28/02/2011

Nova entrevista de Emir Sader causa polêmica e irrita intelectuais

Depois falar aqui sobre seus projetos para a Fundação Casa de Rui Barbosa onde ainda não assumiu o cargo de novo presidente neste atual ministério, Emir Sader causa nova polêmica desta vez na revista "Illustríssima" da Folha de São Paulo. Ao ler a entrevista, alguns intelectuais acusam o sociólogo desde racista à alguém com grande pobreza intelectual. Sobrou para Ana de Hollanda (chamada por ele de autista), Caetano Veloso e um elogio estranho para Gilberto Gil em sua comparação com Caetano.

O Caetano ziguezagueia, fala qualquer coisa. O Gil foi ministro tem que ter mais coerência, tem que fazer política. Quem diria que aquele nego baiano tem muito mais articulação do que o Caetano?

Interpretem como quiser a afirmação de Sader.

Segue um resumo tirado da Folha de São Paulo. E como vivemos numa democracia, acho interessante a resposta do Caetano Veloso aqui.

Prestes a ser nomeado para a presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa, o sociólogo Emir Sader afirmou em entrevista à Folha que a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, é "meio autista".

Ao comentar a situação orçamentária do ministério, Sader disse: "Tem o corte, o orçamento é menor, e tem dívidas. Desde março não se repassou nada aos Pontos de Cultura. Teve uma manifestação em Brasília. Está estourando na mão da [ministra] Ana [de Hollanda] porque ela fica quieta, é meio autista".

Antes de mesmo de ter oficializada sua nomeação, Sader causou polêmica no meio intelectual ao expor seus planos para a "Casa Rui", como é conhecida a instituição, vinculada ao ministério da Cultura e tradicionalmente voltada para a preservação e o acervo de intelectuais brasileiros, de Rui Barbosa a Carlos Drummond de Andrade, Clarice Lispector e Vinicius de Moraes.

Atualmente são 123 os acervos guardados na casa, que também realiza estudos nas áreas de história da cultura, direito e políticas culturais.

Sua intenção é levar para a casa as discussões sobre o que chama de "o Brasil Para Todos", citando o slogan do governo Lula. Segundo disse à Folha, as pesquisas da casa "não é potencializado, não tem temas de muita transcendência".

Suas ideias foram prontamente rebatidas por intelectuais, que viram nas propostas sinais de aparelhamento petista, desconhecimento das atividades da casa e desvirtuamento da vocação da instituição, com a adoção de uma linha de pensamento que o crítico literário Luiz Costa Lima chama de "marxismo parnasiano".

A Ilustríssima deste domingo traz reportagem de Marcelo Bortoloti e Paulo Werneck, com novas declarações de Emir Sader, as reações no meio intelectual e um retrospecto das atividades da Casa Rui.


Mais sobre o caso: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-petista-emir-sader-o-racismo-e-a-estupidez-oufuturo-presidente-da-fundacao-casa-de-rui-barbosa-chama-sua-chefe-de-autista-e-diz-seguir-orientacao-de-dilma/



23/02/2011

Ibram negocia com Google participação no Art Project

Já foi dito aqui um pouco sobre o projeto de digitalização que o google está promovendo em diversos museus pelo mundo, mas ainda sem previsões para quando isso seria feito nos museus brasileiros. Agora recebi a noticia de que o Ibram já está negociando com a empresa para que os museus brasileiros contemplem o mundo com o ar de sua graça.

Esse será um excelente instrumento de divulgação dos nossos museus, ajudando aqueles que nos visitarem para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 a conhecer melhor o nosso patrimônio museológico. (José do Nascimento Junior, presidente do Ibram)

Aproveitando essa parceria o Ibram pediu ao google que seja incluído em sua página inicial uma "doodle", no Dia Internacional dos Museus (18 de maio). Doodle são aquelas imagens que o google usa em sua página inicial numa data comemorativa.

Entre os museus que já participam do projeto, destacam-se o Palácio de Versalhes (França), National Gallery (Reino Unido), Museo Reina Sofia (Espanha), Museu Van Gogh (Holanda) e o Museu Hermitage (Rússia).


22/02/2011

Johnny Bravo no Museu

Johnny adormece dentro de um sarcófago no museu da cidade, e quando acorda vê uma linda gaturna roubando o mundialmente famoso Hope Zirconium. Quando sem querer ele engole a pedra roubada, a gata ladrão o coloca de volta em seu lugar para recuperá-la usando todas as maneiras necessárias.
Confira o vídeo!

16/02/2011

MNBA reabre galeria

Publicado em 16/02/2011 às 08:32 Atualizado em 16/02/2011 às 16:16
Grande destaque do MNBA, a mais importante coleção de arte do século XIX do país volta a ser exposta
Suzana Velasco Tamanho do texto A A A

Nos últimos três anos, a identidade do Museu Nacional de Belas Artes ficou abalada. Apesar do acervo de arte moderna e contemporânea, o grande destaque do MNBA é coleção do século XIX, a mais importante do país, que atrai visitantes em busca de obras famosas, como “A primeira missa” (1860) e “Batalha dos Guararapes” (1879), de Vitor Meireles, e “Batalha do Avaí” (1872-77), de Pedro Américo. Desde dezembro de 2007, porém, essas obras eram restauradas longe do público, enquanto o museu passava por reformas estruturais. Mas o edifício da Avenida Rio Branco vai recuperar sua identidade amanhã, quando a Galeria Nacional do Século XIX for reinaugurada, às 18h, com a presença da ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

Veja algumas obras em exposição

São os mesmos dois mil metros quadrados e oito metros de pé direito, mas a galeria já não é a mesma. Responsável pela curadoria, Pedro Xexéo esmiuçou as mais de quatro mil obras do acervo do século XIX para dar destaque a artistas antes relegados a um segundo plano, que, por anos tachados de acadêmicos, têm sido reconhecidos como grandes nomes pela historiografia recente. Entre as 220 peças — cem a mais do que era exposto anteriormente —, o curador manteve as obras já clássicas do museu, as mais procuradas, e acrescentou mais criações de artistas como Rodolfo Amoedo, Belmiro de Almeida, Eliseu Visconti, José Ferraz de Almeida Júnior e Rodolfo Bernardelli — que, para ele, estão entre os maiores nomes da arte brasileira de todos os tempos:
— Esse grupo é tão bom quanto os aclamados artistas modernos brasileiros, como Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral. Não só por uma questão técnica, mas pela criatividade também. São obras teatrais, narrativas, e daí? A classificação de acadêmicos era pejorativa, mas isso está sendo revisto, e esses artistas foram revalorizados.
Segundo o curador, a visão de uma arte sempre “atrasada” em relação à Europa, que repetia aqui movimentos que eram lançados no exterior, também contribuiu para que se criasse um estigma em relação à produção do século XIX, com a qual o modernismo quis romper em nome de uma arte brasileira:
— O neoclassicismo, no começo do século XIX, foi um dos raros movimentos contemporâneos ao que era feito na Europa. A partir de então, houve uma distância cada vez maior. O indianismo, que é um derivado do movimento romântico, só apareceu no fim do século XIX, enquanto na Europa o romantismo ocorreu por volta de 1830.
Antes de entrar no século XIX, a galeria dá uma amostra da arte brasileira no século XVIII, com telas da escola fluminense de pintura e mobiliário de igrejas e casas. Em seguida, há obras de pintores como Nicolas Antoine Taunay e Jean Baptiste Debret, da Missão Artística Francesa, e escultores como Marc Ferrez e seu irmão, Zépherin Ferrez (avô do outro Marc, o fotógrafo, que também saiu da França para retratar o Brasil). Professores no Rio, eles deram origem à primeira geração de “acadêmicos” do país.
— No começo do século, a produção era mais restrita porque o grande mecenas era o Estado. Com a formação de uma burguesia, na segunda metade, os gêneros foram se enriquecendo — explica Xexéo, que privilegiou o percurso cronológico, didático, mas também agrupou gêneros de obras que antes eram expostas de forma esparsa. — Estão representados o neoclassicismo, o romantismo, o realismo, a pintura temporã impressionista, o segmento simbolista. Mas também criei núcleos com a paisagem de ateliê, a pintura de gênero, o retrato, o nu.
A nova seleção reúne obras nunca antes expostas pelo museu, como o busto de Marc Ferrez em gesso, esculpido por um de seus alunos, Honorato Manoel de Lima, e adquirido em 2009; “São Pedro de Alcântara”, pintura de autor anônimo, provavelmente vinda de uma igreja em Pernambuco, e que passou por uma delicada restauração, com a retirada do suporte apodrecido em madeira e sua substituição por uma tela; uma caricatura de Rodolfo Bernardelli feita em terracota por Joaquim José da França Júnior; um retrato de Rodolfo Amoedo pintado por Décio Vilares em 1882; e um autorretrato de Belmiro de Almeida, de 1883. Há ainda peças que há muito não eram vistas, como “Remorso de Judas” (1880), de Almeida Júnior; e a escultura original em gesso de Francisco Manuel Chaves Pinheiro (1860) retratando João Caetano, e cuja versão em bronze está na frente do teatro que homenageia o ator e encenador.
Entre os destaques na pintura estão “Efeitos de sol” (1892), primeira tela impressionista do Brasil, de Belmiro de Almeida; pinturas indianistas como “O último tamoio” (1883), de Amoedo, também um exímio pintor de retratos; e “O derrubador brasileiro” (1879), um retrato do homem caipira por Almeida Júnior. Há um espaço dedicado às esculturas de Rodolfo Bernardelli, com estudos para obras públicas. E, por fim, uma sala para obras em papel, que serão renovadas a cada seis meses, começando com aquarelas e pastéis de Amoedo e Henrique Bernardelli.
— É a coleção com a maior representatividade da arte no século XIX, com todos os grandes artistas brasileiros da época. E a nova seleção quer reafirmar essa importância.

http://extra.globo.com/tv-e-lazer/grande-destaque-do-mnba-mais-importante-colecao-de-arte-do-seculo-xix-do-pais-volta-ser-exposta-1080580.html

15/02/2011

Quem tem boca vai ao museu

Os amigos Timão e Pumba se aventurão no Museu Oficial da Cultura e Arte - MOCA
Assista o vídeo!

14/02/2011

Dois objetos roubados do Museu Egipcio do Cairo são recuperados

Dois dos objetos roubados do Museu Egípcio do Cairo durante as manifestações contra o governo foram encontrados no jardim que cerca o prédio do museu, anunciaram nesta segunda-feira as autoridades egípcias.

"As investigações feitas no interior e no exterior do Museu Egípcio para encontrar as peças arqueológicas perdidas levaram à descoberta de algumas" delas, declarou em um comunicado o secretário de Estado para as Antiguidades, Zahi Hawas.

Hawas indicou que as peças recuperadas são um amuleto em forma de escaravelho que pertenceu a Yuya, um influente cortesão da XVIII dinastia que reinou há mais de 3.000 anos, e uma das estátuas funerárias de Yuya, que faziam parte de um conjunto de 11 estatuetas.

Segundo o diretor do museu, Tarek al Awadhi, as duas peças foram encontradas no jardim que cerca o imponente edifício cor-de-rosa, situado em pleno centro do Cairo, a dois passos da Praça Tahrir, epicentro dos protestos que derrubaram o presidente Hosni Mubarak.

Da AFP Paris

11/02/2011

expo. Warhol TV

Depois do grande sucesso em Paris e Lisboa, a mostra chega ao Oi Futuro reunindo a importante e pouco conhecida obra do artista pop americano feita para a televisão. Andy Warhol experimentou vários meios de expressão artística, explorando áreas tão diversas quanto o cinema, a fotografia, a pintura, a música e o vídeo. Entretanto, sua relação com a TV foi marcante: fez inúmeros filmes, realizou programas para canais a cabo, entrevistou personalidades e produziu videoclipes. Todos os filmes e vídeos inéditos no país são do acervo do Museu Andy Warhol, em Pittsburgh, EUA.
De 2 de fevereiro a 3 de abril | Todos os níveis
De terça a domingo, das 11h às 20h
Entrada franca | Classificação etária: Livre
http://www.oifuturo.org.br/cultura/programa.php?id=735&/artes_visuais_warhol_tv

Confira o vídeo da exposição!

10/02/2011

TESOURO PERDIDO

Egito busca repatriar antiguidades expostas em diversos museus do mundo

Especialistas debatem se país tem condições de garantir a segurança e a conservação das peças. Por Fernanda Dias

9/02/2011 | Enviar | Imprimir | Comentários: 2 | A A A

Não é só pelo uso constante de um chapéu de aba larga que o arqueólogo mais famoso do Egito, Zahi Hawass, se assemelha com o célebre personagem Indiana Jones. Assim como nas histórias da ficção, o chefe máximo das antiguidades do país africano luta pelas relíquias de sua nação. Ao longo dos últimos anos, ele tem buscado recuperar peças que foram levadas para o exterior ilegalmente e que estão expostas em diversos museus do mundo atraindo milhares de turistas. As recentes ondas de ataques no Egito, no entanto, culminaram na destruição de alguns artefatos que estavam em instituições do Cairo, o que aumentou ainda mais os debates em torno da devolução desses monumentos. A principal questão é se o governo tem condições de garantir a segurança e a preservação desses importantes registros da História da humanidade.

O professor Ciro Flamarion Cardoso, da Universidade Federal Fluminense (UFF), considerado a autoridade máxima em se tratando de história do Egito no Brasil, considera que em princípio as peças devem ser devolvidas, mas ressalta que o mais adequado é uma avaliação de cada caso, já que a questão é mais complicada do que parece à primeira vista.

Ele explica que até meados do século XX, o país tinha status semi-colonial, daí a dificuldade de se impedir as escavações ilegais e o saque das antiguidades, que eram vendidas a colecionadores privados ou a museus do exterior. Ciro lembra que, tal como os mármores de Elgin (do Partenon de Atenas), muitas peças egípcias foram preservadas adequadamente em museus da Europa e dos Estados Unidos numa época em que o país árabe não tinha condições de preservar o seu acervo:

“Os grandes museus dotados de importantes coleções de antiguidades egípcias não são só lugares onde as peças são expostas ao público, mas também centros importantes de pesquisa, ensino, treinamento e restauração. Também nessas instituições são organizadas expedições de escavação e programas de cópia e preservação de monumentos ameaçados, que muitas vezes são realizados no próprio Egito”.

O professor ressalta ainda que o Serviço de Antiguidades, órgão que autorizava as escavações, fazia a divisão do que era achado entre o Museu Egípcio do Cairo e as entidades estrangeiras: “Pelo menos nesses casos, as peças saíam do Egito de forma legal e com conhecimento das autoridades. Houve, sem dúvida, quando nem mesmo existia o Serviço de Antiguidades, mas também depois, exportação absolutamente ilegal. Não pode se tratar, então, de simplesmente desmantelar as coleções de todos os grandes museus a partir de uma devolução indiscriminada dos objetos ao Egito”.

O diretor da Escola de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Ivan Coelho de Sá, lembra que a musealização da Pedra de Roseta – que foi encontrada por um soldado do exército francês, mas acabou no Museu Britânico – foi importantíssima para sua preservação, e, sobretudo, para sua decifração, que permitiu o conhecimento dos textos egípcios. Mas, ele ressalva que o argumento dos europeus de que garantiram a conservação destes acervos também é questionável:

“Os bens culturais, ao serem retirados de seus sítios, sofreram inúmeras barbaridades e mesmo posteriormente, foram submetidos a intervenções inadequadas de conservação e de restauração. Exemplo disto são as métopas e outros elementos de mármore do Parthenon que sofreram processos de limpeza que os deixaram totalmente brancos, descaracterizando-os definitivamente. Mas, sem dúvida, o argumento europeu da preservação é forte e só pode ser contestado na mesma altura, ou seja, o Egito tem que oferecer as mesmas condições de conservação para os acervos que são reivindicados”.

Sá explica que o marco referencial da legislação específica sobre a alienação de bens culturais foi a Carta de Atenas, de 1931, que deixa clara a responsabilidade do Estado na salvaguarda dos monumentos. Em 1964, a UNESCO dispôs sobre a importação, a exportação e a transferência ilícitas de bens culturais, recomendando que os Estados instituíssem órgãos oficiais de proteção e que fizessem acordos bilaterais e multilaterais para tratar da restituição dos bens ilicitamente adquiridos.

“Há uma tendência internacional totalmente contrária a importações e exportações ilícitas e que favorecem uma política de devolução dos bens que foram retirados ilegalmente de seus países de origem. Isto não quer dizer que os museus que possuam acervos egípcios devam ser esvaziados, e que as coleções sejam precipitadamente devolvidas. Deve ser um processo consciente e cuidadoso, apoiado em documentação e legislação adequadas”.

Sá ressalta ainda que as devoluções precisam contar com uma estrutura logística que garanta o cumprimento de todas as normas de conservação necessárias ao transporte e ao acondicionamento destas coleções: “Isto certamente não será um processo fácil de ser realizado e, caso aconteça, demandará várias décadas”.

No fim de janeiro, antes mesmo de os protestos contra o regime do presidente Mubarak eclodirem na Praça Tahrir, a Alemanha negou o pedido de Hawass para a devolução do busto da rainha Nefertiti, que se encontra no Museu Neues, em Berlim. Na lista de peças que o conselho que o arqueólogo representa luta para devolver ao Egito estão ainda a Pedra de Roseta e o busto de Ramsés II (ambos estão em museus de Londres); a máscara do príncipe Kanefer e estátuas de dois arquitetos das pirâmides (nos EUA) e o Zodíaco de Dendera (no Louvre). Com quem essas antiguidades ficarão no futuro no futuro é uma incógnita, digna da magnitude das peças.

FONTE: http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/politica/egito-busca-repatriar-antiguidades-expostas-em-diversos-museus-do-mundo/

expo. Natureza Sexual

Museu de Londres estreia exposição sobre sexo no mundo animal
Mostra 'Natureza Sexual' fica em cartaz até outubro no Reino Unido.
Museu de História Natural reuniu fotos e vídeos de bichos no ato sexual.


O Museu de História Natural de Londres, no Reino Unido, estreia nesta sexta-feira (11) a exposição "Natureza Sexual", que reúne fotos e vídeos de animais no ato sexual. A mostra também terá bichos conservados e taxidermizados, além de informações taxonômicas sobre cada espécie. (Foto: Carls de Souza/ AFP)


Imagens feitas durante a apresentação da mostra para jornalistas reúnem, por exemplo, fotos de coelhos e tartarugas gigantes copulando. A exposição ficará em cartaz até outubro. (Foto: Carls de Souza/ AFP)

http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/02/museu-de-londres-estreia-exposicao-sobre-sexo-no-mundo-animal.html

09/02/2011

Centro Cultural João Nogueira

Antigo Imperator, no Méier, será transformado no Centro Cultural João Nogueira.



RIO - O antigo cinema Imperator, no Méier, na Zona Norte do Rio, dará lugar ao
Centro Cultural João Nogueira. Nesta terça-feira, o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes participaram de uma cerimônia de inauguração das obras, que deve ser inaugurado em janeiro de 2012. No evento, governo estadual cedeu o terreno à prefeitura, que vai investir R$ 21 milhões na transformação do espaço.
O futuro Centro Cultural João Nogueira terá três cinemas, teatro com capacidade para 850 espectadores, sala de exposições, livraria, restaurante, café e bistrô, além de uma área verde de 1,2 mil metros quadrados. (Assista ao vídeo sobre a construção do Centro Cultural João Nogueira)
Inaugurado em 1954, o Imperator funcionou como cinema até 1986. Na década de 90, abrigou por quatro anos uma casa de shows, que fechou as portas definitivamente em 2005, com uma feirinha de comércio de roupas e bijuterias ocupando a galeria de acesso à casa.
Foi na Rua Dias da Cruz 170, Méier. O espaço terá cinema, teatro e restaurantes, custará R$ 21 milhões. A previsão de inauguração é de 20 de janeiro 2012.
O cantor Diogo Nogueira, filho de João Nogueira, participou da cerimônia. João Nogueira era do Méier, e morreu em 2000. Ele era integrante da ala de compositores da Portela e fundador do Clube do Samba.

http://extra.globo.com/noticias/rio/antigo-imperator-no-meier-sera-transformado-no-centro-cultural-joao-nogueira-1026622.html

08/02/2011

A Sexualidade de Mona Lisa

Pesquisadores dizem que modelo da Mona Lisa era homem.
Eles usaram uma análise feita a partir de reproduções digitais da obra
Leonardo da Vinci usou um jovem como modelo para sua Mona Lisa, asseguraram nesta quarta-feira (2) pesquisadores italianos especializados no esclarecimento de mistérios artísticos, uma tese na qual especialistas do Museu do Louvre, onde fica a obra, não acreditam.
Silvano Vincenti, presidente do Comitê Nacional para a Valorização dos Bens Históricos, afirmou aos jornalistas que um jovem assistente do mestre renascentista chamado Salai foi o modelo do célebre retrado da Mona Lisa, também conhecida como Gioconda.



Salai, cujo verdadeiro nome era Gian Giacomo Caprotti, começou a trabalhar com o artista aos 16 anos e permaneceu a seu lado durante 25 anos. Foi, dizem, sua musa e seu modelo para vários quadros. Segundo Vincenti, os dois homens mantinham uma relação "ambígua" e é possível que fossem amantes.
Vincenti destaca a grande semelhança entre os traços dos rostos dos protagonistas de São João Batista e Angelo Incarnato com o nariz e a boca da Mona Lisa. Segundo esse pesquisador, o mestre deixou indícios, pintando nos olhos da Gioconda uma minúscula letra L de Leonardo e uma S de Salai.
Ele diz que, para chegar a essas conclusões, sua equipe baseou-se em uma análise de reproduções digitais de grande qualidade.
Mas o Louvre, proprietário da Mona Lisa, tem suas dúvidas.
Consultado, o museu lembra que "o quadro foi submetido a todas as análises de laboratório possíveis em 2001 e em 2009. Não foi encontrada nenhuma inscrição [letra ou cifra] durante estes exames".

http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/pesquisadores-dizem-que-modelo-da-mona-lisa-era-homem-20110202.html

06/02/2011

Emir Sader quer discussões atuais na Casa de Rui Barbosa

Bem, governo novo, ministério da cultura novo e com isso novos presidentes das nossa velhas instituições. Uma delas é a Fundação Casa de Rui Barbosa aqui no Rio de Janeiro. Além de ser o primeiro museu casa do Brasil, a Casa se destaca também por ser um importante centro de pesquisa em diversas áreas. Por isso, segue embaixo a transcrição de uma feita pelo Globo ao novo presidente da Fundação, Emir Sader, que promete mais discussão sobre cultura em sua gestão.


Emir Sader quer discussões atuais na Casa de Rui Barbosa

Sentado na sala de seu apartamento no Leblon, descalço e de bermuda, Emir Sader explica seus planos como novo presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa num tom de voz tão sereno que obriga o repórter a aproximar o gravador. A tranquilidade da fala desse sociólogo de 67 anos, professor da Uerj que se notabilizou pelos artigos e livros de crítica ao capitalismo, contrasta com os projetos anunciados durante uma hora de conversa, que podem ser resumidos pela intenção de fazer da Casa um grande centro de discussão do Brasil atual. Sader diz que será um espaço pluralista, mas com ênfase em intelectuais que segundo ele estão fora da mídia tradicional.







O que o senhor pretende mudar na Fundação Casa de Rui Barbosa?


EMIR SADER: Queria começar com uma referência mais geral. Todo grande período histórico brasileiro teve um movimento cultural significativo. Foi assim por exemplo durante a Era Getúlio, com Caio Prado, Gilberto Freyre, Anísio Teixeira, Mário de Andrade. Na virada dos 1950 para o 1960, o CPC, a Bossa Nova, o teatro, o Iseb, Darcy Ribeiro... E acho que é um consenso que nesta década o Brasil passou por um período histórico tão importante quanto aquele em termos de transformação social. No entanto, não se vê uma reflexão sobre o país, sobre esse processo. Uma das coisas que a Casa vai fazer, então, é incentivar a intelectualidade a produzir uma reflexão mais contemporânea sobre o Brasil. Em segundo lugar, existe uma nova maioria política e social no país, que eu diria que é progressista, mas que ainda é sensível a temas obscurantistas, como se viu na campanha com a discussão sobre o aborto. É preciso consolidar essa maioria política e social com uma nova sociabilidade, novos valores, de solidariedade. É preciso tratar de ter políticas culturais que consolidem na cabeça das pessoas as razões pelas quais o Brasil está melhor. Ajudá-las a tomar consciência social.


Mas se essa reflexão, que em sua opinião ainda está por acontecer, for induzida pelo Estado já a partir da premissa de que há certos valores a serem difundidos, ela não acabará se reduzindo a uma divulgação de ideias do partido que está no governo, em vez de ser de fato um esforço de pensamento crítico sobre o país?


SADER: O Estado não faz cultura, ele incentiva. Precisamos promover os grandes debates nacionais. Aí estarão presentes todas as vozes, mas sobretudo aquelas que não têm espaço hoje para expressar seu ponto de vista. Pretendemos fazer ciclos mensais de grandes conferências. O Slavoj Zizek vai fazer o lançamento do livro dele lá. O Istvan Meszaros. Vamos trazer o Eduardo Galeano, a Maria Rita Kehl, a Marilena Chauí, o José Luís Fiori, o Carlos Nelson Coutinho. São vozes importantes da esfera pública, divergentes inclusive em relação ao governo, mas que não costumam estar falando para a massa da população. A mídia hoje claramente não é pluralista. O que nós queremos é que múltiplas vozes se manifestem. Umas já têm se manifestado diariamente. Podem até ir, mas não seria nenhuma novidade. A novidade seria trazer as vozes que se identificam, criticamente ou não, com esse processo e podem demonstrar inclusive suas contradições, potenciais, limites.


A presunção de que é legítimo, a partir de um diagnóstico de uma subrepresentação na opinião pública de certas correntes políticas, fazer com que uma instituição pública, numa espécie de compensação...


SADER: Não bota nesses termos. O que nós queremos é reflexão, pensamento crítico, pluralista. Esses nomes não são usuais. Não quero polarizar. Queremos pensamento pluralista e crítico.


De um grupo de esquerda.


SADER: O critério é trazer as pessoas que fazem as reflexões mais férteis sobre o Brasil de hoje. Queremos trazer intelectuais cuja voz não tem sido contemplada, o que não quer dizer que os que já falam não serão chamados também. O debates precisam ter pontos de vista diferentes. Vamos fazer seminários sobretudo sobre cultura e políticas culturais, teremos um convênio com o Ipea para que eles ofereçam um curso semanal, e transmitiremos tudo pela internet. A ideia é agitar o clima cultural. Acho que a Dilma disse isso num livro que eu organizei com o Marco Aurelio Garcia: nosso papel não é criar nada, mas onde houver um foguinho a gente vai jogar álcool para ter reflexão. Precisamos retomar as grandes discussões sobre o país, que sumiram diante da especialização da vida intelectual. Além disso, temos que ver a possibilidade de abrir concurso para trazer novas gerações de pesquisadores para a Casa, pessoas jovens que trabalhem com temas contemporâneos, que ajudem a pensar a política cultural no país. A Casa precisa estar mais integrada com a atuação do próprio Ministério da Cultura.


A especialização da atividade intelectual é uma consequência do desenvolvimento do meio acadêmico, não? Como isso poderia ser mudado?


SADER: Sim, mas você tem pessoas capazes de fazer uma reflexão mais ampla. Pessoas como Chauí, Fiori, Maria Rita Kehl. O que temos que fazer é interpelá-los, precisamos de um reencontro da produção intelectual com a prática política.


O Arquivo-Museu de Literatura Brasileira, da Casa de Rui Barbosa, é talvez o mais importante acervo de literatura nacional que existe. Quais são seus planos para essa área?


SADER: Temos um acervo extraordinário e um trabalho de preservação bem encaminhado. O BNDES aprovou a construção de um anexo que vai permitir a expansão do acervo e da programação cultural. Planejamos também com a Biblioteca Nacional um grande programa de publicação de autores brasileiros na Europa, como preparação para a homenagem ao Brasil na Feira de Frankfurt de 2013.


04/02/2011

Restaurador encontra pintura escondida em quadro de Goya

Um novo quadro sob a autoria de Goya é encontrado. Mas não da maneira costumeira (como se fossem descobertos novos quadros dele de maneira simples). A obra, a representação de uma mulher desconhecida, estava sob uma outra pintura do artista intitulada "El Retrato de Jovellanos en el arenal de San Lorenzo". Foi um restaurador do Museo de Bellas Artes das Astúrias, em Oviedo, na Espanha, descobriu a pintura.

Esta descoberta foi possível após o restaurador aplicar uma técnica de raios-X e reflectografia.

El ' Retrato de Jovellanos en el arenal de San Lorenzo' (1780-1782), a la izquierda, pintado por Goya. | J.L.Cereijido / Efe

El ' Retrato de Jovellanos en el arenal de San Lorenzo' (1780-1782), a esquerda, pintado por Goya. | J.L.Cereijido / Efe

Não é a primeira vez que Goya teria feito uma pintura sobre a outra, segundo estudiosos, essa seria uma maneira de pintar mais rápido, uma vez que os contornos de uma pintura podem servir de suporte para a nova obra. Neste caso em específico, os braços de ambas as obras coincidem.

Saiba mais em:

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/870689-restaurador-encontra-pintura-escondida-em-quadro-de-goya.shtml

http://www.elmundo.es/elmundo/2011/02/04/cultura/1296828588.html


Gil critica ''ação açodada'' do Minc

Para o ex-ministro Gilberto Gil, que se autodefiniu certa vez como "o ministro hacker", a questão da nova ordem é crucial. Não foi à toa que ele, em 1963, já tinha composto a canção Cérebro Eletrônico, na qual antevia a importância dos computadores. Num dos seus discos mais recentes, Gil também já cantava: "Banda larga mais democratizada ou então não adianta nada. Os problemas não terão solução". No início dos anos 2000, fez Pela Internet, na qual falava da nova realidade de entrar na rede, "juntar via internet um grupo de tietes de Connecticut".
Beti Niemeyer/Divulgação
Beti Niemeyer/Divulgação
Gil. “Coisas absurdas são ditas sobre as licenças”

Em 2004, decorrência de tudo isso, ele - como ministro da Cultura - foi o primeiro artista brasileiro a ceder uma obra para as licenças Creative Commons (CC). Há 14 dias, a sua sucessora no cargo, Ana de Hollanda, retirou do site do MinC as licenças CC, o que tem provocado acalorado debate na rede. Ao Estado, pela primeira vez, Gil falou sobre o caso.

Você tem acompanhado essa polêmica da retirada das licenças Creative Commons do site do MinC?

Tenho acompanhado, é claro, com interesse. São consequências naturais de mudanças de grupos, de conceitos. Espero que essa polêmica seja pautada pelo diálogo. Agora mesmo eu estava lendo o artigo do Hermano Vianna (sociólogo adepto da tese do copyleft) em O Globo, ele fala do açodamento, da pressa em se retirar esse logo do site do MinC.

O ato foi logo nos primeiros dias de governo, o que parece marcar uma ação simbólica...

Se é isso, que fique nisso e se esgote nisso. Se é para marcar uma mudança de guarda, que não fique só nisso. Porque essas iniciativas, como o Creative Commons, não continham essa ideia do particularismo. É algo que deveria se propagar por aí. Você veja que os conteúdos do governo inglês estão sob uma licença que foi criada para isso. O governo da Austrália usa as licenças Creative Commons. O que o Hermano (Vianna) fala é para que o Estado abra os olhos para a necessidade de se compreender. Não precisa necessariamente usá-la (a licença Creative Commons), mas fazer dela um marco para a criação de outras. É preciso levar em conta o caráter institucional, formalizador, a dimensão jurídica para a autonomia do autor, para dimensionar essa licença, entender seus limites. Seu caráter limitado ou ilimitado. Não pode examinar com uma visão apressada, que talvez seja o que esteja na base dessa iniciativa, (a crença) de que essa licença e todas essas licenças similares enfraquecem o direito autoral.

A primeira vez que você falou em Creative Commons foi em 2003.

E as pessoas não estão ainda devidamente informadas. O lado que defende tem sido mais cuidadoso em esclarecer a licença, a variedade dessas licenças, do que o lado que ataca, que recusa. Esse lado não tem vindo para uma dimensão esclarecedora. Ouço vários deles dizendo que o CC é um instrumento das multinacionais americanas, coisas absurdas desse tipo. A surpresa que você teve em 2003 deveria hoje se converter em um instrumento para a compreensão ampla dessa possibilidade.

O debate parece conter também uma ideia conspiracionista, de que, por ser americana, a licença é nociva. Lembra o debate sobre as guitarras elétricas.

Porque a ideia veio de um acadêmico ativista americano? Não tem sentido. O lado contrário às licenças livres, nos Estados Unidos, os interesses ligados à questão coletiva de direitos autorais se opõem ao Creative Commons da mesma forma que os daqui.


CRONOLOGIA

Os caminhos da polêmica

20 de janeiro
Retirada

A ministra de Ana de Hollanda ordena retirada das licenças C. Commons do site do MinC

21 de janeiro
Reação

Protestos tomam a internet e o assunto chega aos trending topics do Twitter

24 de janeiro
Apoio

O compositor Danilo Caymmi diz que CC é "privado"

27 de janeiro
Nervosismo

Em inauguração em SP, Ana de Hollanda diz que tema será abordado "quando for a hora"

O mundo mágico de Escher :: Exposições :: Guia Rio Show :: O Globo

Programão!
O museologando indica o programão do momento, a exposição O Mundo Mágico de Escher no CCBB-RJ. Pra quem não viu, vale a pena conferir e para quem já viu vale a pena ver de novo. Diversão garantida! Saiba mais no link abaixo.

O mundo mágico de Escher :: Exposições :: Guia Rio Show :: O Globo

03/02/2011

Game - Museum of Thieves

Em uma aventura que se passa dentro de um museu, passe por diversas cenas onde o objetivo é encontrar as diferenças entre duas imagens quase idênticas, prestando atenção em cada um dos detalhes para encontrá-las rapidamente.
Jogue agora e divirta-se!


Mais Jogos no Click Jogos

02/02/2011

Ferramenta do Google permite tour em museus

Depois de conquistar a lua com o Google moon conquistar a terra com o Google earth e suas ruas e avenidas no Google stret view explorar o corpo humano com o Body Browser o goole lança mais um tentáculo sobre o mundo, desta vez sobre os museus. É o Google art project, uma ferramenta que utiliza a mesma tecnologia do street view adaptada para visualização de diversos museus pelo mundo, na verdade são 17 ao todo, e claro ainda não tem nenhum brasileiro.

Cada museu pode escolher ao menos uma obra para ser fotografada com uma câmera maneiríssima com de alta resolução.
Dentre alguns dos museus que se pode utilizar a ferramente destacam-se o MoMa em Nova York, o Museu Van Gogh, em Armsterdã, a National Gallery de Londres, e o Palácio de Versalhes em Paris.







Para maiores informações tem uma boa matéria do globo sobre o assunto ou podem mesmo ler nas próprias palavras do blog do google.

01/02/2011

gato e rato no Museu Hermitage

Gatos são contratados para manter os ratos longe do Museu Hermitage na Rússia.
É um emprego que vem passando de gatos para gatos há mais de 200 anos. O museu tem cerca de 3 milhões de obras preciosas e, desde a criação, tem problemas com ratos.
Confira o vídeo!

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