31/05/2012

Occupy Museums protesta pela primeira vez fora dos EUA


Occupy Museums protesta pela primeira vez fora dos EUA materia antecipada nas previsões do profeta e Prof. Mário Chagas na aula magna da unirio Os 40 anos da Mesa Redonda de Santiago do Chile - "TEMOS POTÊNCIA PARA A NECESSÁRIA INDIGNAÇÃO MUSEAL?"



Occupy Museums protesta pela primeira vez fora dos EUA

Depois de invadir o MoMA e o Lincoln Center, movimento vai à Bienal de Berlim, mas a convite



RIO - Está decidido. Na manhã de domingo, os americanos que integram o novimento Occupy Museums, que surgiu em Nova York, em outubro do ano passado, inspirado nos protestos de ocupação de Wall Street, vão tomar todo o andar térreo da 7 Bienal de Berlim, na Alemanha.

Veja imagens do movimento Occupy Museums
Empunhando cartazes com frases de efeito e executando performances de canto e dança — exatamente como fizeram no MoMA quatro vezes, no Lincoln Center, em dezembro, e no Museu Americano de História Natural, em novembro —, o grupo pretende chamar a atenção dos visitantes para dois pontos que considera cruciais. O primeiro é que a arte não é nem deve ser um artigo de luxo. O outro é que as obras de arte não são nem devem ser tratadas como ações em bolsas de valores. Elas não se prestam à especulação financeira, dizem. 

Em entrevista ao GLOBO antes de embarcar para a capital alemã, o artista plástico Noah Fischer, um barbudo nascido em São Francisco que lidera o movimento desde sua origem, diz que a tomada da bienal põe o Occupy Museums num novo patamar. Será a primeira manifestação do coletivo fora de Nova York, e — avisa — não se restringirá à mostra.

— Até o dia 14 de junho, faremos outros dez protestos culturais pela cidade — diz Fischer, ao telefone. — Vamos ao Guggenheim de Berlim, que tem o Deutsche Bank como principal parceiro, e à embaixada americana, é claro.

Dono de um mestrado em Belas Artes pela Universidade Columbia e ex-bolsista da Comissão Fulbright, o artista não revela os outros oito pontos em que fará intervenções. Diz se tratar de uma informação estratégica e que o fator surpresa é sempre fundamental para esse tipo de evento. Para dar corpo ao piquete, que, segundo ele, tem potencial para reunir mais de 400 pessoas e se tornar o maior já feito pelo movimento, mobilizará artistas europeus que também não se conformam com a especulação em torno da arte. A convocação será feita por cartas divulgadas na imprensa local e pela internet.

O tom revolucionário de Fischer mingua um bocado quando lhe perguntam sobre o fato de a tomada da bienal e dos outros dez pontos obedecer a um convite feito pelos curadores da mostra, Artur Zmijewski e Joanna Warsza. Ele reconhece a saia-justa. Em sua primeira batalha além-mar, o Occupy Museum vai para dentro do establishment tradicional da arte a convite dele, e com o objetivo único de criticá-lo. E tem graça protestar a convite?

— O tema dessa bienal é o ativismo social, a arte engajada — defende Fischer. — Topamos ir a Berlim porque queremos aprender. Ao contrário dos Estados Unidos, onde 85% da cultura é financiada pelo setor privado, a Alemanha tem um governo que apoia a cultura. Ele está por trás da bienal, por exemplo. Queremos entender como isso funciona e, quem sabe, importar o modelo. Mas é claro que ser convidado para protestar em outro país nos coloca numa situação completamente diferente.

No manifesto que deu origem ao grupo, texto que ocupa lugar de destaque em seu site, lê-se em negrito: "A arte não é artigo de luxo." Logo abaixo outras constatações que deram corpo ao movimento: "Boa parte dos museus é administrada por e para aquele 1% das pessoas que compõem a elite mundial. O interesse econômico tem ditado a arte. Galerias e museus operam cada vez mais visando ao lucro. Nesse sistema, dinheiro e poder definem o que é e o que não é arte." E Fischer garante que esse pilar do movimento está intacto e pulsando.

— A arte é a personificação da criatividade humana, algo sem o qual o ser humano não pode viver — define. — Nem sempre é feita para ser consumida ou vendida, mas para provocar ou extravasar sentimentos. O que acontece é que os leilões e as feiras de arte são espaços idênticos às bolsas de valores. Uma obra é hoje uma ação. Especula-se com ela. E o resultado mais imediato disso é o encarecimento da arte, que acaba se tornando algo que só pode ser desfrutado por aquele 1% que consegue pagar por ela. E o que sobra para os outros 99%?

Fischer nunca viu ou conversou com o empresário brasileiro Bernardo Paz. Também nunca foi ao Centro de Arte Contemporânea Inhotim, em Brumadinho, Minas Gerais. Mas sabe muito sobre ele.

— Bernardo Paz tem uma visão única e extravagante e faz parte do tal 1% que nós tanto criticamos, mas conseguiu provocar um desenvolvimento econômico considerável em torno de seu parque e parece estar realmente preocupado com a educação. Hoje, Inhotim não estaria na lista de lugares a serem tomados pelo Occupy Museums — afirma.

Mas quando se dá conta de que o rumo de seu discurso soa como uma "proteção" do milionário, pede um retoque à reportagem:

— É claro que ele ainda tem que provar que realmente é capaz de pensar de forma ampla e que seria muito melhor que a fortuna dele estivesse dividida entre os outros 99% dos brasileiros para que eles decidissem por si que tipo de investimento artístico-cultural querem. Mas, como isso ainda não aconteceu no Brasil, que vivencia uma melhora em sua distribuição de renda, a atuação de Bernardo poderia até servir de exemplo.

Em quase um ano de existência, o grupo, que tem o apoio declarado de celebridades como Lou Reed, Laurie Anderson e Philip Glass, teve como principal alvo o MoMA.

— É o mais elitista da cidade e muitos membros de seu comitê também estão no comitê da Sotheby’s — explica Fischer, antes de dizer que a maior conquista a ser celebrada foi "ter dado voz àqueles que andam alijados da arte":

— Hoje falamos por eles, e a imprensa acompanha. Já é um bom motivo para comemorar.

http://oglobo.globo.com/cultura/occupy-museums-protesta-pela-primeira-vez-fora-dos-eua-5058326

26/05/2012

5º Fórum Nacional de Museus é adiado e reabre inscrições de trabalhos

Em virtude do adiamento do 5º Fórum Nacional de Museus (FNM), as inscrições para o envio de trabalhos a serem apresentados durante o evento foram reabertas e vão até 15 de julho. O Fórum, que estava previsto para acontecer em julho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro, acontecerá ainda este ano, em data a ser definida.

Os trabalhos submetidos devem ser pertinentes ao tema do encontro em 2012– 40 anos da Mesa Redonda de Santiago do Chile: entre o idealismo e a contemporaneidade. Os interessados devem optar por uma das modalidades de trabalho para a Comunicação Coordenada: Apresentação Oral ou Pôster.

Serão selecionados 24 trabalhos para a primeira modalidade e 40 para a segunda. Acesse o edital retificado da Chamada Pública aqui. A ficha de inscrição em formato .doc também está disponível. A divulgação dos trabalhos selecionados pode ser consultada a partir do dia 20 de agosto, na página do Ibram.

As inscrições efetuadas até 24 de maio continuam válidas. Caso haja necessidade de retificar o trabalho encaminhado ou cancelar a inscrição, o candidato deve enviar e-mail para comunicacoes.coordenadas@museus.gov.br.

O Fórum Nacional de Museus, tem por objetivo refletir, avaliar e delinear diretrizes para a Política Nacional de Museus (PNM), além de consolidar as bases para a implantação de um modelo de gestão integrada dos museus brasileiros, representado pelo Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Constitui-se como um espaço de intercâmbio de experiências entre comunidade museológica, sociedade civil, academias, museus e órgãos de gestão museológica federais, estaduais e municipais.

http://www.museus.gov.br/destaque/5-forum-nacional-de-museus-e-adiado-e-reabre-inscricoes-de-trabalhos/

24/05/2012

Temos potência para a necessária indignação museal?


 Aula Magna da Museologia da Unirio, 18/05/2012, sobre os 40 anos da Mesa-Redonda de Santiago.

(Para além da imaginação museal, resiste a indignação.)

18/05/2012

Ibram implanta 1ª Fase da Lei de Acesso à Informação

Está em vigor desde quarta-feira, 16 de maio, a Lei de Acesso à Informação - LAI (Lei nº 12527/2011), que tem como objetivo garantir aos cidadãos brasileiros acesso aos dados oficiais do Executivo, Legislativo e Judiciário. 

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) já fez os ajustes determinados pela LAI, e as informações sobre o Ibram podem ser consultadas no endereço eletrônico www.museus.gov.br/acessoainformacao

O cidadão que não encontrar a informação que deseja no sítio do Ibram, pode solicitá-la pessoalmente ou por meio eletrônico. O Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) presencial do Ibram localiza-se no Centro Nacional de Estudos e Documentação da Museologia (Cenedom), na sede do Instituto (SBN Q. 2 Lt. 08, Bl. “N” – Ed. CNC III – 1ª subsolo), em Brasília, DF. Funciona às segundas-feiras, das 13h às 18h, e de terça a sexta-feira, das 10h às 18h. 

Os pedidos de informação via internet devem ser feitos pelo e-SIC (www.acessoainformacao.gov.br/sistema). Em todos os casos, o cidadão receberá, após a solicitação, um número de protocolo que permite que ele acompanhe a situação do pedido. 

Para mais informações: www.acessoainformcao.gov.br.

Monalisa


Dia Internacional dos Museus


Dia Internacional dos Museus


17/05/2012

Chamada de trabalhos para o 5º Fórum Nacional de Museus: até 24 de maio

Estão abertas, até o dia 24 de maio, as inscrições para o envio de trabalhos a serem apresentados durante o 5º Fórum Nacional de Museus (FNM), que ocorrerá na cidade do Rio de Janeiro (RJ), entre os dias 16 e 20 de Julho de 2012.

Os trabalhos submetidos devem ser pertinentes ao tema do encontro em 2012– 40 anos da Mesa Redonda de Santiago do Chile: entre o idealismo e a contemporaneidade. Os interessados devem optar por uma das modalidades de trabalho para a Comunicação Coordenada: Apresentação Oral ou Pôster.

Serão selecionados 24 trabalhos para a primeira modalidade e 40 para a segunda. Acesse o documento completo da Chamada Pública aqui. A ficha de inscrição em formato .doc também está disponível.

O Fórum Nacional de Museus, tem por objetivo refletir, avaliar e delinear diretrizes para a Política Nacional de Museus (PNM), além de consolidar as bases para a implantação de um modelo de gestão integrada dos museus brasileiros, representado pelo Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Constitui-se como um espaço de intercâmbio de experiências entre comunidade museológica, sociedade civil, academias, museus e órgãos de gestão museológica federais, estaduais e municipais.

Texto: Ascom/Ibram

http://www.museus.gov.br/noticias/chamada-de-trabalhos-para-o-5-forum-nacional-de-museus-ate-24-de-maio-2/

Blog para concursos de museologia

Alô museólogos, museólogas e estudantes da área! Uma iniciativa fantástica do amigo Isaque Procópio da UNIRIO deu origem ao Blog Concursos Museologia!!! 

E ainda diziam que o curso estava mal. Se isso é estar mal porrã!

Para conhecer o blog e suas novidades na área basta clicar aqui.

16/05/2012

O que você acha de entrar nu em museu?

Não é de hoje que a história da arte está cheia de pornografia nu artístico. Afinal, o artista que se dedicava tanto a estudar a anatomia humana não iria estragar todo esse tempo de estudo reproduzindo pessoas com roupa né! Musas obesas volumosas exibindo a sensualidade em uma época em que estria era sinônimo de beleza. 
Até aí é uma coisa, mas agora imagina você ir a museu de arte cheio de "Madonas isso", "Afrodite aquilo", "Cupido em sei lá o que", ou seja, um monte de entidades mitológicas (ou não) nuas, você olha pro lado e tem um espectador(a) do jeitinho em que veio ao mundo. Eu sinceramente iria curtir.

Visitantes usaram só roupa de banho

Em 2005 o Leopold, principal museu de Viena, permitiu a entrada gratuita de pessoas nuas ou com roupa de banho. Era um convite para uma exposição de arte erótica, aproveitando o forte calor (em torno de 30 graus) na capital austríaca. Achei a ideia genial uma vez que o que está sendo exposto no museu é a nudez, não teria melhor forma de fazer o público interagir com as obras (que em exposições do gênero essa interação fica sujeita apenas a apreciação) do que convidá-los a expor sua própria nudez! Além de atrair o público que nesta época do ano na Austria preferem as praias.

A exposição, intitulada "A verdade nua: Klimt, Schiele, Kojoschka e outros escândalos", que em sí já é bastante convidativo (ou assustador dependendo do público) e mostrava retratos nus que estes artistas tinham produzido.

Segundo os organizadores do museu, a exposição já atraiu cerca de 70 mil visitantes. Nus ou vestindo apenas roupas íntimas, homens e mulheres andaram pelos corredores dos museus, sem demonstrar nenhuma inibição com a presença de fotógrafos, sob os holofotes de equipes de TV.

Parece que na Austrália aconteceu algo semelhante recentemente. Recebi este texto por e-mail e não encontrei a referência na internet para apresentar a vocês. Enquanto você vai lendo o texto abaixo vai pensando: será que alguma instituição brasileira poderia tomar iniciativa semelhante? Você iria? 

Segue o texto:

POR MARL WHITTAKER SYDNEY, Austrália - 
As pessoas reunidas para percorrer o Museum of Contemporary Art Australia sorriram, constrangidas -estavam prestes a tirar suas roupas em público. 

O artista que comandava a visitação, Stuart Ringholt, de roupas pretas gastas e um chapéu disforme, deu um passo à frente. "Quem daqui faz parte da comunidade naturista?", indagou.

Alguns homens mais velhos e encorpados ergueram as mãos.

"Quem está nervoso?"

Cerca de uma dúzia de outras pessoas, incluindo este repórter, conseguiram levantar as mãos timidamente. Os visitantes estavam no museu, após o horário de funcionamento normal, para fazer uma visita às obras do museu na companhia de Ringholt, nu. Havia uma exigência específica para a visita: "Quem quiser participar da visitação também precisa estar nu. Adultos apenas."

Ringholt, 40, é um artista conceitual e performático citado recentemente pelo jornal australiano "The Age" como um dos dez "artistas australianos de importância". No último ano, ele comandou três visitações desse tipo em três outras cidades australianas, de modo que pôde fazer algumas previsões sobre a experiência que estava por vir.

"É muito belo", disse às pessoas reunidas. "Quando estamos vestidos, somos sexualizados. Sem roupas, não somos."

Então, ele conduziu os 32 homens e 16 mulheres para uma sala fortemente iluminada, onde as roupas pareceram cair sozinhas dos corpos das pessoas. "Todo o mundo pareceu muito concentrado sobre o que estava fazendo", recordou mais tarde Lance Barton, funcionário de escritório, de 57 anos, que estava fazendo sua estreia como naturista.

A primeira escala na visitação foi diante de uma obra de 2007 da artista escocesa Katie Paterson, "Earth-Moon-Earth": um pianista tocando uma versão da sonata "Ao Luar", de Beethoven, com os erros ocorridos no processo de converter a música em código Morse, transmitir os sinais para a Lua e depois reconvertê-los em notas musicais.

Contra esse pano de fundo fantasmagórico, Ringholt chamou a atenção para o fato de que os museus modernos minimalizam a arquitetura, os tapetes, as janelas e os enfeites para dar mais visibilidade às obras de arte que devem ser o maior destaque, e que, nesse mesmo veio, desde os anos 1980 os artistas contemporâneos aderiram às roupas pretas.

"Há um processo de redução em curso", disse ele. "Formulei uma pergunta: por que a comunidade artística contemporânea se limitava a trajar preto. Por que não reduzir mais ainda e tirar todas as roupas dos visitantes?"

A parada seguinte foi diante de um trabalho de Stephen Birch de 2005, sem título, em que o Homem Aranha encara uma figura fálica primitiva. Ringholt falou do medo e a maioria dos visitantes concordou que sua ansiedade já tinha diminuído.

Sendo artista performático, Ringholt converteu a vergonha em arte. Ele foi ao Palazzo Vecchio em Florença e ficou 20 minutos em pé diante da fonte de mármore com papel higiênico saindo de suas calças. Passou um dia andando em Basileia, na Suíça, com uma prótese nasal da qual escorria uma meleca postiça.

"Tentei entender como o medo se manifesta no corpo e nos debilita", explicou.

O fato de saber que esses atos de abjeção eram performances não os tornou mais fáceis e ele acrescentou: "Foi igualmente ruim. Você fica com ataques de pânico, com suores gelados. Percebi que era o mesmo medo que eu sentia quando telefonava a uma mulher para convidá-la para sair."

Ringholt contou que, com o tempo, aprendeu a dominar seu medo; para isso, foi preciso entender o medo. Ele telefonou à mulher, marcou um encontro e levou seus workshops de medo para a estrada. O processo acabou levando às visitações de museus ao natural.

Quanto aos participantes no evento, estavam divididos quanto à questão de se a arte é intensificada quando o espectador que a vê está nu.

"Não realmente", opinou Barton.

Mas outra participante, Tracey, que não quis revelar seu sobrenome porque trabalha para "uma organização cristã", disse que o nudismo do espectador "intensifica o foco sobre a arte".

Notícia na Folha de São Paulo sobre o Museu Austríaco: http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u5154.shtml

14/05/2012

As mais comentadas do Twitter

O que você ama odiar numa pessoa? Os twitteiros amanheceram com ressaca televisiva e comentam o filme "10 coisas que eu odeio em você", um queridinho do final da década de 90 exibido ontem. Também em clima nostálgico, usuários comentam o que caiu em desuso com o passar dos anos. Vamos aos Trending Topics desta segunda-feira?

1. 10 Things I Hate About You

O filme inspirado numa obra de Shakespeare com Heath Ledger e Julia Stiles foi exibido ontem. Os twitteiros aproveitam para filosofar. O mesmo nome da película, aliás, é usado por uma série de televisão.


2. Joe Jonas Is Perfect
As meninas se derretem pelo astro teen...

3. #chuvanoes
Chuva no Espiríto Santo provoca alagamentos e complica o trânsito na Grande Vitória.

4. #SeNaoCurteFunkRespeita
Funkeiros pedem respeito.

5. #CaiuEmDesuso
Papel carbono, pequinês e pedir a moça em namoro para os pais estão na lista dos twitteiros das coisas que não se faz como antigamente.

6. FelizCumpleAnahi
Fãs dão os parabéns para a cantora e compositora mexicana que participou de 'Rebeldes'.

7. Van Nistelrooy
Aos 35 anos, o atacante holandês anunciou a sua aposentadoria.

8. Happy Birthday Miranda Cosgrove
Fãs dão os parabéns para a atriz e cantora, que faz 19 anos hoje.

9. Brasil Carinhoso
O Programa Brasil Carinhoso, anunciado por Dilma no pronunciamento de Dia das Mães no domingo, tem como objetivo tirar da miséria crianças de zero a seis anos.

10. Semana de Museus
De 14 a 20 de maio, instituições museológicas de todo o Brasil aderem à 10ª edição da Semana Nacional de Museus, em comemoração ao Dia Internacional de Museus, no dia 18 de maio.



(por @patriciaroyo)

http://oglobo.globo.com/blogs/nasredes/posts/2012/05/14/as-mais-comentadas-do-twitter-444994.asp

09/05/2012

Arte pré-histórica em risco

Pinturas rupestres no Pará terão livros, exposição, documentário e website em novembro

Foto: Edithe Pereira
Foto: Edithe Pereira

Em matéria de pré-história, a cidade de Monte Alegre, no noroeste do Pará, pode se considerar premiada: ali existem cerca de 20 sítios arqueológicos com pinturas rupestres. O problema é que, mesmo com o Parque Estadual de Monte Alegre (Pema), criado em 2001 pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, o acesso é completamente livre e muita gente acaba depredando os sítios. Para tentar conscientizar a população, será realizado este ano o projeto “ArterupestredeMonteAlegre– Difusão ememóriadopatrimônioarqueológico”, que inclui um ciclo de palestras, uma exposição, dois livros, um pequeno documentário e um portal na Internet. A previsão é que tudo seja lançado em novembro. 

O projeto está sendo organizado por Edithe Pereira, arqueóloga do Museu Paraense Emílio Goeldi e autora de Arte rupestre na Amazônia (2004). “Nos anos 1990, a arqueóloga norte-americana Anna Roosevelt datou um dos sítios em mais de 11.000 anos, mas muitas pessoas continuam sem saber a importância disso. Aproveitam pra ganhar dinheiro levando turistas até lá, passam informações erradas e têm ganhos individuais. Não é isso que queremos. A única saída é a educação. Os pesquisadores não moram lá; são os moradores que devem se apropriar desse patrimônio”, afirma ela. 

Os dois livros – um deles voltado para o público infantil – terão 1.000 exemplares impressos, distribuídos em Monte Alegre e nos municípios ao redor, além de uma versão on-line. Já a exposição será formada por aquarelas das pinturas rupestres, feitas por um artista local, e por informações sobre os sítios. Ela deve ficar permanentemente no município. Professores serão capacitados para utilizar o material do projeto em sala de aula, e alunos serão os guias da exposição. 

Edithe tem outro projeto aprovado pelo CNPq, dedicado ao estudo da forma de ocupação das populações que fizeram essas pinturas. Segundo ela, a maior parte deve ter sido feita por povos ceramistas do primeiro milênio da nossa era. “É uma hipótese criada pela comparação das semelhanças estilísticas de motivos que estão nas rochas com os de cerâmicas desse período. No projeto, pretendo também procurar mais sítios, fazer a documentação digital deles e incluir um trabalho de preservação, já que nada é feito atualmente”, conta.

De acordo com a gerente do Pema, Patrícia Messias, a destruição do patrimônio arqueológico vem acontecendo de forma desenfreada, mas deve diminuir assim que for inaugurada a estrutura de visitação do parque, em parceria com o Iphan e o Museu Paraense Emílio Goeldi. “Ainda não tem data certa para inauguração, mas estamos elaborando a estrutura do parque. Vamos fazer a formação continuada de professores para inserir a educação patrimonial nas escolas e trabalhar com as comunidades, para que os próprios moradores sejam parceiros no processo de controle do patrimônio”, garante Patrícia.

Concurso de Cartazes | 26º Prêmio de Design Museu da Casa Brasileira

O Museu da Casa Brasileira abre inscrições para o 26º Prêmio de Design de concurso do cartazes. A nova edição da mais renomada premiação do segmento do país começa com concurso que elege suaprincipal peça de divulgação no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura

O Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, criado em 1986, adotou o cartaz como peça central de sua comunicação à partir de 1989. Em 1995 passou a realizar sua escolha por meio do concurso que, além de registrar parte do momento vivido pelo design gráfico nacional, também sinaliza a importância e busca de espaço desta peça como meio de expressão do país. 

O concurso desafia profissionais e pessoas com talento a criarem o cartaz para divulgação do 26º Prêmio de Design MCB. O cartaz, que é responsável pela Identidade Visual de cada edição, não tem tema definido, mas deve considerar critérios como conceito, impacto visual e criatividade, claro. 

Os cartazes inscritos serão avaliados por uma comissão julgadora independente, formada por acadêmicos e profissionais da área. 
A peça eleita, além de receber R$3mil e, posteriormente, um contrato no valor de R$5mil para a criação de outras peças gráficas da premiação, será impressa pelo MCB e distribuída por todo o país. 

Além do vencedor, o júri também vai escolher os prestigiados cartazes finalistas que farão parte da exposição. Os autores dessas peças participarão de ações especiais como o curso a ser ministrados na Oficina Tipográfica São Paulo, em Junho, e da palestra “Análise Visual“, em Maio, pelo designer gráfico e tipográfico e também coordenador da comissão julgadora do Concurso do cartaz desta edição, Cláudio Rocha. 

Calendário do Concurso do Cartaz do 26º Prêmio Design MCB 
Inscrições: 2 a 22 de maio 
Valor: R$ 35,00 
Pagamento dos boletos: até 24 de maio 
Entrega dos cartazes no MCB: até 31 de maio, data limite para envio do cartaz digital e impresso 
Resultado: 13 de junho >>>
Serviço: Museu da Casa Brasileira de terça a domingo, das 10h às 18h Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano | 3032-3727 
Ingresso: R$ 4,00 – Estudantes R$ 2,00 Domingos e feriados – gratuito 
Acesso a portadores de deficiência física. 
Visitas orientadas: 3032-2564 – agendamento@mcb.org.br 
-Bicicletário com 20 vagas-

Esta informação foi extraída daqui: http://www.ideafixa.com/

08/05/2012

Série de TV sobre museus brasileiros é lançada em Brasília

Foi lançada na noite desta quinta-feira (3), em Brasília (DF), a segunda edição da série Conhecendo Museus, que objetiva resgatar a memória brasileira por meio da promoção e divulgação de objetos, obras de artes e documentos que compõem os acervos dos museus brasileiros. 

Produzida a partir de parceria entre o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC), a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), a TV Escola (MEC) e a Fundação José de Paiva Netto, a série apresentará 52 museus brasileiros em episódios de 26 minutos. 

Presente ao lançamento, a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, destacou que os museus são fundamentais para que os brasileiros conheçam a história e cultura do País e que a preocupação de se passar uma imagem leve e divertida dos museus pode incentivar o público jovem a visitá-los. 

“Quando a gente pensa em Cultura, pensa em formação de público. Quando o interesse para a arte e a cultura é despertado na infância e adolescência, ele permanece com a pessoa”, disse Ana de Hollanda. 

Os presidentes do Ibram, José do Nascimento Junior, e da EBC, Nelson Breve, lembraram o desafio que foi produzir uma série sobre museus para que o público percebesse que museu não é “lugar de coisa velha”, como popularmente se costuma dizer. “Todos vão gostar e ter vontade de visitar pessoalmente os museus”, afirmou José do Nascimento Junior. 

Os filmes serão exibidos em canais educativos de televisão aberta e por assinatura, como os canais TV Brasil, TV Brasil Internacional, Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), Boa Vontade TV, Rede Educação e Futuro de Televisão. A partir do segundo semestre de 2012, os documentários também serão exibidos na TV Escola/MEC como material de apoio didático nas escolas do Programa Mais Educação. 

O primeiro episódio, sobre o Museu do Futebol, será exibido pela TV Brasil e pelas 22 emissoras da Rede Pública de Televisão no dia 8 de maio, às 17h30. Neste dia também será lançado o site oficial da série (www.conhecendomuseus.com.br ) com a programação e novidades e curiosidades sobre os museus e as gravações.

Museu paranaense disponibiliza coleção de revistas para download

Museu paranaense disponibiliza coleção de revistas para download O Museu Campos Gerais, de Ponta Grossa (PR), lançou uma novidade com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas e aproximar seu acervo da comunidade. Está à disposição dos pesquisadores e interessados, na internet, a primeira versão do Inventário Sumário da Coleção de Revistas existentes na instituição. 

Fazem parte do inventário publicações que fizeram parte da história da imprensa brasileira, como O Cruzeiro, Manchete, Fatos e Fotos e Realidade, entre outras. A compilação cobre um período de 66 anos – de 1931 até 1997. 

A iniciativa é parte do projeto de recatalogação promovido pelo museu, que teve início em fevereiro de 2011 e continua em andamento. O levantamento disponibiliza informações como nome da revista, local de publicação, editora e periodicidade. Interessados em conhecer o Inventário Sumário da Coleção de Revistas podem acessar o site do Museu Campos Gerais.

Patati Patata no Museu

Os palhaços Patati - Patata aprendem tudo sobre arte em uma visita ao museu de obras preciosas do manotenção
Assista o Vídeo!


02/05/2012

MASP disseca artistas famosos

Confesso a vocês que sempre pensei "o que será que se passa na cabeça de certos artistas?". Então me aparece o MASP com uma campanha inteligentíssima apresentando um "raio-x" do que se passa nas entranhas dessa mesma galera que eu queria ver o interior de suas mentes. Não era exatamente o que eu queria, mas o resultado ficou excelente.
Abaixo o interior de Salvador Dalí, Van Gogh, e Picasso.


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