Os
servidores em exercício no Museu do Ouro aderiram à GREVE NACIONAL DOS
SERVIDORES FEDERAIS DA CULTURA a partir do dia 12 de maio de 2014, por
tempo indeterminado, contra uma política nacional de desmanche e
abandono do setor cultural
MANIFESTO DOS SERVIDORES DA CULTURA
Diz a
Constituição Federal que o Estado deve garantir a todos o pleno
exercício dos direitos culturais. Entre as atribuições do Estado,
podemos destacar a defesa e a valorização do patrimônio cultural
brasileiro, o fomento às manifestações artísticas, a promoção da
diversidade cultural. No entanto, sabemos que a Cultura, em nosso país,
não é tratada como prioridade. O governo federal destina apenas 0,6% de
seu orçamento para o Ministério da Cultura, enquanto dedica quase 45% da
arrecadação para o pagamento de juros e amortizações das dívidas
interna e externa (fonte: Auditoria Cidadã da Dívida).Eis o resultado
dessa política: por um lado, museus federais, bibliotecas, entre elas a
Biblioteca Nacional, centros de documentação, teatros, e demais
instituições culturais estão em péssimo estado de conservação, a
infraestrutura está precarizada e não garante a segurança das pessoas e
do patrimônio cultural bibliográfico, museológico, arqueológico
e arquivísticosob a responsabilidade do MinC. Além disso, a política de
fomento à cultura em suas diversas linguagens se revela concentradora de
recursos, comprometendo o objetivo principal de garantir a plena
expressão cultural e acesso à cultura por todos os brasileiros.A
situação do quadro funcional do MinC é a outra face dessa mesma moeda. O
governo simplesmente ignora os acordos sindicais assinados com os
servidores da Cultura nos últimos 10 anos e se recusa a cumpri-los na
íntegra! Os servidores da pasta estão entre os que recebem a pior
remuneração do Poder Executivo Federal. O profissional da Cultura não
recebe nenhum adicional de titulação ou qualificação, mesmo que tenha
graduação (servidores de nível médio), especialização, mestrado ou
doutorado, ao contrário do que ocorre em diversos outros Ministérios.
Diante da falta de perspectiva como servidor da Cultura, grande parte
dos servidores tem deixado seus cargos em busca de melhores salários. A
evasão de servidores ingressos no Ministério nos últimos dez anos chega a
60%! Soma-se a isso o fato de que cerca de metade dos servidores poderá
se aposentar em menos de cinco anos. Em breve, não sobrará ninguém!
POR TUDO ISSO, ESTAMOS NA RUA!
Nossas causas:
• Valorização da Cultura no conjunto das políticas do governo federal;
• Aumento da verba da Cultura no orçamento da União;
• Liberdade de manifestação cultural, artística e política;
• Formulação e execução de políticas de fomento mais inclusivas e descentralizadoras de recursos;
• Conservação adequada dos bens imóveis, equipamentos e acervos culturais mantidos pelo Poder Público Federal;
• Valorização dos servidores federais da cultura e adoção de uma
política remuneratória condizente com suas responsabilidades e
qualificações (incluindo aí o cumprimento de 10 anos de acordos firmados
com a categoria).
Venha lutar pela Cultura que também é SUA!
Valorize o SEU patrimônio!
Fórum das Associações dos Servidores Federais da Cultura
A
partir do dia 12 de Maio, os servidores federais vinculados ao
Ministério da Cultura entrarão em greve por tempo indeterminado, com o
intuito de chamar atenção para as demandas da categoria. O MUSEU DE
ARQUEOLOGIA DE ITAIPÚ ficará, portanto, fechado para visitação desse dia
em diante.
Visita faz parte do programa especial que a emissora preparou para a 12ª
Semana Nacional de Museus, com exposição exclusiva do programa Castelo
Rá-Tim-Bum
Entre 12 e 16 de maio, a TV Cultura
participa da 12ª Semana de Museus, organizada pelo IBRAM (Instituto
Brasileiro de Museus) e realizada em diversas instituições culturais do
Brasil. O tema escolhido pela Fundação Padre Anchieta – mantenedora da
TV Cultura, Rádios Cultura AM e FM e TV Rá Tim Bum! – para esta edição é
Cultura também é Museu: onde fantasias se tornam realidade. Durante
cinco dias, a emissora abrirá as portas para aqueles que desejam
conhecer sua história e saber como é o dia a dia de uma televisão.
O evento conta com duas exposições exclusivas. Uma dela é Castelo Rá-Tim-Bum 20 anos, composta por figurinos, material cenográfico e documentação da atração infanto-juvenil. A outra é Também sou cultura,
formada pelo acervo de artes visuais. A TV Cultura também irá prestar
homenagem aos seus funcionários e celebrar os 45 anos de sua trajetória.
O
visitante também terá a oportunidade de conhecer não só as obras de
arte que constituem o acervo Fundação como também diversas áreas da
emissora, como as redações do jornalismo e da rádio, os estúdios, o
prédio administrativo e as salas de controle de exibição.
A
duração de cada visita é de aproximadamente duas horas. Serão
realizadas em dois horários: 11h e 16h (com exceção da sexta-feira, dia
16, que terá visitação somente no período da manhã).
Para participar, os interessados devem encaminhar um e-mail para o endereço semanademuseus@tvcultura.com.br. Vagas e horários de visitação são limitados.
Exposição no CCBB traz à cidade parte de valiosa coleção alemã, com
trabalhos de artistas como Andy Warhol, Pablo Picasso e Jeff Koons
RIO - Na década de 1980, um já consagrado Andy Warhol adotou jovens
pupilos em Nova York. Um deles foi Jean-Michel Basquiat, que, mais
tarde, seria também consagrado no panteão da arte do século XX. Os dois
fizeram juntos uma pintura em acrílico, em 1984. Trinta anos depois, a
obra surge disposta numa sala no Centro do Rio de frente para dois
querubins esculpidos em madeira pelo renomado Jeff Koons, no mesmo
ambiente onde está uma pintura do mestre espanhol Pablo Picasso, outra
de Roy Lichtenstein e mais uma de Warhol.
Como nesta sala, o segundo andar todo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio será ocupado por
trabalhos de estrelas da História da arte, a partir desta terça-feira,
às 19h30m, quando exposição “Visões na coleção Ludwig” tem abertura para
convidados (e nesta quarta-feira, para o público). Trata-se de um
valioso recorte — de valor estimado em R$ 500 milhões — do acervo de 20
mil obras formado ao longo de mais de meio século pelo casal alemão
Peter e Irene Ludwig. Todas as peças agora no Brasil vieram da Rússia,
do Museu Ludwig em São Petersburgo, para o qual os colecionadores doaram
centenas das obras de arte que compraram.
Orçada em R$ 4 milhões, a mostra passou por São Paulo no início deste
ano e cruzará a Copa do Mundo no CCBB carioca (até 21 de julho), ao
lado da exposição de Salvador Dalí (esta no primeiro andar da
instituição, com abertura marcada para 29 de maio). No final de agosto,
“Visões na coleção Ludwig” deve ir a Belo Horizonte. Embora circulem
pelo país mais de 70 obras do acervo alemão, no Rio serão vistas 56
delas — o tamanho da mostra vem sendo adaptado aos espaços expositivos;
em São Paulo, por exemplo, o número de peças passou de 60.
Pintura ou foto?
Ainda
assim, a sensação de que se está diante de uma coleção potente segue
preservada. Já na rotunda do centro cultural do Rio, surge o monumental
retrato — de mais de 6 metros de altura e 4 de largura — de uma criança
muito pálida, de olhos fechados, minuciosamente representada pelo
austríaco Gottfried Helnwein. A obra na entrada do CCBB serve como pista
para um tema caro à exposição e também à toda coleção dos Ludwig: o do
hiper-realismo, que deixa o espectador em dúvida sobre estar diante de
uma pintura ou de uma fotografia (no caso do retrato na rotunda, uma
pintura).
A voltagem hiper-realista é enfática numa das quatro
salas da exposição (talvez a mais importante delas), com o imponente
painel “48 retratos”, que o alemão Gerhard Richter (o artista vivo mais
caro do mundo) criou para apresentar na Bienal de Veneza de 1972.
A
partir de fotografias, ele refez com tinta a óleo o rosto de 48
intelectuais do século XX, como Oscar Wilde, Franz Kafka e Rainer Maria
Rilke. O painel que veio ao Brasil é uma reprodução do original em
fotografia (também feita por Richter), como se o artista brincasse com o
trânsito entre os suportes.
— O público vai acabar usufruindo mais desta sala (onde está “48 retratos”),
porque aqui trabalhamos o diálogo entre fotografia e pintura — diz a
cubana Ania Rodríguez, uma das quatro curadoras da exposição. — Quando
surgiu, nos anos 1970, a obra de Richter causou furor, foi um marco
dessa pintura que dialoga com foto. É uma obra-prima do século XX.
Na
parede exatamente oposta à dos 48 retratos do pintor alemão, estão
outros 48 retratos — desta vez, só de mulheres. É o irônico trabalho
criado por Gottfried Helnwein em 1991, como uma resposta ao painel
exclusivamente masculino de Richter. Pina Bausch, Tina Turner e Marilyn
Monroe estão retratadas nos “48 retratos” de Gottfried. Os dois painéis
não foram apresentados na íntegra em São Paulo, onde acabaram “cortados”
por falta de espaço.
Os curadores da mostra — além de Ania
Rodríguez, assinam a exposição o brasileiro Rodolfo Athayde e os russos
Evgenia Petrova e Joseph Kiblitsky (do Museu Ludwig, em São Petersburgo)
— tiveram trabalho árduo para pinçar entre as milhares de obras do
acervo particular aquelas que, finalmente, viriam ao país. Foram muitos
anos de negociação e, segundo Kiblitsky, “era difícil fazer um recorte
partindo de toda a coleção Ludwig, que é muito grande”.
— Um dos principais diferenciais de Peter Ludwig (1925-1996)
como colecionador é que, para ele, o exercício de colecionar arte foi
uma questão cotidiana até o ponto de se tornar um trabalho — diz Evgenia
Petrova.
Diálogo com mostra no MAM
Esta,
aliás, será a segunda exposição atualmente em cartaz no Rio dedicada ao
olhar de um colecionador particular — o Museu de Arte Moderna (MAM)
apresenta, até 25 de maio, a mostra “A inusitada coleção de Sylvio
Perlstein”, com obras do colecionador belga que, assim como Peter e
Irene Ludwig (1927-2010), conviveu com artistas, apostou em trabalhos
que só mais tarde seriam reconhecidos e fez da arte de colecionar um
mote para a vida.
Foi no convívio com Man Ray, por exemplo, que
Perlstein formou uma poderosa coleção de fotos do surrealista, ou que
Peter Ludwig acabou retratado por Andy Warhol numa serigrafia de 1980.
Mas
se Perlstein (empresário do ramo da mineração diamante que conviveu não
só com Man Ray, mas com Robert Ryman e Sol LeWitt, entre outros)
guardou as obras no próprio apartamento em Paris (e as “revelou” em
empréstimos para exposições públicas, como a do MAM), Peter e Irene
Ludwig, donos de uma fábrica de chocolates em Colônia, na Alemanha,
decidiram desde o final dos anos 1950 doar suas peças para instituições
europeias por não poderem guardá-las, mas também com “a clara intenção
de mostrar sua coleção ao público, de democratizar seu acervo privado”,
nas palavras de Evgenia Petrova.
Os dois acabaram formando ao todo
14 museus Ludwig espalhados pelo mundo. O “coração” do acervo fica na
Alemanha, mas o casal criou até uma fundação em Cuba, em 1995, e doou
antiguidades para a construção de um museu em Basel, na Suíça.
—
Um dos interesses de Peter era levar obras para preencher lacunas nos
acervos de museus que visitavam. Para a Rússia, por exemplo, doaram
obras da arte pop e do hiper-realismo, além de Picasso — conta Ania
Rodríguez, lembrando que Peter Ludwig é dono da terceira maior coleção
do mundo do artista espanhol.
Picasso é uma das três grandes
potências da coleção, ao lado da arte pop e da vanguarda russa — esta
ocupa espaço menor na mostra que chega ao CCBB do Rio, concentrada
sobretudo na última sala da exposição.
— Sinto que uma das coisas
que identificam Sylvio Perlstein e Peter Ludwig é o fato de gostarem de
arte, de se verem envolvidos com o ambiente artístico não como um passo
calculado para criar uma coleção valiosa ou uma rede de museus, como
acabou acontecendo no caso dos Ludwig. Tanto que esses colecionadores
adquiriram suas fortunas em outras áreas. O colecionismo nesses casos
tinha mais sentido artístico, de preencher necessidades afetivas, e não
materiais — avalia Ania Rodríguez. — A coleção Ludwig mostra que ele se
guiou por contextos, por acreditar que, onde havia efervescência, havia
uma arte efervescente, como a arte pop. E hoje vemos que ele acertou.
Esse
bebê é feito fotos de crianças de álbuns de família. Conheça os mais
recentes trabalhos de Vik Muniz, um dos mais criativos artistas
plásticos brasileiros ---http://bit.ly/1mDTVHJ ---
Hoje,
dia 8 de maio de 2014, os servidores do Museu da Inconfidência, em Ouro
Preto, redigiram sua CARTA-MANIFESTO relativa à greve na área da
cultura. Confira o documento na imagem abaixo:
A partir de maio, os museus administrados pela Secretaria da Cultura
do Estado de São Paulo terão entrada gratuita aos sábados. A ação que
integra as comemorações pela da Semana Nacional dos Museus, celebrada
entre 12 e 18 de maio.
No dia 18 de maio (domingo), também não haverá cobrança de entradas
em virtude do Dia Internacional dos Museus. O aplicativo “Museu meu e
seu” disponibiliza toda a programação que haverá nos museus do Estado ao
longo do mês. Clique aqui para baixar.
Na região de Pinheiros e Vila Madalena fazem parte desta
programação: Museu da Casa Brasileira, Paço das Artes e Museu de Imagem e
Som.
Para comemorar o Dia Internacional Contra a Homofobia, 17 de maio, o
Museu Julio de Castilhos, em parceria com a Faculdade de Comunicação
Social (Famecos) da PUCRS, promove a
Semana da Pluralidade do Amor. A atividade contará com a exposição Somos
Sensíveis, que poderá ser conferida entre os dias 13 e 17 de maio, e
mostra de curtas-metragens seguida de bate-papo sobre a sexualidade no
meio cinematográfico, na quarta-feira, dia 14, às 16h. O ensaio
fotográfico Somos Sensíveis, de Douglas Roehrs, retrata a
homossexualidade no meio militar. Dividido em duas partes, o trabalho
aborda o isolamento na profissão e a libertação no ambiente familiar.
A mostra de filmes contará com quatro curtas: Depois da Pele, de
Marcio Reolon; Sem Final Feliz, de Mariane De Luca Teixeira; Musa, de
Walterney Soares Ferreira; e Os Tempos do Amor, de Douglas Roehrs. Após a
exibição dos curtas, o bate-papo contará com a presença do professor de
Cinema da PUCRS Glênio Póvoas e do curador do festival Close e sócio da
Avante Filmes Marcio Reolon. A inscrição prévia é gratuita e apenas
necessária para quem deseja certificado de participação.
Exposição Somos Sensíveis Quando: 13 a 17 de maio, das 10h às 17h Onde: Museu Julio de Castilhos (Rua Duque de Caxias, 1205)
Entrada gratuita Mostra de curtas-metragens e bate-papo Quando: 14 de maio, quarta-feira, às 16h Onde: Auditório do Museu Julio de Castilhos (rua Duque de Caxias nº 1205) Entrada Gratuita
CONTATO DO MUSEU: museu_juliodecastilhos@sedac.rs.gov.br
Fachada do Casarão Franco de Mello, na avenida Paulista, que será transformado em Museu da Diversidade Sexual
Um dos poucos casarões remanescentes na avenida Paulista, em São Paulo,
localizado no número 1.919, será transformado em Museu da Diversidade
Sexual.
A notícia foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin, em entrevista coletiva durante a Parada LGBT, neste domingo (4).
Conhecido como Casarão Franco de Mello, o imóvel é tombado pelo
Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico,
Artístico e Turístico) e estava sem a manutenção necessária nos últimos
anos, servindo como espaço para eventos esporádicos, de feiras de adoção
de animais a pré-estreia de filme de terror.
Vizinho do parque
Mário Covas, o imóvel possui 600 metros quadrados de área construída e
terreno com total de 2,7 mil metros quadrados. Assim como a Casa das
Rosas, o casarão construído em 1905 e ampliado em 1921 é um dos últimos
remanescentes da primeira ocupação da avenida Paulista, no início do
século 20.
"A decisão valoriza o Museu da Diversidade, que
ganhará mais espaço físico para o desenvolvimento de suas atividades em
um endereço que é significativo para o tema, já que a Avenida Paulista
sempre foi parte do percurso da Parada LGBT", afirma o secretário de
Estado da Cultura, Marcelo Mattos Araujo.
A ação de
desapropriação indireta ainda não foi concluída e o governo aguarda
decisão judicial de imissão na posse para dar início ao restauro e,
posteriormente, à implantação do museu.
Segundo o governo, em
função da natureza e da localização do imóvel, o museu também terá uma
seção dedicada à preservação da memória da casa e do histórico de
ocupação da avenida Paulista, de moradia da elite cafeeira a espaço de
manifestações populares.
Criado em 2012, o Museu da Diversidade
Sexual recebeu cerca de 35 mil visitantes em 2013, em espaço expositivo
na estação República do metrô, que será mantido. A casa histórica
servirá como sede principal, para ampliar as ações culturais e e de
preservação, estudo e difusão da memória da população LGBT.
Jonah Falcon, de 45 anos, que vive em Nova York, disse que doará membro para museu após sua morte.
O americano Jonah Falcon, de 45 anos, é considerado o
dono do maior membro masculino do mundo, mas agora ele vai imortalizar
seu órgão genital.
O homem de Nova York
resolveu doar seu membro, de 23 centímetros em estado relaxado e 34 em
estado rígido, após sua morte, o dando ao Museu do Falo, situado na
Islândia.
Falcon disse ter ficado lisonjeado
com o convite feito pelo curador do museu, que existe desde 1997. Jonah,
que sonha se tornar ator profissional, ficou famoso ao ser parado em um
aeroporto dos Estados Unidos depois que os agentes de segurança
suspeitaram que ele estivesse levando uma arma na calça, o que na
verdade era seu atributo.
Para os amantes de pelúcias, esse lugar é como um paraíso. Esse museu fica em Seogwipo, na Ilha Jeju, na Coréia do Sul e é uma fofura só.
Nele, você pode conhecer a história dos ursos de pelúcia, conferir alguns feitos por designers famosos e ainda ver representações de quadros com eles, como uma Mona Lisa de pelúcia. Rs.
Lá também está o menor urso de pelúcia do mundo, de 4,5mm.
E ainda tem um restaurante, bar, um parque e um jardim com esculturas de urso.
Esse deve ser o museu mais fofo do mundo. Com certeza quero visitar um dia.
O
tema acerca da religiosidade pretende abordar o nascimento deste
fenômeno, suas manifestações, e também discutir a questão da
intolerância religiosa.
Charles Leslie hoje (esq.) e em 1969 (dir.) – Foto: Reprodução
Charles Leslie mora dentro de seu próprio museu, The Leslie + Lohman
Museum of Gay and Lesbian Art. Localizado no SoHo, em Nova Iorque, o
apartamento reúne as lembranças que Leslie e seu falecido parceiro,
Fritz Lohman, passaram a vida coletando.
Leslie começou a colecionar arte homoerótica durante a Guerra da
Coreia e continuou juntando peças ao se mudar para a França, onde
estudou na Sorbonne. A paixão por esse estilo de arte foi o que juntou o
casal.
A história dos dois e de seu museu é realmente encantadora. Se quiser saber mais, clique aqui para ler na íntegra.
Na galeria abaixo você verá algumas das peças de arte que compõe o museu Leslie + Lohman: