26/02/2013

Exposição Arquivos do Brasil, Memória do Mundo



O Arquivo Nacional realiza, de 26 de fevereiro a 07 de junho de 2013, em sua sede no Rio de Janeiro, exposição em homenagem aos 20 anos do Programa Memória do Mundo da UNESCO/Memory of the World – MOW e aos 5 anos de instalação do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo.
O Programa foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura – UNESCO com o propósito de preservar e facilitar o acesso ao patrimônio documental que integra a memória coletiva dos povos, estimulando a consciência mundial sobre a sua importância.
Entre os anos de 2007 e 2011, foram nominados cinquenta e cinco acervos brasileiros expressivos de uma enorme diversidade cronológica e de tipologias documentais, custodiados pelas mais diferentes instituições e assim distribuídos: 1 acervo na região Norte; 11 acervos na região Nordeste; 39 acervos na região Sudeste; 1 acervo na região Sul; e 3 acervos na região Centro-Oeste.
O filme Limite, de Mário Peixoto (Fundação Cinemateca Brasileira); a Lei Áurea (Arquivo Nacional); os manuscritos musicais de Carlos Gomes (Fundação Biblioteca Nacional); o diário de viagens do Imperador d. Pedro II pelo Brasil e pelo mundo (Museu Imperial) são alguns exemplos de acervos agora reconhecidos como Memória do Mundo.
A exposição tem como objetivo: tornar conhecido o Programa Memória do Mundo da UNESCO e suas ações; difundir os cinquenta e cinco acervos brasileiros nominados no Programa Memória do Mundo; promover a consciência sobre a importância da preservação do patrimônio documental da humanidade; e incentivar a candidatura de novos acervos em diferentes regiões geográficas brasileiras.
A mostra, composta por cerca de 400 imagens, está dividida em módulos que tratam dos seguintes temas:
1. Programa Memória do Mundo da UNESCO/internacional, apresentando acervos nominados na categoria internacional.
2. Programa Memória do Mundo da UNESCO/América Latina e Caribe, com imagens dos acervos nominados na categoria regional.
3. Descobrimentos, sociedade colonial e Independência
4. Escravidão e movimento abolicionista
5. Imigração para o Brasil
6. Conflitos armados
7. Censura e repressão às lutas políticas no Brasil e na América do Sul
8. Povos indígenas e política indigenista
9. Literatura, cinema, música e tradições populares
10. História da ciência
11. Cartografia
12. Evolução urbana, arquitetura e urbanismo.
A exposição contará com monitores, folders sobre os acervos nominados e um catálogo.
São parceiros do Arquivo Nacional, neste projeto, a UNESCO e as instituições custodiadoras dos acervos nominados.
Contato:
Arquivo Nacional – Praça da República, 173, Centro, Rio de Janeiro-RJ
Tel: (21) 2179-1349

20/02/2013

Sérgio Cabral anuncia museu do COB em área da Aldeia Maracanã


Sérgio Cabral (PMDB) anunciou o museu do COB
 em área da Aldeia Maracanã
Foto: José Cruz / Agência Brasil

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), anunciou nesta quarta-feira que a área do antigo Museu do Índio, ocupada atualmente por indígenas de diversas etnias que formam a Aldeia Maracanã, ao lado do estádio que será sede das finais da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, será revitalizado e vai se tornar um museu do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Segundo Cabral, a responsabilidade pela reforma da área ficará a cargo da concessionária que assumirá as obras de entorno do estádio, após a inauguração do Maracanã, prevista para junho, com o amistoso entre Brasil e Inglaterra.
O edital com as regras para a licitação, ainda de acordo com o governador, será publicado no Diário Oficial até a próxima segunda-feira.
"A concessionária se responsabilizará sobre o restauro, recuperação, e preparo do prédio. E todo o conteúdo do museu será de responsabilidade do COB", explicou Cabral.

O grupo de índios que vive no local querem permanecer
 morando na Aldeia Maracanã durante as obras
Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil
Além do novo museu do COB, a empresa que vencer a licitação do Maracanã terá ainda a responsabilidade da criação de estacionamentos e de toda a área que envolve ainda o Parque Aquático Julio De Lamare e a pista de atletismo, Célio de Barros.
A proposta, que o Estado considera definitiva, vai totalmente contra as pretensões dos índios que ocupam o local. No último dia 8, as lideranças enviaram uma carta ao governo reivindicando que o Centro de Referência da Cultura dos Povos Indígenas seja criado no próprio local, após a revitalização realizada pela concessionária.
"Reivindicamos que o Centro de Referência da Cultura Indígena seja mantido no imóvel existente a rua Mata Machado, 126, Maracanã, antigo Museu do índio, e que seu tombamento sob responsabilidade das Instituições Públicas e sua anunciada restauração contemple um ante Projeto em parceria com a comunidade indígena e organizações parceiras competentes para servir exclusivamente como uma Casa da Cultura Indígena Viva dirigida por índios", diz a carta enviada à Casa Civil estadual e à secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos.
Além de se recusarem a deixar o local sem uma resposta concreta por parte do Estado, que já ventilou a possibilidade de levar o centro de referência para a Quinta da Boa Vista, próximo ao Maracanã, que a conclusão das obras seja num prazo de até um ano e meio e que mão de obra indígena seja empregada durante a restauração.
"A construção do museu é uma decisão tomada a partir de uma sugestão do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, que nós achamos sensacional", completou o governador, que disse ainda que a administração do local ficará a cargo do comitê olímpico, que terá a renda obtida por meios das visitações.
Defensoria Pública critica Cabral
Em nota, a Defensoria Publica da União informou que não foi comunicada oficialmente da decisão de Cabral e questionou o político. “O Governo do Rio sempre se mostrou contraditório no trato da questão. A princípio, queria demolir; depois, tombar o prédio pela importância histórica indígena; e agora quer transformá-lo em um museu com finalidade totalmente destoante da memória indígena”, opinou Daniel Macedo, titular do 2º Ofício de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da DPU/RJ e responsável pelas ações relacionadas ao caso.

Macedo ainda reiterou a importância de o prédio onde está a Aldeia Maracanã ser tombada. "A construção de um museu olímpico vai na contramão da destinação natural que surgiria com o tombamento. Esse projeto repentino deixa claro o posicionamento do governo de fulminar com tudo que aquele prédio representa. Qualquer tentativa de descaracterizar o patrimônio imaterial que se quer proteger será objeto de Ação Civil Pública”, concluiu. 


Museu de Viena aceita visitantes sem roupa em exposição sobre nus


Exposição na Áustria debate 'tabu' da nudez masculina.
300 obras mostram evolução da representação do corpo do homem na arte.


Do G1, em São Paulo

O Museu Leopold de Viena autorizou a entrada de pessoas nuas nesta segunda-feira (18) para visitar a exposição 'Naked men' ('Homens Nus')  sobre a história da representação do corpo masculino na arte.

Visitantes nus observam obras da mostra em Viena (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

Após ter recebido várias solicitações para que a exposição fosse vista bem à vontade por parte de associações nudistas, o museu abriu no final desta segunda-feira um período para os visitantes sem roupa.
A exposição 'Homens Nus' foi motivo de polêmica e até autocensura em outubro por conta de um cartaz promocional com um nu frontal de três homens.

Homem observa quadros expostos no Museu Leopold (Foto: Heinz-Peter Bader/Reuters)

A foto foi motivo de ligações de protesto, tanto de mulheres como de homens, e o museu decidiu cobrir os genitais com uma chamativa faixa vermelha em muitas das cópias distribuídas pela cidade. A exposição, aberta até o dia 4 de março, reúne mais de 300 quadros, fotos e esculturas.
Em 2005, o mesmo museu ofereceu a entrada gratuita às pessoas que visitassem nuas a exposição 'A Verdade Nua: Klimt, Schiele, Kokoschka e outros escândalos'.


19/02/2013

Museu de Arqueologia de Itaipu vai abrigar oca Guarani a partir de abril

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI/Ibram), localizado em Niterói (RJ), vai abrigar, a partir de abril, uma oca Guarani em seu espaço expositivo.
Oca também servirá como espaço para projetos
eductativos desenvolvidos pelo MAI/Ibram


O projeto, em parceria com a aldeia Tekoa Mboy-Ty, trata da construção de uma edificação tradicional Guarani Mbyá que simbolizará a relação da instituição museológica com a aldeia, bem como o esforço da equipe para com a divulgação e a preservação da memória das comunidades em seu entorno.
A oca será acompanhada de painéis expositivos que tratam de diversos aspectos do cotidiano dos Guarani Mbyá. Os visitantes poderão acompanhar o processo de construção a partir do dia 25 de fevereiro. A inauguração está marcada para o dia 19 de abril.
Pedro Colares Heringuer, diretor interino do MAI, explica que a proposta do novo espaço é que também seja utilizado como sala para os trabalhos educativos desenvolvidos pelos programas Caniço e Samburá e Educação Ambiental – voltado para estudantes que visitam o museu.
O museu
O MAI está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada no começo do século XVIII. O acervo do museu é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500.
São artefatos líticos e ósseos, concreções, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas. Outras informações pelo telefone (21) 3701.2994 ou pelo e-mail mai@museus.gov.br.
Texto e foto: Divulgação MAI

14/02/2013

País tem boom de cursos de museologia

SILAS MARTÍ
DE SÃO PAULO



Desde que o Ministério da Cultura criou uma política nacional para museus, há dez anos, universidades do país vêm abrindo cursos de museologia para acompanhar o que gestores e acadêmicos veem como "demanda represada" por profissionais da área.
É um fenômeno que fez multiplicar os dois cursos disponíveis em 2004, restritos a Rio e Salvador, para os atuais 14 cursos espalhados por todas as regiões do Brasil.
Apenas 5% dos 20 mil profissionais dos 3.200 museus do país têm formação em museologia. Neste ano, chegarão ao mercado os primeiros formandos dessa nova leva de cursos, vindos de 600 vagas criadas em universidades federais nos últimos anos.
Será a primeira geração de profissionais com formação específica no país, o que começa a mudar uma realidade de autodidatas que há décadas estão à frente das maiores instituições do país.
"Programas [acadêmicos] estão aparecendo um pouco mais tarde do que explodiram em várias partes do mundo. Mas é a profissionalização do nosso circuito", diz Ivo Mesquita, diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
"É a demanda de um circuito que vai se consolidando como segmento econômico importante."
Essa expansão acadêmica também ganhou fôlego com a criação, em 2009, dentro do MinC, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), órgão com maior autonomia para monitorar esse setor.
"Nós ajudamos a estruturar e pensar currículos", diz José do Nascimento Júnior, presidente do Ibram. "Entendemos que não tem como fazer política pública sem conhecimento formal na área."
O Conselho Federal de Museologia estabeleceu, no ano passado, o piso salarial de R$ 5.026 para recém-formados em jornadas de 40 horas semanais de trabalho.
O profissional com mestrado, ou que tenha entre oito e 16 anos de formado, ganha R$ 7.487. Doutorado ou mais de 16 anos de experiência pós-formatura elevam o piso para R$ 8.978.
Embora o governo tenha reagido com rapidez na expansão da oferta, os cursos criados a toque de caixa nem sempre dão conta do recado.
Um deles, o da Universidade Federal de Santa Catarina, teve problemas com o Ministério da Educação, que considerou irregular o uso quase exclusivo de professores de antropologia como docentes do curso de museologia.
Quase todos os cursos disponíveis no país tomam como base o modelo criado em 1931 na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que se baseou no currículo da Escola do Louvre, em Paris, mesclando disciplinas de ciências sociais, arqueologia e antropologia.
Outro problema é a dificuldade na absorção dos novos profissionais pelo mercado, o que exigiria a abertura mais rápida de concursos para contratação em museus públicos, entrave para a renovação que o governo pretende.
"A maioria dos museus do país tem profissionais que não estão aptos. No interior do país, isso se agrava", diz Ivan Coelho de Sá, coordenador de museologia da Unirio. "Há uma tendência discreta de mudança, mas o governo tem feito muito pouco."
PATRIMÔNIO
Enquanto a máquina do governo é lenta demais para incorporar esses profissionais à esfera pública, empresas privadas, como Oi e Globo, viraram destino para novos museólogos ao implantar projetos de preservação da memória e do patrimônio.
"Há hoje no país uma escassez enorme de museólogos formados", afirma Amaro Lins, secretário de educação superior do Ministério da Educação, que investiu R$ 10 bilhões na ampliação de cursos das federais desde 2008.
"Precisaremos de um bom tempo para atender à demanda", completa ele.
Editoria de Arte/Folhapress


MUSEUS NA UNIVERSIDADE Os cursos de museologia hoje no país

http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1230154-pais-tem-boom-de-cursos-de-museologia.shtmlhttp://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1230154-pais-tem-boom-de-cursos-de-museologia.shtml

08/02/2013

Nota de Repúdio dos alunos da UFRB

Nota de Repúdio

O Diretório Acadêmico Recôvexando a Museologia, na condição de representante do corpo Discente do Curso de Graduação em Museologia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) vem, por meio desta, manifestar a indignação com relação a total falta de respeito aos profissionais Museólogos e Museólogas do estado da Bahia apresentada em 25 de janeiro de 2013 pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC) ao lançar o edital nº 001/2013 para Processo Seletivo Simplificado, para contratação de pessoal, por tempo determinado, em Regime Especial de Direito Administrativo – REDA, para as Funções Temporárias de Técnico de Nível Médio e Técnico de Nível Superior e Museólogo para atuarem nas áreas Administrativas e Operacionais deste Instituto. É claro a prática de discriminação institucional, uma vez que o referido edital não compreende o profissional museólogo e museólogo como profissão de nível superior, e diferencia a remuneração de forma absurda quando comparada a outros profissionais como jornalistas, antropólogos, advogados e contadores presentes nesse mesmo edital.
Enquanto os profissionais advogados, contador, antropólogos, conforme o citado edital, trabalhando 40 horas semanas, terão a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 991,80 (novecentos noventa um reais e oitenta centavos), acrescido de uma Gratificação de Função de no valor de R$ 1.296,59 (Hum mil duzentos e noventa e seis reais e cinquenta e nove centavos), e de auxílio alimentação e de transporte por dias úteis trabalhados totalizando R$2.288,39. O Profissional Museólogo, também trabalhando 40 horas semanais, terá a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 796,17 (setecentos e noventa e seis reais e dezessete centavos), acrescido de uma Gratificação de Função no valor de R$ 847,13 (oitocentos e quarenta e sete reais e treze centavos) totalizando R$1.643,30.
Apoiamos o Conselho Regional de Museologia 1ª região, que dada a ausência de respostas do IPAC e da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, protocolou Pedido de Suspensão para retificação do Edital 001/2013 - IPAC junto ao Ministério Público do Estado da Bahia, Número 003.0.21454/2013 em 05/02/2012 às 11:16h. E esperamos que todos os colegas e todas as colegas profissionais e estudantes da área se junte nesta luta que é de todos nós em busca do respeito e reconhecimento dos profissionais, e na busca pela equiparação salarial imediata neste concurso. Por uma Sociomuseologia além da teoria!
 
Att,

Diretório Acadêmico Recônvexando a Museologia – Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.
(enviado por Janaína Miranda)

06/02/2013

Nota Pública do COREM 1R

Aqueles que acompanham as redes sociais museais já devem estar a par da discriminação com a nossa classe por parte do IPAC da Bahia através de um edital onde os museólogos recebem menos que outros cargos de nível superior (http://www.ipac.ba.gov.br/noticias/ipac-lanca-edital-reda-2013 ). O Corem 1R lançou nota pública sobre o assunto, explicando sua ação neste caso:

NOTA PÚBLICA

O Conselho Regional de Museologia 1ª Região vem denunciar a ação discriminatória realizada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC aos Profissionais Museólogos. Em 25 de janeiro de 2013, o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia - IPAC lançou o edital 001/2013 para Processo Seletivo Simplificado, para contratação de pessoal, por tempo determinado, em Regime Especial de Direito Administrativo – REDA, para as Funções Temporárias de Técnico de Nível Médio e Técnico de Nível Superior e Museólogo para atuarem nas áreas Administrativas e Operacionais deste Instituto. Para espanto da Sociedade, este edital pratica discriminação institucional, pois não compreende o Museólogo como profissão de nível superior e para complicar ainda mais hierarquiza, por meio de salários diferenciados, as profissões de nível superior. Enquanto os profissionais advogados, contador, antropólogos, conforme o citado edital, trabalhando 40 horas semanas, terão a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 991,80 (novecentos noventa um reais e oitenta centavos), acrescido de uma Gratificação de Função de no valor de R$ 1.296,59 (Hum mil duzentos e noventa e seis reais e cinquenta e nove centavos), e de auxílio alimentação e de transporte por dias úteis trabalhados totalizando R$2.288,39. O Profissional Museólogo, também trabalhando 40 horas semanais, terá a remuneração constituída pelo vencimento básico no valor de R$ 796,17 (setecentos e noventa e seis reais e dezessete centavos), acrescido de uma Gratificação de Função no valor de R$ 847,13 (oitocentos e quarenta e sete reais e treze centavos) totalizando R$1.643,30. Na data de 28 de janeiro de 2013, o Conselho Regional de Museologia 1ª Região, protocolou o oficio 003/2013 na sede do IPAC, endereçado ao Diretor deste órgão Sr. Frederico Mendonça, entretanto não obteve resposta deste oficio por nenhum meio. Novamente, no dia 30 de janeiro de 2013, foi enviado ao email institucional do Diretor do IPAC, assim como à Chefe de Gabinete a Sra. Lícia Maria Cardoso e a Assessoria de Comunicação na pessoa do Sr. Geraldo Muniz, o ofício 004/2013, solicitando a retificação do salário de Museólogo no Edital 001/2013 para equiparar ao valor dos demais profissionais de nível superior. Na data do dia 1º de fevereiro de 2013 foi enviado, via ouvidoria da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, ao Secretário de Cultura Prof. Dr. Albino Rubim, solicitação para intervir junto à Direção do IPAC para resolução deste grave processo de discriminação, que ofende a Classe Museológica de todo o Brasil. Na data de 05 de fevereiro de 2013, o Conselho Regional de Museologia 1ª região, dado a ausência de respostas dos referidos órgãos, protocolou Pedido de Suspensão para retificação do Edital 001/2013 - IPAC junto ao Ministério Público do Estado da Bahia, Número 003.0.21454/2013 em 05/02/2012 às 11:16h. A Classe aguarda, o mais breve possível, a ação do Ministério Público e a retificação do citado Edital, pois não é admissível que uma profissão criada pela Lei nº 7.287 em 1984, Regulamentada pelo Decreto nº 91.775 de 1985 e com vasta produção intelectual seja tratada por instituições públicas como o IPAC – BA, que desrespeita a história e memória desta profissão e seus profissionais, com salários abaixo das demais profissões de nível superior. Logo, o Conselho Regional de Museologia 1ª Região convoca todos os colegas, os estudantes e professores dos Cursos de Museologia de todas as Universidades (UFBA, UFRB, UFS, UFPE e as demais do país), a Secretária de Cultura do Estado da Bahia, militantes da cultura, mídia impressa e digital para que também se manifestem junto ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia com intuito de equiparação salarial imediata para os profissionais Museólogos neste concurso, junto aos Profissionais Museólogos da ativa ligados ao IPAC e nos futuros concursos públicos. Basta de Discriminação! *

CONSELHO REGIONAL DE MUSEOLOGIA 1ª REGIÃO  
Email. corem1r@gmail.com
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