29/03/2011

prédios tombados da UFRJ em situação crítica.



UFRJ tem pelo menos mais um imóvel tombado em situação crítica.
RIO - Além do palácio no campus da Praia Vermelha, onde começou um incêndio nesta segunda-feira, a UFRJ tem pelo menos mais um imóvel tombado em situação crítica: o Hospital Escola São Francisco de Assis. O prédio de 1879, no Centro, tem a parte central apoiada em estacas de madeira e um dos blocos interditado, em ruínas.
— O hospital já tem uma obra emergencial licitada pela UFRJ, de orçamento próprio, um projeto de Lei Rounet e verbas captadas parcialmente pelo BNDES para a restauração de alguns pavilhões. É onde a situação está mais complicada. O escoramento já começou, e a obra deve começar em 90 dias — diz Andrade.
Outros três prédios históricos da UFRJ são tombados pelo Iphan: o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS), tombado também pelo Inepac; o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista; e um prédio na Praça da República que já abrigou a Escola de Comunicação, de acordo com Carlos Fernando Andrade, superintendente do Iphan no Rio.
Segundo Andrade, o Museu Nacional passa por intervenções regulares e o IFCS também passou por obras emergenciais, incluindo reforma da parte elétrica e descupinização, já concluídas — agora o Iphan discute o projeto de restauração e remodelação com o Inepac.
— O prédio da Praça da República, que está literalmente caindo, foi cedido pela UFRJ ao Iphan, e estamos fazendo obras para a instalação da Casa de Samba, que deve ter a participação da prefeitura e do governo estado — afirma.
A UFRJ tem ainda três prédios tombados pelo Inepac: o da Faculdade Nacional de Direito, no Campo de Santana; a Casa do Estudante Universitário, no Flamengo; e a Fundação Universitária José Bonifácio, no campus da Praia Vermelha. Segundo a assessoria do Inepac, a diretora do órgão, Regina Matos, está viajando e não foi localizada para comentar a situação dos prédios.

24/03/2011

Nota de falecimento: Pierre Mayrand

O twitter (http://twitter.com/#!/minom_icom/status/50894279928852480) do Minom (Movimento Internacional para uma Nova Museologia) divulgou hoje mais cedo que faleceu Pierre Mayrand, importante pensador do campo da Museologia.

22/03/2011

Tela de Benedito Calixto é furtada de pinacoteca no litoral paulista

Reprodução de imagem TV Globo

SÃO PAULO - A obra "Paisagem Europeia", pintada por Benedito Calixto em 1884, foi furtada da Pinacoteca Benedito Calixto, em Santos, litoral paulista, no último domingo.

A tela foi adquirida pela Pinacoteca em 2000 e é avaliada em R$ 30 mil, quantia considerada baixa no mercado da arte.

Funcionários do local acreditam que a obra tenha sido furtada durante o dia, já que não há sinais de arrombamento. As imagens registradas pelas câmeras do circuito interno de segurança foram entregues à polícia para investigação.

Wikipédia

Benedito Calixto de Jesus nasceu em Itanhaém, litoral paulista, em 14 de outubro de 1853. Foi pintor, desenhista, professor e historiador. Autoditada, aos 16 anos ele chegou a pintar muros e placas de propaganda para sobreviver. Mudou-se para Brotas, no interior paulista, onde pintou paisagens de fazendas e retratos de cafeicultores. Em 1882, foi convidado a fazer entalhes e pintura do Teatro Guarany, em Santos. O trabalho lhe rendeu bolsa de estudos em Paris, no ateliê do mestre Rafaelli e na Academia Julian. Fez exposições de sucesso na Europa e, ao retornar ao Brasil, em 1884, trouxe na bagagem um equipamento fotográfico e tornou-se pioneiro, no Brasil, em pintar a partir de fotografias. Cerca de 500 obras do artista são catalogadas. Morreu em maio de 1927.


FONTE: http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/03/22/tela-de-benedito-calixto-furtada-de-pinacoteca-no-litoral-paulista-924062458.asp

21/03/2011

expo. Energia Nuclear - Museu da Maré

Energia Nuclear em foco
Depois de uma bem sucedida temporada na Casa da Ciência da UFRJ, a exposição Energia Nuclear, resultado de uma parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN, chega dia 16 de março de 2011 ao Museu da Maré, com o patrocínio da FINEP e da FAPERJ. Ao longo da exposição, você vai saber mais sobre essa energia, que está presente em todos os lugares, das mais variadas formas: desde a sua descoberta no núcleo do átomo, até suas possibilidades de aplicação na medicina, na geração de energia elétrica e na indústria.
Um espaço interativo com várias atividades para conhecer, debater, opinar e reconhecer a presença da energia nuclear na natureza e no dia a dia: jogos, oficinas, vídeos e curso para professores.

Exposição: Energia Nuclear
16 de março a 30 de abril
Terça a sábado – 9 às 18h
Fechada às segundas, aos domingos e feriados
Agendamento e inscrições pelo tel.: (21) 3868-6748
museudamare@ceasm.org.br
Entrada franca
Local: Museu da Maré
Av. Guilherme Maxwell, 26 – Maré, RJ
Como chegar: pela Av. Brasil, sentido Zona Oeste, 1ª direita após o Quartel do Exército (CPOR) – passarela 7

16/03/2011

Justin Bieber no Museu

Fãs beijam estátua de cera de Justin Bieber em museu de Nova York
A peça foi apresentada para o público do Madame Tussauds nesta terça, 15.
Justin Bieber faz sucesso com as fãs mesmo sendo de cera. Nesta terça-feira, 15, o museu Madame Tussauds de Nova York lançou uma estátua do astro e várias meninas fizeram questão de dar uma olhadinha - e beijinhos - na réplica do jovem. Em Londres, Justin Bieber marcou presença no lançamento de seu boneco e chegou até a abraçá-lo!



http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1653600-9798,00-FAS+BEIJAM+ESTATUA+DE+CERA+DE+JUSTIN+BIEBER+EM+MUSEU+DE+NOVA+YORK.html

14/03/2011

Museu da Limpeza Urbana pede ajuda

Conheça a história da cidade através de seu lixo. Museu da Limpeza Urbana resgata objetos descartados pelos brasilienses. Espaço dentro da usina de lixo em Ceilândia tem 300 peças. Acervo precisa ser catalogado e também de uma área maior.
Confira o vídeo!

12/03/2011

Reunião REM - Março

Em Março a REM do Rio de Janeiro tem um encontro temático:

Museus e memória
Tema proposto para 9º Semana de Museus

Palestrante: Mário Chagas
Diretor do Departamento de Processos Museais do Instituto Brasileiro de Museus – IBRAM

Dia: 14/03
Horário: 14h

Local: Museu Nacional de Belas Artes
Auditório Leandro Joaquim, 3º andar
Av. Rio Branco, 199 – Centro, Rio de Janeiro – RJ (Cinelândia)

11/03/2011

Museu de Londres devolverá peças que pertenceram a australianos

O Museu de História Natural de Londres vai retornar um lote de 138 peças arqueológicas que pertencem originalmente à Austrália, no século 19. Há crânios, em sua maioria, além de ossos de maxilares e até uma múmia.

As negociações para devolução dos restos se desenrolaram por um ano e meio entre o museu, os habitantes das ilhas de Torres Strait --de onde os restos foram retirados-- e o governo australiano.

As Torres Strait são um aglomerado de 274 ilhas pequenas que se espalham por cerca de 48 mil quilômetros quadrados, onde vivem apenas 6.000 pessoas. Elas se situam entre a costa da Austrália e da Papua-Nova Guiné.

A maioria das peças veio de uma caverna da ilha de Pulu, considerada um lugar sagrado. A outra parte passou de mão a mão, de tripulantes a naturalistas, que trocaram os achados arqueológicos por facas de metal, machados, tabaco e roupas em 1884.

A múmia, a única de cinco cuja existência é conhecida, foi dada no mesmo ano a John Douglas, que governou as ilhas Torres Strait e, posteriormente, a entregou para o museu.


FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/887492-museu-de-londres-devolvera-pecas-que-pertenceram-a-australianos.shtml

10/03/2011

Memorial da Inclusão

Museu guarda memória da luta dos deficientes físicos por seus direitos
O Memorial da Inclusão foi criado para que a história não se perca, uma luta que começou em 1981, Ano Internacional da Pessoa com Deficiência.
O Museu da Pessoa com Deficiência é pequeno. No Memorial da Inclusão, os caminhos são sinalizados, as obras têm descrições em braile e o áudio substitui a leitura.
Confira o vídeo!

09/03/2011

Carnaval alternativo no Museu Imperial

Museu Imperial inaugura exposição virtual sobre o Carnaval
Amantes do Carnaval têm, a partir de agora, uma oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história dessa festa no século XIX e na primeira metade do XX. O Museu Imperial inaugurou nesta semana a exposição virtual “Carnaval no acervo do Museu Imperial”, disponível no portal www.museuimperial.gov.br.

A mostra é composta por 54 imagens, incluindo fotos, recortes de jornais, matérias de revistas, como a Revista Ilustrada, brinquedos e outras peças dos acervos da Biblioteca, do Arquivo Histórico e do setor de Museologia.

Um dos destaques é a prancha Carnaval de Rua, de Jean Baptiste Debret, extraída do livro Voyage pittoresque et historique au Brésil. A obra, de 1834, está preservada na Biblioteca do Museu.

Entre os documentos, encontra-se a edição n° 11 do jornal Correio Imperial, de 21 de fevereiro de 1888, que trazia uma nota sobre uma “batalha d’água”, atividade carnavalesca da época. O jornal era escrito e editado em Petrópolis pelos filhos da princesa Isabel, os príncipes d. Pedro, d. Luis e d. Antônio.

Os três príncipes também aparecem, ainda crianças, em uma das fotografias da exposição. Trata-se da imagem de um baile infantil à fantasia no Palácio de Cristal, em 1888, na qual também é possível observar o Conde D’Eu.

Já com relação ao século XX, a exposição apresenta fotografias de bailes e desfiles de rua, além de trechos de jornais e revistas. É possível conferir, por exemplo, uma edição de 1917 da revista Selecta sobre o Carnaval de rua em Petrópolis.

Carnaval alternativo no Museu Imperial

O Museu Imperial preparou ainda uma programação especial para o período do Carnaval, funcionando como uma alternativa à folia. O palácio estará aberto à visitação durante os quatro dias da festa – incluindo segunda-feira, quando normalmente está fechado -, das 11h às 16h. Na segunda, haverá entrada gratuita para moradores de Petrópolis, mediante apresentação de comprovante de residência e documento de identidade. A instituição não funcionará na Quarta-feira de Cinzas.

Veja a programação.

Fonte: Assessoria de Comunicação, Ibram/MinC
http://www.museus.gov.br/

04/03/2011

expo. Até quarta-feira!


De 16/2 a 13/5/11, o Instituto Moreira Salles do Rio de Janeiro apresenta a exposição Até quarta-feira! O folião e o carnaval carioca nas coleções do IMS. Com curadoria do coordenador de fotografia Sergio Burgi e do consultor do IMS, Paulo Roberto Pires, a mostra traça um panorama documental e histórico do carnaval do Rio de Janeiro desde os anos 1910 até meados da década de 1950.

Sob o ponto de vista do folião, foram reunidas 50 imagens de importantes fotógrafos do acervo IMS que registraram o carnaval da cidade, entre eles Augusto Malta, Marcel Gautherot, José Medeiros, Carlos Moskovics e Peter Scheier.

Também estarão na mostra gravações históricas que embalaram os chamados antigos carnavais, como A jardineira (1938), de Orlando Silva, interpretada por Benedito Lacerda e Humberto Porto; Tem gato na tuba (1947), de Alberto Ribeiro e João de Barro, gravada por Nuno Roland; Teu cabelo não nega! (1931), dos Irmãos Valença e Lamartine Babo, cantada por Castro Barbosa, entre muitas outras marchinhas.

Os visitantes poderão ver também as edições especiais de publicações da época, como a revista O Cruzeiro, assim como partituras de importantes compositores brasileiros, entre eles Lamartine Babo, todos itens pertencentes ao acervo de música do IMS, nas coleções de José Ramos Tinhorão e Humberto Franceschi.

ATÉ QUARTA-FEIRA! O FOLIÃO E O CARNAVAL CARIOCA NAS COLEÇÕES DO IMS
De 16 de fevereiro a 13 de março de 2011
De terça a sexta, das 13h às 20h
Sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h
Entrada franca
Classificação livre
De terça a sexta, às 17h, visita guiada pelas exposições. Ponto de encontro na recepção.
Visitas monitoradas para escolas: agendar pelo telefone (21) 3284-7400.
Instituto Moreira Salles – Rio de Janeiro
Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea
Tel.: (21) 3284-7400
http://twitter.com/imoreirasalles
www.blogdoims.com.br

03/03/2011

Fim da novela: suspensa nomeação de Emir Sader para a FCRB

Após ser entrevistado pelo Globo e mostrar interesse em levar discussões atuais para a Fundação Casa de Rui Barbosa aqui, Emir Sader levar desconforto para o ministério da cultura após suas declarações para a Folha de São Paulo aqui. Mas a coisa desandou, e quando isso acontece vira notícia no Jornal Nacional e quem o assistiu ontem viu que a novela era muito mais complicada do que aparentava. Mas após perceber que o cara não era bem visto pela intelectualidade brasileira e ser chamada de "autista" a Ministra Ana de Holanda toma uma decisão e demite o o sujeito que sempre foi alvo de piada. A notícia veio em nota curta e grossa ontem no site do ministério da cultura:

Comunico que o senhor Emir Sader não será mais nomeado presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa. O nome do novo dirigente será anunciado em breve.

Ana de Hollanda
Ministra de Estado da Cultura

No site também pode ser encontrado uma nota sobre o novo Presidente da Casa: Wanderley Guilherme dos Santos.

Para maiores informações aconselho dar uma olhada nos sites abaixo:



Estrutura de antigo Cais da Imperatriz é achada durante escavação no Rio

Mensagem recebida por e-mail por Carlos Barata. Segue abaixo lido recortado e colado:

Construído para receber a imperatriz Teresa Cristina, o atracadouro sucumbiu às reformas urbanas que mudaram - e mais uma vez prometem mudar - a feição da zona portuária do Rio.
ESTADÃO: 01 de março de 2011 | 20h 44
Felipe Werneck - O Estado de S. Paulo
Fábio Motta/AE
RIO - Estruturas do antigo Cais da Imperatriz, projetado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny em 1843, foram reveladas durante escavações feitas pela prefeitura do Rio para a instalação de novas galerias pluviais na Avenida Barão de Tefé. Construído para receber a imperatriz Teresa Cristina, o atracadouro sucumbiu às reformas urbanas que mudaram - e mais uma vez prometem mudar - a feição da zona portuária do Rio.
Por recomendação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), arqueólogos do Museu Nacional foram chamados para supervisionar as obras. O prefeito Eduardo Paes (PMDB) disse que vai preservar as estruturas e integrá-las ao novo desenho urbano, criando um centro de visitação. "Achei absolutamente fantástico. A ideia é fazer daquilo nossas ruínas romanas." O superintendente do Iphan, Carlos Fernando Andrade, solicitou ao consórcio responsável pelo projeto Porto Maravilha naquele trecho que aumente a área de escavação.
Fábio Motta/AE
"Provavelmente, há um cais mais antigo abaixo", disse ele, que foi convocado pelo prefeito para uma reunião na sexta-feira. A arqueóloga responsável pelo trabalho no local, Tânia Andrade Lima, não quis dar entrevista, mas especialistas ouvidos pela reportagem atestaram a autenticidade e a importância histórica da construção encontrada na Barão de Tefé.
A historiadora, arquiteta e urbanista Margareth da Silva Pereira, professora do programa de pós-graduação em Urbanismo da Federal do Rio (UFRJ), iniciou no sábado uma campanha, por e-mail, pedindo a ajuda de amigos e colegas na "luta pela valorização e preservação da história do Rio". Ela citava o que chamou de "redescoberta" do Cais da Imperatriz, aterrado no início do século XX. "Até a semana passada pensávamos que essas estruturas tivessem sido destruídas. Mas não estão!"
Fábio Motta/AE
Escravos. Margareth defendeu uma prospecção "mais ampla" na área. O interesse maior, segundo o Iphan, é achar o Cais do Valongo, "de densidade histórica inconteste, particularmente para a trajetória da comunidade afro-descendente". Ali, desembarcavam os escravos. Para Margareth, trata-se de uma "oportunidade magnífica". "A arqueologia urbana ainda está pouco integrada aos processos de renovação da cidade, muitas vezes feitos sem atenção aos vestígios da história", disse a professora.
Agora, as manilhas de águas pluviais terão que ser desviadas. "Já solicitamos a alteração do desenho geométrico da pista próxima ao Hospital dos Servidores para que o sítio socializado tenha maior significância. Evidentemente não podemos fazer isso com o cais inteiro, pois teríamos que inviabilizar a cidade que temos. Quanto às novas galerias, ficarão assentes sobre um trecho mínimo da estrutura do cais e, em seguida, recobertas", informou o Iphan.
Fábio Motta/AE
A historiadora cita o projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava para o Museu do Amanhã, no Píer Mauá, considerado um dos principais na reforma da zona portuária, ao defender a preservação do antigo cais, "uma relíquia nossa". "Devemos ter ali várias camadas de história. Temos que começar a valorizar isso."
No projeto de Montigny, o Cais da Imperatriz era precedido de uma Praça Municipal que, segundo Margareth, representa "um emblema das lutas municipalistas do século XIX". "Por outro lado, é obra de grande erudição e domínio de escalas", disse ela, torcendo para que, no Rio de 2011, haja diálogo entre patrimônio e inovação.

02/03/2011

No Rio, patrimônio dá samba


O Grêmio Recreativo Escola de Samba São Clemente, do grupo especial do carnaval carioca, levará para a avenida, em 2011, o samba-enredo “O meu, o seu, o nosso rio, abençoado por Deus e bonito por natureza”. Inspirado na candidatura do Rio de Janeiro a Patrimônio Mundial, na categoria paisagem cultural, o enredo é uma idéia original do técnico do Iphan Mauro Chaves.
A São Clemente será a primeira escola a desfilar no dia 6 de março, domingo de carnaval. Confira o samba aqui.
As Matrizes do Samba no Rio de Janeiro: Partido Alto, Samba de Terreiro e Samba-Enredo como patrimônio cultural brasileiro, principalmente o samba do Rio de Janeiro contribuem para a integração social das camadas mais pobres. Tornaram-se um meio de expressão dos anseios pessoais e sociais, um elemento fundamental da identidade nacional e uma ferramenta de coesão, ajudando a derrubar barreiras e eliminar preconceitos. Incentivar a prática do samba é também uma maneira de minimizar as diferenças sociais.
A identificação e o reconhecimento das formas de samba brasileiras é uma das diretrizes do Iphan, que se insere na proposta da atual gestão do Ministério da Cultura, de construção de um mapa cultural do Brasil. Entre os 11 bens reconhecidos como patrimônios imateriais brasileiros, se destacam algumas das várias formas de samba dançadas no território nacional. Já receberam o título: o samba de roda no Recôncavo Baiano, o tambor de crioula no Maranhão e o jongo no Sudeste.

Samba-enredo: “O meu, o seu, o nosso Rio, abençoado por Deus e bonito por natureza”

Autores: Ricardo Góes, Ronaldo Soares, FM, Grey, Serginho Machado, Flavinho Segal, Helinho 107, Cláudio Filé, Armandinho do Cavaco, Nelson Amatuzzi, Fabio Portugal, Rodrigo Maia, J.J. Santos e Xandão
Intérpretes: Igor Sorriso e Clóvis Pê (apoio)
Letra do Samba:

E DEUS FEZ A MARAVILHA
MISTÉRIOS BROTAM DESTE CHÃO
QUE A NATUREZA ESCULPIU
DIVINA EMOÇÃO
O RIO NASCEU NO SOL DA CANÇÃO
TERRA COBIÇADA, ILUMINADA
GENTE FELIZ
MENINA DOS OLHOS
DO PAI CRIADOR
QUE O PADROEIRO ABENÇOOU

O MELHOR LUGAR PRA SE VIVER!
FONTE DE RIQUEZA SINGULAR
UM DOCE RECANTO DE PRAZER
JUNTO AO MAR

PASSO A PASSO… CIVILIZAÇÃO
O MODERNISMO SURGIU
ENTRE RISCOS E TRAÇOS SE REBATIZOU
CIDADE MARAVILHOSA!
“MINHA ALMA CANTA”, DE TANTA EMOÇÃO
A BOSSA EMBALA, O “TOM” DA CANÇÃO
PRESERVAR !
É O CAMINHO VAMOS RESPEITAR
SER CARIOCA É SABER CUIDAR
DO PATRIMÔNIO MUNDIAL
RIO SEU PÔR-DO-SOL É UM POEMA
BRAÇOS ABERTOS ENTRA EM CENA
NESSE CARNAVAL!

SOU CARIOCA E SÃO CLEMENTE
IRREVERENTE, MINHA PAIXÃO
MEU RIO SUA BELEZA INSPIRA O MAR AZUL
CANTA ZONA SUL!!!

expo. Abram Alas Para Clóvis Bornay


Um dos maiores nomes da história do Carnaval carioca, Clóvis Bornay nasceu em Nova Friburgo, em 1916, filho de mãe espanhola e pai suíço, e era o caçula de 12 irmãos.
O Carnaval era sua grande paixão e foi ele o responsável por convencer o então diretor do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Silvio Piergilli, a instituir bailes de carnaval de gala com concurso de fantasias, inspirado no modelo dos bailes de Veneza. Era o ano de 1937, e Clóvis logo arrebatou o primeiro lugar no concurso, feito que iria repetir em diversas ocasiões, até ser declarado hors concours. Sua primeira fantasia vencedora foi "Príncipe Hindu".
Foi também o carnavalesco de grandes escolas de samba, como o Salgueiro em 1966, Portela em 1969 e 1970, e da Mocidade em 1972 e 1973. Com a Portela ganhou o campeonato de 1970 com o enredo "Lendas e mistérios da Amazônia".
A figura do destaque, que é uma pessoa luxuosamente fantasiada sendo conduzida do alto de um carro alegórico foi uma inovação criada por ele, sendo posteriormente copiada por todas as escolas até se tornar um quesito obrigatório do desfile.
E ao longo de seus 77 anos de carnaval (69 em desfiles), sempre ele mesmo participava dos desfiles carnavalescos como destaque.
Muitos não sabem, mas Clóvis Bornay era também museólogo e trabalhou no Museu Histórico Nacional.
Mas indubitavelmente, foi no Carnaval carioca que deixou seu grande legado. Os que o viram desfilar jamais esquecerão e ganham de presente essa exposição para desfrutar um pouco do luxo e criatividade que eram a síntese do trabalho de Clóvis Bornay. Para aqueles que não tiverem o privilégio de ver acompanhar o seu trabalho , apresentamos nossa singela homenagem a esse ícone maior do Carnaval do Rio de Janeiro.

“ABRAM ALAS PARA CLÓVIS BORNAY”
De 19/2 a 17/4.
terça a sábado, das 10h às 17h
Centro Municipal de Referência da Música Carioca (Rua Conde de Bonfim, 824 – Tijuca. Tel.: 0/xx/21/ 3238-3831)
Entrada Gratuita

01/03/2011

Museu do Bola Preta

É Carnaval! E os museus não ficam de fora da folia. O Cordão da Bola Preta, um dos mais antigos blocos do Rio de Janeiro, firmou no dia 15 de Fevereiro uma parceria com a Globo Rio para preservar a memória do Carnaval. O acordo vai promover e divulgar eventos do bloco, que ganhará um museu na própria sede, na Lapa, no Centro da cidade.
Confira o vídeo!

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