequentar museus e galerias, além de outras atividades culturais, tendem a possuir melhor forma física e mental e ainda sofrem menos de depressão e ansiedade.
A pesquisa foi publicada no Journal of Epidemiology and Community Health. A conclusão foi baseada nos níveis de satisfação com a vida, ansiedade e depressão em adultos voluntários, que responderam a questionários sobre seus estados de saúde e hábitos de vida.
Aqueles que costumam frequentar eventos culturais, pelo menos três vezes por mês, mostraram-se em melhor forma em vários aspectos, afirmando serem mais felizes com a vida. Os pesquisadores dizem que esse tipo de atividade cultural pode ajudar a aliviar o estresse e a reduzir seus impactos no corpo, trazendo efeitos como o equilíbrio da pressão sanguínea e dos hormônios associados a ele.
http://www.arcauniversal.com/comportamento/homem/noticias/homens-que-vao-a-museus-e-galerias-sao-menos-estressados--16294.html
02/01/2013
As melhores exposições de 2012
Impressionismo: Paris e a mordenidade. De Renoir e Manet a Van Gogh, a exposição trouxe ao Brasil 85 obras do Museu d’Orsay, de Paris, entre elas “O tocador de pífano” (1866), de Manet. Inaugurada em outubro no Centro Cultural do Banco do Brasil do Rio, já ultrapassou a marca dos 350 mil visitantes. E uma boa notícia: ainda é possível visitar, já que a mostra segue em cartaz por aqui até o dia 13 . / Daniela Dacorso / Agência O Globo
Alberto Giacometti. O escultor suíço que criou “retratos de todos os homens”, como definiu Sartre, teve sua primeira retrospectiva na América do Sul — no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em julho, e na Pinacoteca de São Paulo antes, em março. Foram 280 peças, entre desenhos, pinturas, gravuras e, claro, esculturas, como a obra em bronze “L'homme qui marche I”, de 1960. / Daniela Dacorso / Agência O Globo
William Kentridge: Fortuna. Primeira grande exposição do sul-africano na América do Sul, a mostra tem o mérito de apresentar um arco denso da produção de Kentridge, um dos artistas fundamentais da arte contemporânea. São 38 desenhos, 27 filmes e animações, 184 gravuras e dez esculturas reunidos no Instituto Moreira Salles (IMS), onde foi inaugurada em outubro e segue até fevereiro. Do Rio, vai para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e depois para a Pinacoteca de São Paulo. Rhinoceros [Rinoceronte], de 2007, é uma das obras da exposição. / Marian Goodman Gallery / Divulgação
Angelo Venosa. Um dos principais escultores brasileiros, Venosa fez sua primeira retrospectiva no MAM do Rio, em julho, e mostrou trabalhos produzidos desde 1985 até os dias atuais. / Divulgação
O Globo da Morte de Tudo. Nuno Ramos e Eduardo Climachauska instalaram dois globos da morte (e os fizeram girar) na galeria Anita Schwartz, em novembro. / Divulgação
Heartbeat. A exposição da aclamada fotógrafa americana Nan Goldin que causou polêmica em 2011 (ao ser retirada da programação do Oi Futuro) chegou ao MAM do Rio em fevereiro com três slideshows históricos, entre eles “A balada da dependência sexual”. A obra, que tornou a artista conhecida internacionalmente, é composta de 720 fotografias feitas entre 1978 e 1986 e compiladas entre 1981 e 1996. / Divulgação
Amor. Luiz Zerbini mostrou pela primeira vez juntas, no MAM, em outubro, 60 telas de grandes dimensões (de até seis metros), produzidas na última década. Foi a maior individual da carreira do artista. / Divulgação
Corpos Presentes — Still Beings. Homens de ferro pendurados pelos pés, homens de ferro no alto dos prédios do Centro da cidade. Foi o feito de Antony Gormley, que ganhou individual no Centro Cultural Banco do Brasil (em São Paulo, em maio, e no Rio, em agosto). O escultor inglês fez o espectador prestar atenção no espaço público ao espalhar pela cidade 27 esculturas que imitam o corpo humano. Gormley questionou a condição humana também ao pendurar 60 “homens de ferro” na rotunda do CCBB. A mostra reuniu ainda outras obras, como uma instalação com 24 mil esculturas em terracota. / Alexandre Loureiro / Getty Images
Modigliani: imagens de uma vida. Doze pinturas, cinco esculturas, fotos e documentos do artista foram expostos no Museu Nacional de Belas Artes em janeiro. Recentemente, seu brilho foi ofuscado: o curador Christian Parisot teve a prisão decretada, sob acusação de falsificar obras. / Divulgação
Obicho SusPenso, NaPaisaGeM. Feita a princípio para o Faena Art Center, em Buenos Aires, a instalação de Ernesto Neto chegou à Estação Leopoldina em setembro. Com mais de 40 metros de extensão e 12 metros de largura, a obra fazia um convite à experiência do público / Marcos Ramos
http://oglobo.globo.com/cultura/as-melhores-exposicoes-de-2012-7162846
Alberto Giacometti. O escultor suíço que criou “retratos de todos os homens”, como definiu Sartre, teve sua primeira retrospectiva na América do Sul — no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em julho, e na Pinacoteca de São Paulo antes, em março. Foram 280 peças, entre desenhos, pinturas, gravuras e, claro, esculturas, como a obra em bronze “L'homme qui marche I”, de 1960. / Daniela Dacorso / Agência O Globo
William Kentridge: Fortuna. Primeira grande exposição do sul-africano na América do Sul, a mostra tem o mérito de apresentar um arco denso da produção de Kentridge, um dos artistas fundamentais da arte contemporânea. São 38 desenhos, 27 filmes e animações, 184 gravuras e dez esculturas reunidos no Instituto Moreira Salles (IMS), onde foi inaugurada em outubro e segue até fevereiro. Do Rio, vai para a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, e depois para a Pinacoteca de São Paulo. Rhinoceros [Rinoceronte], de 2007, é uma das obras da exposição. / Marian Goodman Gallery / Divulgação
Angelo Venosa. Um dos principais escultores brasileiros, Venosa fez sua primeira retrospectiva no MAM do Rio, em julho, e mostrou trabalhos produzidos desde 1985 até os dias atuais. / Divulgação
O Globo da Morte de Tudo. Nuno Ramos e Eduardo Climachauska instalaram dois globos da morte (e os fizeram girar) na galeria Anita Schwartz, em novembro. / Divulgação
Heartbeat. A exposição da aclamada fotógrafa americana Nan Goldin que causou polêmica em 2011 (ao ser retirada da programação do Oi Futuro) chegou ao MAM do Rio em fevereiro com três slideshows históricos, entre eles “A balada da dependência sexual”. A obra, que tornou a artista conhecida internacionalmente, é composta de 720 fotografias feitas entre 1978 e 1986 e compiladas entre 1981 e 1996. / Divulgação
Amor. Luiz Zerbini mostrou pela primeira vez juntas, no MAM, em outubro, 60 telas de grandes dimensões (de até seis metros), produzidas na última década. Foi a maior individual da carreira do artista. / Divulgação
Corpos Presentes — Still Beings. Homens de ferro pendurados pelos pés, homens de ferro no alto dos prédios do Centro da cidade. Foi o feito de Antony Gormley, que ganhou individual no Centro Cultural Banco do Brasil (em São Paulo, em maio, e no Rio, em agosto). O escultor inglês fez o espectador prestar atenção no espaço público ao espalhar pela cidade 27 esculturas que imitam o corpo humano. Gormley questionou a condição humana também ao pendurar 60 “homens de ferro” na rotunda do CCBB. A mostra reuniu ainda outras obras, como uma instalação com 24 mil esculturas em terracota. / Alexandre Loureiro / Getty Images
Modigliani: imagens de uma vida. Doze pinturas, cinco esculturas, fotos e documentos do artista foram expostos no Museu Nacional de Belas Artes em janeiro. Recentemente, seu brilho foi ofuscado: o curador Christian Parisot teve a prisão decretada, sob acusação de falsificar obras. / Divulgação
Obicho SusPenso, NaPaisaGeM. Feita a princípio para o Faena Art Center, em Buenos Aires, a instalação de Ernesto Neto chegou à Estação Leopoldina em setembro. Com mais de 40 metros de extensão e 12 metros de largura, a obra fazia um convite à experiência do público / Marcos Ramos
http://oglobo.globo.com/cultura/as-melhores-exposicoes-de-2012-7162846
28/12/2012
Turistas precisarão passar por higiene antes de visitar Capela Sistina
Os afrescos pintados por Michelangelo há 500 anos estariam em estado grave Foto: Divulgação/27-03-2007
VATICANO - O Vaticano anunciou que os turistas que visitarem a Capela Sistina nos próximos anos precisarão passar por um processo de higiene. O objetivo é proteger os afrescos pintados por Michelangelo há 500 anos que, segundo Antonio Paolucci, diretor dos museus da sede da Igreja Católica, estão em estado grave.
O aumento de turistas (hoje são cinco milhões por ano, com picos de até 300 mil por dia), de acordo com o Vaticano, tem causado sérios danos às pinturas. A forte presença de pessoas altera a temperatura da sala.
Para resolver o problema, o Vaticano planeja instalar, no início de 2013, tapetes especiais para limpar os calçados dos visitantes e aspiradores potentes para absorver as partículas de poeira das roupas.
Além destas medidas, os turistas ainda passarão por uma sala em que reduzirão a temperatura corporal e o nível de umidade.
— Os grandes inimigos dos afrescos são a temperatura, a umidade e o dióxido de carbono — explicou Antonio Paolucci ao jornal italiano Corriere della Sera.
O número de visitantes da Capela Sistina dobrou nos últimos 10 anos. A ideia do Vativano é proteger o patrimônio de maneira que não impeça os visitantes de continuarem a frequentar o local.
Assim, tem previsto para ano que vem um novo sistema de climatização e controle de umidade e poeira. Os equipamentos são outra esperança de Paolucci para evitar uma medida mais drástica.
— Se as medidas derem certo, não precisaremos limitar a entrada. Caso contrário, precisaremos recorrer a esta estratégia — declarou Paolucci.
http://extra.globo.com/noticias/mundo/turistas-precisarao-passar-por-higiene-antes-de-visitar-capela-sistina-7117047.html
VATICANO - O Vaticano anunciou que os turistas que visitarem a Capela Sistina nos próximos anos precisarão passar por um processo de higiene. O objetivo é proteger os afrescos pintados por Michelangelo há 500 anos que, segundo Antonio Paolucci, diretor dos museus da sede da Igreja Católica, estão em estado grave.
O aumento de turistas (hoje são cinco milhões por ano, com picos de até 300 mil por dia), de acordo com o Vaticano, tem causado sérios danos às pinturas. A forte presença de pessoas altera a temperatura da sala.
Para resolver o problema, o Vaticano planeja instalar, no início de 2013, tapetes especiais para limpar os calçados dos visitantes e aspiradores potentes para absorver as partículas de poeira das roupas.
Além destas medidas, os turistas ainda passarão por uma sala em que reduzirão a temperatura corporal e o nível de umidade.
— Os grandes inimigos dos afrescos são a temperatura, a umidade e o dióxido de carbono — explicou Antonio Paolucci ao jornal italiano Corriere della Sera.
O número de visitantes da Capela Sistina dobrou nos últimos 10 anos. A ideia do Vativano é proteger o patrimônio de maneira que não impeça os visitantes de continuarem a frequentar o local.
Assim, tem previsto para ano que vem um novo sistema de climatização e controle de umidade e poeira. Os equipamentos são outra esperança de Paolucci para evitar uma medida mais drástica.
— Se as medidas derem certo, não precisaremos limitar a entrada. Caso contrário, precisaremos recorrer a esta estratégia — declarou Paolucci.
http://extra.globo.com/noticias/mundo/turistas-precisarao-passar-por-higiene-antes-de-visitar-capela-sistina-7117047.html
18/12/2012
14/12/2012
11/12/2012
05/12/2012
Frevo pernambucano é Patrimônio da Humanidade
Paris se rendeu ao frevo pernambucano, nesta quarta-feira, dia 5 de dezembro. A 7ª Sessão do Comitê Intergovernamental para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial aprovou por unanimidade a inscrição do Frevo – Expressão Artística do Carnaval do Recife como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A ministra da Cultura, Marta Suplicy, e a presidenta do IPHAN, Jurema Machado, integram a delegação brasileira que participa da reunião que acontece na sede da UNESCO.
A ministra Marta Suplicy comemorou o resultado ressaltando que “é extremamente importante a escolha do frevo. Ele é uma força viva. Para nós, o frevo junta dança, música, artesanato. É um enorme orgulho, ter todas estas capacidades reconhecidas.” Ela disse ainda que “ter essa possibilidade de reconhecimento em nível internacional, ajuda manter e preservar nossa riqueza.” A ministra discursou logo após quando agradeceu e valorizou a importância do reconhecimento que o Frevo obteve.
A presidenta do IPHAN explicou que o Frevo foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão em fevereiro de 2007, que foi o primeiro passo para todo o trâmite que se encerrou com a aprovação do Frevo como Patrimônio Imaterial da Humanidade. “O reconhecimento da UNESCO sempre dá maior visibilidade e salvaguarda de proteção para os bens, tanto nacional quanto internacionalmente.” completou Jurema Machado.
Entre os países membros do Comitê, além do Brasil, estão Albânia, Azerbaijão, Bélgica, Burkina Faso, China, República Checa, Egito, Espanha, Grécia, Granada, Indonésia, Japão, Quirguistão, Letônia, Madagascar, Marrocos, Namíbia, Nicarágua, Nigéria, Peru, Tunísia, Uganda e Uruguai. Na pauta do evento está a análise dos relatórios dos países signatários da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, a avaliação dos bens inscritos, em 2012, na Lista do Patrimônio Cultural Imaterial em Necessidade de Salvaguarda Urgente, e a seleção das Melhores Práticas de Salvaguarda desenvolvidas até novembro deste ano.
Frevo – Expressão Artística do Carnaval do Recife
Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro, o Frevo foi inscrito pelo IPHAN no Livro de Registro das Formas de Expressão em fevereiro de 2007. É uma forma de expressão musical, coreográfica e poética, enraizada no Recife e em Olinda, no Estado de Pernambuco. Trata-se de um gênero musical urbano que surgiu no final do século XIX, no carnaval, em um momento de transição e efervescência social como uma forma de expressão popular nessas cidades.
O Frevo é formado pela grande mescla de gêneros musicais, danças, capoeira e artesanato. É uma das mais ricas expressões da inventividade e capacidade de realização popular na cultura brasileira. Possui a capacidade de promover a criatividade humana e também o respeito à diversidade cultural. As bandas militares e suas rivalidades, os escravos recém-libertos, os capoeiras, a nova classe operária e os novos espaços urbanos foram elementos definidores da configuração do frevo. Do repertório eclético das bandas de música, composto por variados estilos musicais, resultaram suas três modalidades, ainda vigentes: frevo de rua, frevo de bloco e frevo-canção. Desde suas origens, o frevo expressa protesto político e crítica social em forma de música, dança e poesia, constituindo-se em símbolo de resistência da cultura pernambucana e expressão significativa da diversidade cultural brasileira.
O Frevo se concentra nos bairros centrais do Recife (considerados o território embrionário do frevo), no Sítio Histórico de Olinda e bairros olindenses de Águas Compridas, Bairro Novo, Caixa D’água, Jardim Atlântico e Peixinhos. O frevo ocorre, também, em outras cidades brasileiras: Brasília – DF, Campina Grande – PB, João Pessoa – PB, Maceió – AL, Rio de Janeiro – RJ, São Paulo – SP e Salvador – BA.
Para saber mais:
Veja o Folder do Frevo – Expressão Artística do Carnaval do Recife.
Veja as fotos [aqui]
Mais informações
Assessoria de Comunicação IPHAN
comunicacao@iphan.gov.br
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
(61) 2024-5476 / 2024-5477
www.iphan.gov.br
www.facebook.com/IphanGovBr | www.twitter.com/IphanGovBr
Fonte: Assessoria de Relações Internacionais – ARIN/IPHAN; DPI; ASCOM
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17015&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia
A ministra Marta Suplicy comemorou o resultado ressaltando que “é extremamente importante a escolha do frevo. Ele é uma força viva. Para nós, o frevo junta dança, música, artesanato. É um enorme orgulho, ter todas estas capacidades reconhecidas.” Ela disse ainda que “ter essa possibilidade de reconhecimento em nível internacional, ajuda manter e preservar nossa riqueza.” A ministra discursou logo após quando agradeceu e valorizou a importância do reconhecimento que o Frevo obteve.
A presidenta do IPHAN explicou que o Frevo foi inscrito no Livro de Registro das Formas de Expressão em fevereiro de 2007, que foi o primeiro passo para todo o trâmite que se encerrou com a aprovação do Frevo como Patrimônio Imaterial da Humanidade. “O reconhecimento da UNESCO sempre dá maior visibilidade e salvaguarda de proteção para os bens, tanto nacional quanto internacionalmente.” completou Jurema Machado.
Entre os países membros do Comitê, além do Brasil, estão Albânia, Azerbaijão, Bélgica, Burkina Faso, China, República Checa, Egito, Espanha, Grécia, Granada, Indonésia, Japão, Quirguistão, Letônia, Madagascar, Marrocos, Namíbia, Nicarágua, Nigéria, Peru, Tunísia, Uganda e Uruguai. Na pauta do evento está a análise dos relatórios dos países signatários da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, a avaliação dos bens inscritos, em 2012, na Lista do Patrimônio Cultural Imaterial em Necessidade de Salvaguarda Urgente, e a seleção das Melhores Práticas de Salvaguarda desenvolvidas até novembro deste ano.
Frevo – Expressão Artística do Carnaval do Recife
Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro, o Frevo foi inscrito pelo IPHAN no Livro de Registro das Formas de Expressão em fevereiro de 2007. É uma forma de expressão musical, coreográfica e poética, enraizada no Recife e em Olinda, no Estado de Pernambuco. Trata-se de um gênero musical urbano que surgiu no final do século XIX, no carnaval, em um momento de transição e efervescência social como uma forma de expressão popular nessas cidades.
O Frevo é formado pela grande mescla de gêneros musicais, danças, capoeira e artesanato. É uma das mais ricas expressões da inventividade e capacidade de realização popular na cultura brasileira. Possui a capacidade de promover a criatividade humana e também o respeito à diversidade cultural. As bandas militares e suas rivalidades, os escravos recém-libertos, os capoeiras, a nova classe operária e os novos espaços urbanos foram elementos definidores da configuração do frevo. Do repertório eclético das bandas de música, composto por variados estilos musicais, resultaram suas três modalidades, ainda vigentes: frevo de rua, frevo de bloco e frevo-canção. Desde suas origens, o frevo expressa protesto político e crítica social em forma de música, dança e poesia, constituindo-se em símbolo de resistência da cultura pernambucana e expressão significativa da diversidade cultural brasileira.
O Frevo se concentra nos bairros centrais do Recife (considerados o território embrionário do frevo), no Sítio Histórico de Olinda e bairros olindenses de Águas Compridas, Bairro Novo, Caixa D’água, Jardim Atlântico e Peixinhos. O frevo ocorre, também, em outras cidades brasileiras: Brasília – DF, Campina Grande – PB, João Pessoa – PB, Maceió – AL, Rio de Janeiro – RJ, São Paulo – SP e Salvador – BA.
Para saber mais:
Veja o Folder do Frevo – Expressão Artística do Carnaval do Recife.
Veja as fotos [aqui]
Mais informações
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Fonte: Assessoria de Relações Internacionais – ARIN/IPHAN; DPI; ASCOM
http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=17015&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia
29/11/2012
"No museu do futuro, todo o poder emana do povo."
Matéria do Globo:
Museu 2.0: a arte de ouvir o público
No colo da dona, o gato se contorce de prazer com as cócegas no pelo acinzentado. Ela interrompe o carinho e solta um gritinho. E o bichano parece responder, exibindo as patinhas rosadas como se pedisse mais. São poucos segundos, mas são segundos hipnóticos. O Walker Art Center, em Minneapolis, nos Estados Unidos, entendeu o poder de um felino em cena. Organizou um festival em seu jardim só com vídeos de gatos no YouTube. Foi a maior audiência do museu: dez mil visitantes num dia.
Na pequena cidade de Santa Cruz, na Califórnia, um museu convidou o público a expor suas memórias em pequenos jarros de vidro. Lotou o primeiro andar com os potinhos de histórias. Também pediu aos visitantes que mostrassem lá suas próprias coleções — e nada da monotonia dos acervos que se levam a sério demais. A vizinhança do Santa Cruz Museum of Art and History coleciona de caveiras de animais e eletrodomésticos a bandeiras da guerra civil americana. Ao envolver o público na instituição, o museu viu a audiência passar de dez mil pessoas em 2011 para mais de 23 mil em 2012.
— O grande salto de um museu atualmente é saber olhar para o público — diz Luis Marcelo Mendes, há 20 anos pesquisador de cultura e branding, que acaba de organizar num livro pensamentos e relatos de experiências bem-sucedidas em museus mundo afora.
“Reprograme” reúne ensaios de filósofos como Alain de Botton, diretores de museus como Nina Simon (à frente da instituição de Santa Cruz, na Califórnia) e consultores como Robert Jones, tido como o “inventor” da marca Tate Modern, de Londres, e do New Museum, de Nova York. Em todos os textos do livro, que a Ímã Editorial lança no dia 11 de dezembro, é consenso: se quiserem sobreviver, no século XXI, os museus precisam aprender a ouvir o público. Ou, como diz Robert Jones em ensaio que integra o livro, um museu não pode ser pensado como uma catedral, mas como um “bazar de troca”.
(Continua...)
Leia a matéria na íntegra em: http://oglobo.globo.com/cultura/museu-20-arte-de-ouvir-publico-6836646
No colo da dona, o gato se contorce de prazer com as cócegas no pelo acinzentado. Ela interrompe o carinho e solta um gritinho. E o bichano parece responder, exibindo as patinhas rosadas como se pedisse mais. São poucos segundos, mas são segundos hipnóticos. O Walker Art Center, em Minneapolis, nos Estados Unidos, entendeu o poder de um felino em cena. Organizou um festival em seu jardim só com vídeos de gatos no YouTube. Foi a maior audiência do museu: dez mil visitantes num dia.
Na pequena cidade de Santa Cruz, na Califórnia, um museu convidou o público a expor suas memórias em pequenos jarros de vidro. Lotou o primeiro andar com os potinhos de histórias. Também pediu aos visitantes que mostrassem lá suas próprias coleções — e nada da monotonia dos acervos que se levam a sério demais. A vizinhança do Santa Cruz Museum of Art and History coleciona de caveiras de animais e eletrodomésticos a bandeiras da guerra civil americana. Ao envolver o público na instituição, o museu viu a audiência passar de dez mil pessoas em 2011 para mais de 23 mil em 2012.
— O grande salto de um museu atualmente é saber olhar para o público — diz Luis Marcelo Mendes, há 20 anos pesquisador de cultura e branding, que acaba de organizar num livro pensamentos e relatos de experiências bem-sucedidas em museus mundo afora.
“Reprograme” reúne ensaios de filósofos como Alain de Botton, diretores de museus como Nina Simon (à frente da instituição de Santa Cruz, na Califórnia) e consultores como Robert Jones, tido como o “inventor” da marca Tate Modern, de Londres, e do New Museum, de Nova York. Em todos os textos do livro, que a Ímã Editorial lança no dia 11 de dezembro, é consenso: se quiserem sobreviver, no século XXI, os museus precisam aprender a ouvir o público. Ou, como diz Robert Jones em ensaio que integra o livro, um museu não pode ser pensado como uma catedral, mas como um “bazar de troca”.
(Continua...)
Leia a matéria na íntegra em: http://oglobo.globo.com/cultura/museu-20-arte-de-ouvir-publico-6836646
28/11/2012
27/11/2012
26/11/2012
Carta V ENEMU
Carta elabora da pelos estudantes de Museologia durante o V ENEMU e lida na cerimônia de abertura do 5° FNM
V ENEMU - Petrópolis/RJ
Em Primeiro lugar gostaríamos de agradecer ao IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus - por todo o apooio dado o V Encontro de Estudantes de Museologia - ENEMU.
Nós, discentes de Museologia organizados no V ENEMU realizado em Petrópolis - RJ, pretendemos através desta carta apresentar demandas e possíveis resoluções. Acreditamos que o IBRAM como autarquia e gestora do campo de políticas de museus, também é capaz de propor meios de educação mais adequados aos estudantes haja que promovendo o diálogo entre Universidades, Conselhos, Instituições, Secretarias, dentre outros, alcançaríamos o objetivo de ser fazer com êxito uma formação acadêmica condizente as necessidades requeridas pela ética profissional e estatuto de museus.
Como resultado de um diálogo ocorrido no V ENEMU foram levantadas problemáticas dos cursos de Graduação em Museologia como, inexistência de espaços físicos adequados; falta de laboratórios para o exercício da prática museológica. insuficência de professores especializados; más perspectivas para com o mercado de trabalho; ausência de participação por parte do COREM e COFEM em debates que envolvem a construção política e ética do futuro profissional museólogo, na medida em que ambos são órgãos que regulamentam a profissão aqui debatida. Vemos claramente uma falha em relação ao ENADE, analisando a necessidade de sua aplicação nos cursos de Museologia, Visando a melhoria na qualificação dos professores, colocamos em foco questões relacionadas à prática docente que possibilitem aos futuros profissionais que sigam a área acadêmica.
Em função das questões aqui levantadas, solicitamos aos órgãos competentes uma atenção especial ao curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pois desde sua criação no ano de 2009, continua inerte. Até o presente momento, o curso não foi implantado, já que não houve concurso para professores da área e tão pouco foram providenciados espaço físico e laboratórios para as disciplinas de caráter prático. Atualmente, o Ministério Público Federal conduz um inquérito civil sobre a situação do curso, bem como o COFEM solicitou à universidade que os professores que estavam ministrando conteúdos específicos de museologia sem serem museólogos fossem afastados da sala de aula. À partir da constatação da realidade enfrentada na Museologia da UFSC, é importante que se reflita sobre que tipo de prossifionais se formarão nesses cursos novos, visto que este não é o unico que apresenta tais problemas.
Considerando a Mesa Redonda de Santiago do Chile; a Resolução 169 da Organização Mundial do Trabalho; a Declaração de Durban o artigo 215 e 216 da constituição Federal; a Declaração dos Direitos Humanos; o Plano Setorial de Museus; a Carta das Missões, solicitamos ao IBRAM que apoie a memória e o patrimônio de povos originários, como os antingidos pela futura hidroelétrica de Belo Monte. Sendo no total 31 povos indígenas e diversas outras comunidades tradicionais que lutam para que as 11 ações civis públicas sejam julgadas e que principalmente os povos indígenas sejam consultados, pois estão sendo ameaçados em nome dos mega-eventos, como por exemplo (Copa do Mundo 2014; Olimpíadas 2016). Pedimos também a perpetuação, ampliação, autonomia, descentralização e fomento ao Programa Pontos de Memória e as Redes dos Pontos de Memória e Iniciativas Comunitárias, espalhados pelo Brasil, bem como, a ampliação do departamento de Museologia Social e que ele não seja surprimido e/ou extinto das políticas públicas, uma vez que muitos avanços foram conquistados em prol das comunidades.
Agradecemos à atenção dos que aqui estão presentes, princpipalmente dos órgãos que têm relação direta ou indireta à nossa área, ressaltando que temos grandes expectativas de que as devidas ações sejam tomadas em relação às problemáticas apresentadas por este coletivo estudantil.
Coordenadoria de Comunicação
EXNEMUS
http://www.facebook.com/groups/261483133944731/permalink/366704936755883/
V ENEMU - Petrópolis/RJ
Em Primeiro lugar gostaríamos de agradecer ao IBRAM - Instituto Brasileiro de Museus - por todo o apooio dado o V Encontro de Estudantes de Museologia - ENEMU.
Nós, discentes de Museologia organizados no V ENEMU realizado em Petrópolis - RJ, pretendemos através desta carta apresentar demandas e possíveis resoluções. Acreditamos que o IBRAM como autarquia e gestora do campo de políticas de museus, também é capaz de propor meios de educação mais adequados aos estudantes haja que promovendo o diálogo entre Universidades, Conselhos, Instituições, Secretarias, dentre outros, alcançaríamos o objetivo de ser fazer com êxito uma formação acadêmica condizente as necessidades requeridas pela ética profissional e estatuto de museus.
Como resultado de um diálogo ocorrido no V ENEMU foram levantadas problemáticas dos cursos de Graduação em Museologia como, inexistência de espaços físicos adequados; falta de laboratórios para o exercício da prática museológica. insuficência de professores especializados; más perspectivas para com o mercado de trabalho; ausência de participação por parte do COREM e COFEM em debates que envolvem a construção política e ética do futuro profissional museólogo, na medida em que ambos são órgãos que regulamentam a profissão aqui debatida. Vemos claramente uma falha em relação ao ENADE, analisando a necessidade de sua aplicação nos cursos de Museologia, Visando a melhoria na qualificação dos professores, colocamos em foco questões relacionadas à prática docente que possibilitem aos futuros profissionais que sigam a área acadêmica.
Em função das questões aqui levantadas, solicitamos aos órgãos competentes uma atenção especial ao curso de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), pois desde sua criação no ano de 2009, continua inerte. Até o presente momento, o curso não foi implantado, já que não houve concurso para professores da área e tão pouco foram providenciados espaço físico e laboratórios para as disciplinas de caráter prático. Atualmente, o Ministério Público Federal conduz um inquérito civil sobre a situação do curso, bem como o COFEM solicitou à universidade que os professores que estavam ministrando conteúdos específicos de museologia sem serem museólogos fossem afastados da sala de aula. À partir da constatação da realidade enfrentada na Museologia da UFSC, é importante que se reflita sobre que tipo de prossifionais se formarão nesses cursos novos, visto que este não é o unico que apresenta tais problemas.
Considerando a Mesa Redonda de Santiago do Chile; a Resolução 169 da Organização Mundial do Trabalho; a Declaração de Durban o artigo 215 e 216 da constituição Federal; a Declaração dos Direitos Humanos; o Plano Setorial de Museus; a Carta das Missões, solicitamos ao IBRAM que apoie a memória e o patrimônio de povos originários, como os antingidos pela futura hidroelétrica de Belo Monte. Sendo no total 31 povos indígenas e diversas outras comunidades tradicionais que lutam para que as 11 ações civis públicas sejam julgadas e que principalmente os povos indígenas sejam consultados, pois estão sendo ameaçados em nome dos mega-eventos, como por exemplo (Copa do Mundo 2014; Olimpíadas 2016). Pedimos também a perpetuação, ampliação, autonomia, descentralização e fomento ao Programa Pontos de Memória e as Redes dos Pontos de Memória e Iniciativas Comunitárias, espalhados pelo Brasil, bem como, a ampliação do departamento de Museologia Social e que ele não seja surprimido e/ou extinto das políticas públicas, uma vez que muitos avanços foram conquistados em prol das comunidades.
Agradecemos à atenção dos que aqui estão presentes, princpipalmente dos órgãos que têm relação direta ou indireta à nossa área, ressaltando que temos grandes expectativas de que as devidas ações sejam tomadas em relação às problemáticas apresentadas por este coletivo estudantil.
Coordenadoria de Comunicação
EXNEMUS
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14/11/2012
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